Futebol Internacional
Treinador do Brest, Éric Roy, morre aos 58 anos vítima de cancro do pâncreas
O treinador de futebol do Brest, Éric Roy, morreu hoje aos 58 anos, vítima de cancro do pâncreas, anunciou a família através do Instagram.
"Durante três anos e meio, o papá lutou contra um cancro no pâncreas. Durante todo este tempo, continuou a viver com uma força que ainda nos impressiona”, escreveu a família do técnico francês, que ainda orientou o Brest na época 2025/26.
Formado no Nice, no qual iniciou a carreira profissional, Roy jogou também no Lyon e no Marselha.
Como treinador, estreou-se no Nice em 2010/11 e assumiu o Brest a meio da época 2022/23, depois de ter trabalhado durante quatro épocas como coordenador técnico no Lens e no Watford – duas em cada clube.
“O que ele conquistou nos últimos anos continuará a ser excecional para nós. Passar por esta provação enquanto apoiava um clube, uma equipa e uma história tão marcantes diz muito sobre o homem que ele era”, acrescentou a família.
Para os familiares, o período no Brest “deu-lhe energia, alegria e uma razão para continuar, mesmo nos momentos mais difíceis”, lembrando um “vínculo raro e maravilhoso” com os seus jogadores.
Na sua primeira época completa no clube, alcançou um feito histórico ao terminar a Liga francesa em terceiro lugar, atrás de Mónaco e Paris Saint-Germain (PSG), um resultado extraordinário para uma equipa habituada a lutar pela permanência.
Na temporada seguinte, conduziu o Brest à Liga dos Campeões, na qual a equipa avançou da fase de grupos antes de ser eliminada pelo PSG nos play-offs. Nas duas temporadas seguintes, embora com resultados mais modestos, garantiu sempre a permanência tranquila na primeira divisão francesa.
A notícia da sua morte gerou grande comoção no futebol francês.
O presidente da Liga Francesa de Futebol Profissional, Vincent Labrune, lamentou profundamente o desaparecimento de Roy.
“É com imensa tristeza que tomei conhecimento do falecimento de Éric Roy”, reagiu Labrune numa nota enviada à agência France-Presse (AFP).
O dirigente acrescentou que “o futebol francês perdeu uma das suas figuras mais respeitadas, queridas e autênticas”, elogiando a “paixão absoluta” e a “integridade rara” que sempre demonstrou.
Formado no Nice, no qual iniciou a carreira profissional, Roy jogou também no Lyon e no Marselha.
Como treinador, estreou-se no Nice em 2010/11 e assumiu o Brest a meio da época 2022/23, depois de ter trabalhado durante quatro épocas como coordenador técnico no Lens e no Watford – duas em cada clube.
“O que ele conquistou nos últimos anos continuará a ser excecional para nós. Passar por esta provação enquanto apoiava um clube, uma equipa e uma história tão marcantes diz muito sobre o homem que ele era”, acrescentou a família.
Para os familiares, o período no Brest “deu-lhe energia, alegria e uma razão para continuar, mesmo nos momentos mais difíceis”, lembrando um “vínculo raro e maravilhoso” com os seus jogadores.
Na sua primeira época completa no clube, alcançou um feito histórico ao terminar a Liga francesa em terceiro lugar, atrás de Mónaco e Paris Saint-Germain (PSG), um resultado extraordinário para uma equipa habituada a lutar pela permanência.
Na temporada seguinte, conduziu o Brest à Liga dos Campeões, na qual a equipa avançou da fase de grupos antes de ser eliminada pelo PSG nos play-offs. Nas duas temporadas seguintes, embora com resultados mais modestos, garantiu sempre a permanência tranquila na primeira divisão francesa.
A notícia da sua morte gerou grande comoção no futebol francês.
O presidente da Liga Francesa de Futebol Profissional, Vincent Labrune, lamentou profundamente o desaparecimento de Roy.
“É com imensa tristeza que tomei conhecimento do falecimento de Éric Roy”, reagiu Labrune numa nota enviada à agência France-Presse (AFP).
O dirigente acrescentou que “o futebol francês perdeu uma das suas figuras mais respeitadas, queridas e autênticas”, elogiando a “paixão absoluta” e a “integridade rara” que sempre demonstrou.