Futebol Internacional
Inglaterra
Villas-Boas despedido do Chelsea
O Chelsea anunciou hoje a rescisão do contrato com o treinador português André Villas-Boas. O anúncio foi feito no site oficial do clube londrino. Villas-Boas foi despedido por culpa dos resultados e das exibições.
O Chelsea acrescenta, na sua página na internet, que a "direção do clube agradece" o trabalho de Villas-Boas à frente do "blues", e "expressa desagrado" que o relacionamento com o treinador português tenha acabado tão cedo.
Ainda de acordo com o Chelsea, os resultados não agradam, assim como a exibição da equipa que não mostra sinais de melhoramento numa altura crítica da época.
"O clube ainda está a na Liga dos Campeões e na Taça de Inglaterra, bem como na luta por um lugar entre os quatro melhores da Liga inglesa, e queremos continuar a ser tão competitivos quanto pudermos em todas as frentes", diz ainda o documento.
De acordo com o Chelsea, "a única hipótese de conquistar esses objetivos era fazer esta mudança agora".
"No imediato", a formação londrina vai ser comandada pelo italiano Roberto Di Matteo, "de forma interina até ao fim da temporada", avança ainda o Chelsea.
André Villas-Boas deu, assim, um passo atrás no "trilho" do seu antigo chefe de equipa Mourinho, ao ser demitido do Chelsea apenas oito meses e uma semana após ser apresentado.
O Chelsea ocupa o quinto lugar da "Premiership", a 20 pontos do líder Manchester City, foi afastado da Taça de Inglaterra, mas ainda se encontra em prova na Liga dos Campeões, embora em desvantagem nos "oitavos" para com o Nápoles (1-3), e na Taça da Liga inglesa.
Ao todo, em 40 partidas oficiais, o conjunto de Villas Boas, alegadamente sem "mão" nos veteranos John Terry, Frank Lampard ou Didier Drogba, conseguiu 19 triunfos, 11 empates e saiu derrotado 10 vezes.
Com 34 anos, o portuense Luís André de Pina Cabral e Villas-Boas sentiu pela primeira vez uma "chicotada", do magnata russo e proprietário do clube londrino, Roman Abramovich, já seu conhecido enquanto adjunto de Mourinho, técnico que o milionário também despediu, mas após mais de três épocas.
No verão passado, Villas Boas levantou-se da sua "cadeira de sonho", o posto de técnico do FC Porto, pouco mais de um ano depois de ter tomado as rédeas e guiar o clube da Cidade Invicta numa temporada quase imaculada, conquistando a Liga Europa, a Liga portuguesa, sem qualquer derrota, a Taça de Portugal e a Supertaça.
O FC Porto de Villas-Boas ganhou o campeonato com 27 vitórias e míseros três empates, melhor só o Benfica de 1972/73 (28 triunfos e dois empates).
Para a história entrou também o sensacional percurso na Liga Europa, com 14 vitórias em 17 jogos e 44 golos, bem como quatro triunfos sobre o Benfica, entre eles um 5-0 caseiro, um 2-1 na Luz que selou o título e um 3-1 também na casa dos "encarnados", para a Taça, após um 0-2 caseiro.
O jovem treinador foi seduzido pelo milionário projeto do Chelsea, ao qual um dia Mourinho também cedera, com uma carreira que, verdadeiramente, só começou em 2009/2010, quando assumiu o comando técnico da Académica de Coimbra.
Antes, Villas-Boas havia orientado, com 23 anos, as Ilhas Virgens Britânicas, em dois jogos de qualificação para o Mundial, em 2000.
A sua carreira no futebol começou, porém, bem antes e já no FC Porto, através do então vizinho, o técncio inglês Bobby Robson, em 1994, com apenas 17 anos.
Villas-Boas trabalhou com Robson e, posteriormente, passou para a equipa técnica de José Mourinho, que acompanhou no FC Porto, Chelsea e Inter de Milão.
A 13 de outubro de 2009, Villas-Boas "desprendeu-se" de Mourinho e assumiu a "Briosa", que conseguiu manter na Liga, fazendo um trabalho suficientemente atrativo para despertar a cobiça de Sporting e FC Porto.
O Estádio de Alvalade chegou a ser apontado como o seu destino, mas o jovem técnico acabou no Estádio do Dragão, onde, num ano, tudo conquistou, exceto a Taça da Liga.
Ainda de acordo com o Chelsea, os resultados não agradam, assim como a exibição da equipa que não mostra sinais de melhoramento numa altura crítica da época.
"O clube ainda está a na Liga dos Campeões e na Taça de Inglaterra, bem como na luta por um lugar entre os quatro melhores da Liga inglesa, e queremos continuar a ser tão competitivos quanto pudermos em todas as frentes", diz ainda o documento.
De acordo com o Chelsea, "a única hipótese de conquistar esses objetivos era fazer esta mudança agora".
"No imediato", a formação londrina vai ser comandada pelo italiano Roberto Di Matteo, "de forma interina até ao fim da temporada", avança ainda o Chelsea.
André Villas-Boas deu, assim, um passo atrás no "trilho" do seu antigo chefe de equipa Mourinho, ao ser demitido do Chelsea apenas oito meses e uma semana após ser apresentado.
O Chelsea ocupa o quinto lugar da "Premiership", a 20 pontos do líder Manchester City, foi afastado da Taça de Inglaterra, mas ainda se encontra em prova na Liga dos Campeões, embora em desvantagem nos "oitavos" para com o Nápoles (1-3), e na Taça da Liga inglesa.
Ao todo, em 40 partidas oficiais, o conjunto de Villas Boas, alegadamente sem "mão" nos veteranos John Terry, Frank Lampard ou Didier Drogba, conseguiu 19 triunfos, 11 empates e saiu derrotado 10 vezes.
Com 34 anos, o portuense Luís André de Pina Cabral e Villas-Boas sentiu pela primeira vez uma "chicotada", do magnata russo e proprietário do clube londrino, Roman Abramovich, já seu conhecido enquanto adjunto de Mourinho, técnico que o milionário também despediu, mas após mais de três épocas.
No verão passado, Villas Boas levantou-se da sua "cadeira de sonho", o posto de técnico do FC Porto, pouco mais de um ano depois de ter tomado as rédeas e guiar o clube da Cidade Invicta numa temporada quase imaculada, conquistando a Liga Europa, a Liga portuguesa, sem qualquer derrota, a Taça de Portugal e a Supertaça.
O FC Porto de Villas-Boas ganhou o campeonato com 27 vitórias e míseros três empates, melhor só o Benfica de 1972/73 (28 triunfos e dois empates).
Para a história entrou também o sensacional percurso na Liga Europa, com 14 vitórias em 17 jogos e 44 golos, bem como quatro triunfos sobre o Benfica, entre eles um 5-0 caseiro, um 2-1 na Luz que selou o título e um 3-1 também na casa dos "encarnados", para a Taça, após um 0-2 caseiro.
O jovem treinador foi seduzido pelo milionário projeto do Chelsea, ao qual um dia Mourinho também cedera, com uma carreira que, verdadeiramente, só começou em 2009/2010, quando assumiu o comando técnico da Académica de Coimbra.
Antes, Villas-Boas havia orientado, com 23 anos, as Ilhas Virgens Britânicas, em dois jogos de qualificação para o Mundial, em 2000.
A sua carreira no futebol começou, porém, bem antes e já no FC Porto, através do então vizinho, o técncio inglês Bobby Robson, em 1994, com apenas 17 anos.
Villas-Boas trabalhou com Robson e, posteriormente, passou para a equipa técnica de José Mourinho, que acompanhou no FC Porto, Chelsea e Inter de Milão.
A 13 de outubro de 2009, Villas-Boas "desprendeu-se" de Mourinho e assumiu a "Briosa", que conseguiu manter na Liga, fazendo um trabalho suficientemente atrativo para despertar a cobiça de Sporting e FC Porto.
O Estádio de Alvalade chegou a ser apontado como o seu destino, mas o jovem técnico acabou no Estádio do Dragão, onde, num ano, tudo conquistou, exceto a Taça da Liga.