Futebol Internacional
Vítor Campelos quer disputar a `champions` pelo Celje e treinar em Inglaterra
Vítor Campelos assumiu hoje a ambição de chegar à fase de liga da Liga dos Campeões de no comando técnico do Celje, confiando que um bom trabalho no campeão esloveno lhe pode abrir as ‘portas’ ao futebol inglês.
“Tenho o sonho de um dia poder trabalhar em Inglaterra. Por duas vezes já estive bem perto, mas, por um motivo ou outro, as coisas não aconteceram. Não há duas sem três e creio que, se fizermos um bom trabalho no Celje, como é óbvio, vão abrir-se outras portas e pode ser que o sonho se realize”, afirmou o vimaranense, de 51 anos.
Em declarações à Lusa, Vítor Campelos não escondeu, igualmente, a meta de um dia poder vir a “ter a oportunidade de trabalhar num dos ‘grandes’ em Portugal”, algo que classifica como “um objetivo sempre apetecível”.
Seja qual for o futuro, o presente chama-se Celje, clube no qual diz ter a “estabilidade” necessária para “colocar em prática” as suas ideias e poder repetir o título esloveno.
“Creio que as pessoas do clube estão muito contentes connosco, não só por termos ganhado e sido campeões, mas também pela liderança que têm visto e pela qualidade do nosso trabalho”, sublinhou.
Vítor Campelos acredita na estrutura do clube – proprietário, presidente e diretor desportivo são de origem russa, com experiência em alguns dos maiores clubes do seu país – e na sua visão de futuro, nomeadamente a vontade de lhe dar dimensão europeia.
Ter sido campeão pela primeira vez, “é uma sensação fantástica” – “creio que ser campeão em qualquer lado é uma sensação muito boa” -, um êxito que ganhou forma com as oito vitórias consecutivas com as quais iniciou o seu trabalho.
O técnico luso recorda a importância do primeiro desafio, um triunfo, por 1-0, na visita do Koper, terceiro classificado, que, em caso de vitória, poderia ter ficado a somente dois pontos de distância da sua liderança, enquanto o Maribor poderia ter ficado a quatro.
“Quando chegámos, havia um bocadinho de falta de confiança e devolvemo-la aos jogadores e também à estrutura, sobretudo, trouxemos uma energia muito positiva, o que nos catapultou”, recordou.
O português chegou ao clube após três derrotas, duas para a Liga eslovena e outra na Liga Conferência, uma goleada por 4-0 na receção ao AEK Atenas, clube que, uma semana depois, foi vencer na capital grega, por 2-0.
Campelos elogiou o campeonato esloveno, recheado de “jogadores com bastante qualidade técnica, à semelhança de Zahovic e Pavlin”, atletas que passaram pelo FC Porto, o primeiro dos quais depois de representar o Vitória de Guimarães.
Agora, o foco está em preparar a equipa para a segunda pré-eliminatória da Liga dos Campeões, assumindo que seria “fantástico” poder atingir a fase de liga, que seria igualmente uma “montra muito grande para os jogadores”.
Antes de rumar à Eslovénia, Campelos orientou, em Portugal, AVS, Gil Vicente, Desportivo de Chaves e Moreirense, tendo ainda passado pelo Al Taawuon, na Arábia Saudita.
Em declarações à Lusa, Vítor Campelos não escondeu, igualmente, a meta de um dia poder vir a “ter a oportunidade de trabalhar num dos ‘grandes’ em Portugal”, algo que classifica como “um objetivo sempre apetecível”.
Seja qual for o futuro, o presente chama-se Celje, clube no qual diz ter a “estabilidade” necessária para “colocar em prática” as suas ideias e poder repetir o título esloveno.
“Creio que as pessoas do clube estão muito contentes connosco, não só por termos ganhado e sido campeões, mas também pela liderança que têm visto e pela qualidade do nosso trabalho”, sublinhou.
Vítor Campelos acredita na estrutura do clube – proprietário, presidente e diretor desportivo são de origem russa, com experiência em alguns dos maiores clubes do seu país – e na sua visão de futuro, nomeadamente a vontade de lhe dar dimensão europeia.
Ter sido campeão pela primeira vez, “é uma sensação fantástica” – “creio que ser campeão em qualquer lado é uma sensação muito boa” -, um êxito que ganhou forma com as oito vitórias consecutivas com as quais iniciou o seu trabalho.
O técnico luso recorda a importância do primeiro desafio, um triunfo, por 1-0, na visita do Koper, terceiro classificado, que, em caso de vitória, poderia ter ficado a somente dois pontos de distância da sua liderança, enquanto o Maribor poderia ter ficado a quatro.
“Quando chegámos, havia um bocadinho de falta de confiança e devolvemo-la aos jogadores e também à estrutura, sobretudo, trouxemos uma energia muito positiva, o que nos catapultou”, recordou.
O português chegou ao clube após três derrotas, duas para a Liga eslovena e outra na Liga Conferência, uma goleada por 4-0 na receção ao AEK Atenas, clube que, uma semana depois, foi vencer na capital grega, por 2-0.
Campelos elogiou o campeonato esloveno, recheado de “jogadores com bastante qualidade técnica, à semelhança de Zahovic e Pavlin”, atletas que passaram pelo FC Porto, o primeiro dos quais depois de representar o Vitória de Guimarães.
Agora, o foco está em preparar a equipa para a segunda pré-eliminatória da Liga dos Campeões, assumindo que seria “fantástico” poder atingir a fase de liga, que seria igualmente uma “montra muito grande para os jogadores”.
Antes de rumar à Eslovénia, Campelos orientou, em Portugal, AVS, Gil Vicente, Desportivo de Chaves e Moreirense, tendo ainda passado pelo Al Taawuon, na Arábia Saudita.