Futebol Internacional
Vitória modesta do Gana sobre o Mali
Os ganeses relançaram-se, assim, para a qualificação, para mais indo jogar a última partida da fase de grupos com os Antílopes, a seleção mais fraca da poule B
Sem grande brilho, o Gana está relançado na corrida à qualifcação para os quartos de final da CAN-2013, ao impor-se ao Mali, por 1-0, esta quinta-feira, de penálti, por Wakaso, em Port Elizabeth, África do Sul.
Condicionados, logo no início do torneio, pelo empate a duas bolas, com a República Democrática do Congo, os Estrelas Negras levaram a melhor sobre as Águias malianas, para justificar o estatuto de candidatos à vitória final, assegurando um último jogo mais tranquilo, segunda-feira, frente ao Níger, o teoricamente mais fraco do grupo.
O reverso da medalha é a suspensão, para a terceira partida, do ala do Espanyol, depois do segundo cartão amarelo na CAN, por, depois de converter o pnálti, ter levantado a camisola e mostrado a t-shirt com a inscrição "Alá é grande".
O seu treinador, James Appiah lamentou o gesto: "Falei com ele ao intervalo, não foi a melhor coisa para fazer e não a devia ter feito. Espero que lhe sirva de lição e aos outros jogadores".
O seleccionador do Mali, Patrice Caerteron, no final, criticou a arbitragem, que "não ajudou" a sua equipa.
"Não quero levantar polémicas, mas não compreendo porque é que o guarda-redes da Etiópia foi expulso (frente à Zâmbia, detentora do título, ndRed), enquanto aqui, o guardião ganês
também destruiu uma jogada de golo e só viu o cartão amarelo", comentou o técnico francês.
"Não é uma desculpa, mas um flagrante caso do jogo. O árbitro costa-marfinense não nos ajudou nessa situação".
Aos oito minutos de jogo, Abul-Fatawu Dauda jogou a bola com a mão fora da área, tendo sido sancionado apenas com a cartolina amarela por Doue Noumandiez.
Christian Atsu, jogador do FC Porto, começou o jogo no banco, tendo entrado em campo a cerca de 15 minutos do fim, por troca com Wakaso. O central do Vitória de Guimarães N'Diaye foi titular, no Mali.
Condicionados, logo no início do torneio, pelo empate a duas bolas, com a República Democrática do Congo, os Estrelas Negras levaram a melhor sobre as Águias malianas, para justificar o estatuto de candidatos à vitória final, assegurando um último jogo mais tranquilo, segunda-feira, frente ao Níger, o teoricamente mais fraco do grupo.
O reverso da medalha é a suspensão, para a terceira partida, do ala do Espanyol, depois do segundo cartão amarelo na CAN, por, depois de converter o pnálti, ter levantado a camisola e mostrado a t-shirt com a inscrição "Alá é grande".
O seu treinador, James Appiah lamentou o gesto: "Falei com ele ao intervalo, não foi a melhor coisa para fazer e não a devia ter feito. Espero que lhe sirva de lição e aos outros jogadores".
O seleccionador do Mali, Patrice Caerteron, no final, criticou a arbitragem, que "não ajudou" a sua equipa.
"Não quero levantar polémicas, mas não compreendo porque é que o guarda-redes da Etiópia foi expulso (frente à Zâmbia, detentora do título, ndRed), enquanto aqui, o guardião ganês
também destruiu uma jogada de golo e só viu o cartão amarelo", comentou o técnico francês.
"Não é uma desculpa, mas um flagrante caso do jogo. O árbitro costa-marfinense não nos ajudou nessa situação".
Aos oito minutos de jogo, Abul-Fatawu Dauda jogou a bola com a mão fora da área, tendo sido sancionado apenas com a cartolina amarela por Doue Noumandiez.
Christian Atsu, jogador do FC Porto, começou o jogo no banco, tendo entrado em campo a cerca de 15 minutos do fim, por troca com Wakaso. O central do Vitória de Guimarães N'Diaye foi titular, no Mali.