Futebol Nacional
"Apito Dourado" - Compensação de Pinto de Sousa seria a reeleição
Depoimento do inspector titular do inquérito do "caso apito dourado", Casimiro Simões, coincide com a acusação do processo, no que respeita à "compensação" que Pinto de Sousa, ex-presidente da Comissão de Arbitragem da FPF, "cobraria" pelas nomeações : garantia de reeleição nos cargos que ocupava
O inspector titular do inquérito do Apito Dourado, Casimiro Simões, disse em tribunal, esta segunda-feira, que o ex-presidente da Comissão de Arbitragem da FPF, Pinto de Sousa, não agia "de forma gratuita" na selecção de árbitros para jogos do Gondomar SC.
"Era algo que o violentava", mas "não estava a fazer aquilo de forma gratuita", garantiu o inspector da PJ/Porto, explicando que Pinto de Sousa agia deste modo porque teria uma "compensação": a garantia de reeleição no cargo que ocupava.
A acusação do processo Apito Dourado de Gondomar, que continuou a ser julgado em segunda audiência, esta segunda-feira, vai no mesmo sentido.
Sustenta que o ex-presidente da Comissão de Arbitragem teria, como contrapartida das nomeações de árbitros, a pedido, os votos para ser reeleito para o órgão e as influências de Valentim Loureiro junto do poder político.
"Era algo que o violentava", mas "não estava a fazer aquilo de forma gratuita", garantiu o inspector da PJ/Porto, explicando que Pinto de Sousa agia deste modo porque teria uma "compensação": a garantia de reeleição no cargo que ocupava.
A acusação do processo Apito Dourado de Gondomar, que continuou a ser julgado em segunda audiência, esta segunda-feira, vai no mesmo sentido.
Sustenta que o ex-presidente da Comissão de Arbitragem teria, como contrapartida das nomeações de árbitros, a pedido, os votos para ser reeleito para o órgão e as influências de Valentim Loureiro junto do poder político.