Futebol Nacional
Associações Distritais de Futebol querem regresso ao antigo modelo da II Divisão
Associações Distritais de Futebol vão propor o regresso ao modelo das três séries de 16 clubes para a II Divisão
A Comissão Delegada das Associações Distritais de Futebol vai propor à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e Liga de Clubes o regresso da II divisão ao modelo das três séries de 16 clubes, se possível, já em 2008/2009.
Em Leiria, onde a comissão se reuniu, esta quinta-feira, ficou decidido solicitar "uma reunião com carácter de urgência à FPF e Liga" no sentido, explicou o porta-voz das associações, Júlio Vieira, de "trabalharmos um novo modelo para a II divisão".
"Todos concordámos que o melhor modelo seria a competição regressar às três séries, com 16 clubes, a jogarem entre si a duas voltas. Mas é fundamental que suba o campeão de cada uma das três séries e para isso precisamos da concordância da Liga", referiu no final da reunião.
De acordo com Júlio Vieira, que é também presidente da Associação de Futebol de Leiria, a entrada em vigor do novo quadro competitivo "depende da vontade das partes".
Em Leiria, foi, de novo, abordada a questão do novo Regime Jurídico: "Continuamos na expectativa para ver qual a versão final que vai sair para aprovação em Conselho de Ministros para analisar e, depois, agir em conformidade", explicou Júlio Vieira.
Em Leiria, onde a comissão se reuniu, esta quinta-feira, ficou decidido solicitar "uma reunião com carácter de urgência à FPF e Liga" no sentido, explicou o porta-voz das associações, Júlio Vieira, de "trabalharmos um novo modelo para a II divisão".
"Todos concordámos que o melhor modelo seria a competição regressar às três séries, com 16 clubes, a jogarem entre si a duas voltas. Mas é fundamental que suba o campeão de cada uma das três séries e para isso precisamos da concordância da Liga", referiu no final da reunião.
De acordo com Júlio Vieira, que é também presidente da Associação de Futebol de Leiria, a entrada em vigor do novo quadro competitivo "depende da vontade das partes".
Em Leiria, foi, de novo, abordada a questão do novo Regime Jurídico: "Continuamos na expectativa para ver qual a versão final que vai sair para aprovação em Conselho de Ministros para analisar e, depois, agir em conformidade", explicou Júlio Vieira.