Futebol Nacional
Associações sem consenso quanto à candidatura à FPF
As associações distritais e regionais de futebol ainda não chegaram a um consenso em relação à candidatura à direção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A reunião de quarta-feira à noite em Santarém foi inconclusiva.
O encontro prolongou-se até cerca da meia-noite e ficou decidida a realização de uma nova reunião em breve, tendo em conta que a data limite para apresentação de candidaturas é de 27 de outubro.
O presidente da Associação de Futebol de Leiria, Júlio Vieira, que falou em nome das associações que participaram na reunião, disse no final à agência Lusa que “não houve ainda entendimento quanto à melhor forma de abordar” o assunto.
“A discussão tem fundamentalmente a ver com o caminho melhor para o movimento associativo e para o futebol”, que poderá passar por uma solução “interna” alargada a árbitros e jogadores, ou pelo apoio a um candidato “externo”.
Outro dos temas abordados foi a audiência com o secretário de Estado do Desporto e Juventude, Alexandre Mestre, marcada para 27 de setembro.
Entre as preocupações das associações estão a assinatura do novo contrato-programa entre a FPF e o Instituto do Desporto, a questão do policiamento, a reposição dos diretores técnicos e, “mais uma vez, o risco de se continuar sem ter seleções distritais”.
O presidente da Associação de Futebol de Leiria, Júlio Vieira, que falou em nome das associações que participaram na reunião, disse no final à agência Lusa que “não houve ainda entendimento quanto à melhor forma de abordar” o assunto.
“A discussão tem fundamentalmente a ver com o caminho melhor para o movimento associativo e para o futebol”, que poderá passar por uma solução “interna” alargada a árbitros e jogadores, ou pelo apoio a um candidato “externo”.
Outro dos temas abordados foi a audiência com o secretário de Estado do Desporto e Juventude, Alexandre Mestre, marcada para 27 de setembro.
Entre as preocupações das associações estão a assinatura do novo contrato-programa entre a FPF e o Instituto do Desporto, a questão do policiamento, a reposição dos diretores técnicos e, “mais uma vez, o risco de se continuar sem ter seleções distritais”.