Futebol Nacional
Boavista SAD desce ao segundo escalão distrital portuense em nova despromoção
A Boavista SAD desceu hoje ao segundo escalão da Associação de Futebol do Porto, ao perder em Lousada (2-0), na 28.ª jornada da principal divisão distrital, quase um ano depois de ser relegado da I Liga.
A seis rondas do fim, os 'axadrezados' confirmaram a despromoção com a 22.ª derrota - somam ainda duas vitórias e quatro empates -, e continuam no 18.º e último lugar, com 10 pontos, já a uns inalcançáveis 23 da zona de permanência, numa prova em que descem os quatro últimos classificados.
A Boavista SAD tinha sido despromovida à II Liga em maio de 2025, após cumprir 11 épocas seguidas no escalão principal, do qual é um dos cinco campeões nacionais da história, devido ao título conquistado em 2000/01.
Os problemas financeiros viriam, depois, a impedir o licenciamento das 'panteras' para as provas organizadas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), deixando-os sem equipa profissional no verão, enquanto eram relegados por via administrativa para o escalão principal da associação do Porto.
Os portuenses têm alinhado como anfitriões no Parque Desportivo de Ramalde, a 2,5 quilómetros do Estádio do Bessa, inutilizado desde maio, e somam sete impedimentos de inscrição de novos futebolistas junto da FIFA.
Essas restrições já tinham vigorado em anos anteriores e reapareceram em 2025, travando a utilização dos reforços oficializados no verão e forçando a sociedade liderada pelo senegalês Fary Faye a alinhar com antigos e atuais jogadores da equipa de sub-19 'axadrezada', integrada na II Divisão nacional do escalão.
Por estar solidário com as dívidas da SAD, da qual detém 10% do capital social e acusou de falhar o cumprimento integral do protocolo celebrado entre as partes, o clube abdicou de competir na quarta e última divisão distrital em outubro, sem disputar qualquer partida esta temporada, já depois de ter lançado uma equipa sénior independente daquela sociedade.
O clube teve a sua liquidação aprovada em setembro, por estar a gerar prejuízos na massa insolvente, acumulando dívidas superiores a 150 milhões de euros (ME), enquanto a SAD viu os respetivos credores votarem por unanimidade a continuação da atividade da sociedade.
Em fevereiro, a administradora de insolvência, Maria Clarisse Barros, prescindiu da coadjuvação da direção 'axadrezada', presidida por Rui Garrido Pereira, na gestão da atividade do clube e passou a assegurá-la, na companhia de outra pessoa, com o acordo da comissão de credores.
A equipa do clube integrava a mesma divisão e série do Panteras Negras Footballers Club, que foi fundado em 2025 por adeptos contestatários da direção de Rui Garrido Pereira e cuja designação faz referência à claque e ao nome original do Boavista, estando na luta pela subida ao terceiro escalão distrital e na liderança a uma jornada do fim da primeira fase.
A Boavista SAD tinha sido despromovida à II Liga em maio de 2025, após cumprir 11 épocas seguidas no escalão principal, do qual é um dos cinco campeões nacionais da história, devido ao título conquistado em 2000/01.
Os problemas financeiros viriam, depois, a impedir o licenciamento das 'panteras' para as provas organizadas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), deixando-os sem equipa profissional no verão, enquanto eram relegados por via administrativa para o escalão principal da associação do Porto.
Os portuenses têm alinhado como anfitriões no Parque Desportivo de Ramalde, a 2,5 quilómetros do Estádio do Bessa, inutilizado desde maio, e somam sete impedimentos de inscrição de novos futebolistas junto da FIFA.
Essas restrições já tinham vigorado em anos anteriores e reapareceram em 2025, travando a utilização dos reforços oficializados no verão e forçando a sociedade liderada pelo senegalês Fary Faye a alinhar com antigos e atuais jogadores da equipa de sub-19 'axadrezada', integrada na II Divisão nacional do escalão.
Por estar solidário com as dívidas da SAD, da qual detém 10% do capital social e acusou de falhar o cumprimento integral do protocolo celebrado entre as partes, o clube abdicou de competir na quarta e última divisão distrital em outubro, sem disputar qualquer partida esta temporada, já depois de ter lançado uma equipa sénior independente daquela sociedade.
O clube teve a sua liquidação aprovada em setembro, por estar a gerar prejuízos na massa insolvente, acumulando dívidas superiores a 150 milhões de euros (ME), enquanto a SAD viu os respetivos credores votarem por unanimidade a continuação da atividade da sociedade.
Em fevereiro, a administradora de insolvência, Maria Clarisse Barros, prescindiu da coadjuvação da direção 'axadrezada', presidida por Rui Garrido Pereira, na gestão da atividade do clube e passou a assegurá-la, na companhia de outra pessoa, com o acordo da comissão de credores.
A equipa do clube integrava a mesma divisão e série do Panteras Negras Footballers Club, que foi fundado em 2025 por adeptos contestatários da direção de Rui Garrido Pereira e cuja designação faz referência à claque e ao nome original do Boavista, estando na luta pela subida ao terceiro escalão distrital e na liderança a uma jornada do fim da primeira fase.