1.ª Liga
Futebol Nacional
Carlos Vicens quer Sporting de Braga a "cuidar mais os detalhes" defensivos
O treinador Carlos Vicens disse hoje querer um Sporting de Braga mais concentrado defensivamente para evitar erros que custem derrotas e ganhar ao Vitória de Guimarães, sábado, na 23.ª jornada da I Liga de futebol.
“É um jogo que todos esperávamos desde domingo porque vimos de um resultado negativo [derrota por 2-1 com o Gil Vicente] e de um jogo menos bom, e queremos ressarcir-nos. Treinámos toda a semana focados no jogo de amanhã [sábado] para estarmos preparados e com energia para disputar o jogo, ganhar e dar uma alegria aos nossos adeptos pelo apoio que nos têm dado”, disse na conferência de imprensa de antevisão.
Carlos Vicens defendeu a necessidade de o Sporting de Braga não só “manter o mesmo nível de motivação e energia” ao longo dos jogos, como também de “concentração nos detalhes”, lembrando os golos sofridos de bolas paradas.
O Sporting de Braga tem tido dificuldades diante dos primeiros classificados, mas o treinador recordou as boas exibições da equipa no Dragão e em Alvalade, diante de FC Porto e Sporting, respetivamente, ou com o Benfica na Taça da Liga e no campeonato, contrariando a ideia da equipa ser “romântica”.
“Gerar ocasiões e não marcar golos é romantismo? Somos a segunda equipa com mais golos, a seguir ao Sporting, mas defensivamente temos que sofrer menos e isso passa por cuidar mais os detalhes. Na Amadora, estávamos a ganhar por 3-1 e dois despistes levaram a que perdêssemos dois pontos [3-3]. Com o Estoril, tivemos ocasiões para nos colocar na frente, mas não marcámos [derrota por 1-0], na final da Taça da Liga também. Como podemos compensar isso? Não sofrer golos”, disse.
Os rivais minhotos já jogaram duas vezes esta temporada, na primeira volta da I Liga, em Guimarães, onde empataram (1-1), e na final da Taça da Liga, em 10 de janeiro, em Leiria, com o triunfo a cair para o lado dos vimaranenses (2-1), mas o treinador recusou a ideia de existir um sentimento de desforra.
“Há o sentimento de que é um jogo especial, também porque é o jogo seguinte. Não o vamos preparar a pensar nesses dois jogos anteriores, mas no que temos que melhorar em relação ao nosso último jogo. Queremos ganhar sendo uma equipa competitiva e aguerrida”, disse.
Zalazar deu uma entrevista a um jornal espanhol no início da semana que terá caído mal nas hostes minhotas, mas Carlos Vicens garantiu que essa questão foi tratada “internamente” e o médio internacional uruguaio “está com a cabeça única e exclusivamente em oferecer a sua melhor versão” diante do rival de Guimarães.
Já Niakaté, Vítor Carvalho, Gorby e El Ouazzani, lesionados, continuam de fora.
Carlos Vicens defendeu a necessidade de o Sporting de Braga não só “manter o mesmo nível de motivação e energia” ao longo dos jogos, como também de “concentração nos detalhes”, lembrando os golos sofridos de bolas paradas.
O Sporting de Braga tem tido dificuldades diante dos primeiros classificados, mas o treinador recordou as boas exibições da equipa no Dragão e em Alvalade, diante de FC Porto e Sporting, respetivamente, ou com o Benfica na Taça da Liga e no campeonato, contrariando a ideia da equipa ser “romântica”.
“Gerar ocasiões e não marcar golos é romantismo? Somos a segunda equipa com mais golos, a seguir ao Sporting, mas defensivamente temos que sofrer menos e isso passa por cuidar mais os detalhes. Na Amadora, estávamos a ganhar por 3-1 e dois despistes levaram a que perdêssemos dois pontos [3-3]. Com o Estoril, tivemos ocasiões para nos colocar na frente, mas não marcámos [derrota por 1-0], na final da Taça da Liga também. Como podemos compensar isso? Não sofrer golos”, disse.
Os rivais minhotos já jogaram duas vezes esta temporada, na primeira volta da I Liga, em Guimarães, onde empataram (1-1), e na final da Taça da Liga, em 10 de janeiro, em Leiria, com o triunfo a cair para o lado dos vimaranenses (2-1), mas o treinador recusou a ideia de existir um sentimento de desforra.
“Há o sentimento de que é um jogo especial, também porque é o jogo seguinte. Não o vamos preparar a pensar nesses dois jogos anteriores, mas no que temos que melhorar em relação ao nosso último jogo. Queremos ganhar sendo uma equipa competitiva e aguerrida”, disse.
Zalazar deu uma entrevista a um jornal espanhol no início da semana que terá caído mal nas hostes minhotas, mas Carlos Vicens garantiu que essa questão foi tratada “internamente” e o médio internacional uruguaio “está com a cabeça única e exclusivamente em oferecer a sua melhor versão” diante do rival de Guimarães.
Já Niakaté, Vítor Carvalho, Gorby e El Ouazzani, lesionados, continuam de fora.
Sporting de Braga, quinto classificado, com 39 pontos, e Vitória de Guimarães, oitavo, com 31, defrontam-se a partir das 20:30 de sábado, no Estádio Municipal de Braga, jogo que será arbitrado por João Pinheiro, da Associação de Futebol de Braga.
Carlos Vicens quer que "respeito impere" no futebol e diz "não ao racismo"
O treinador do Sporting de Braga, Carlos Vicens, frisou hoje a importância de dizer “não ao racismo” e fazer com que o respeito impere no desporto e no futebol.
O técnico espanhol notou não ter vivido o episódio no recente Benfica–Real Madrid, da Liga dos Campeões, envolvendo Prestianni e Vinicius Júnior, da equipa espanhola, com o internacional brasileiro a acusar o jogador argentino dos ‘encarnados’ de um insulto racista.
“Do lado do Braga, o que posso dizer é que, como profissionais e também como cidadãos integrados numa comunidade, queremos ajudar a que um dos valores que impere no desporto e no futebol seja o respeito e não dar vida ao racismo. Como cidadãos, temos que ajudar a que estes temas não existam. Tem de haver respeito e, obviamente, sem racismo”, disse na antevisão do jogo com o Vitória de Guimarães, da 23.ª jornada da I Liga.
Sobre a possível lei que a FIFA estará a preparar para impedir jogadores de tapar a boca, respondeu não ter opinião formada.
“Mas, há assuntos que queres comentar com um companheiro e não queres que as câmaras ouçam sem que tenha a ver com o adversário. São temas delicados, não é tão fácil impor leis. O que tem de imperar são os valores do desporto e da sociedade e dizer não ao racismo”, concluiu.
O técnico espanhol notou não ter vivido o episódio no recente Benfica–Real Madrid, da Liga dos Campeões, envolvendo Prestianni e Vinicius Júnior, da equipa espanhola, com o internacional brasileiro a acusar o jogador argentino dos ‘encarnados’ de um insulto racista.
“Do lado do Braga, o que posso dizer é que, como profissionais e também como cidadãos integrados numa comunidade, queremos ajudar a que um dos valores que impere no desporto e no futebol seja o respeito e não dar vida ao racismo. Como cidadãos, temos que ajudar a que estes temas não existam. Tem de haver respeito e, obviamente, sem racismo”, disse na antevisão do jogo com o Vitória de Guimarães, da 23.ª jornada da I Liga.
Sobre a possível lei que a FIFA estará a preparar para impedir jogadores de tapar a boca, respondeu não ter opinião formada.
“Mas, há assuntos que queres comentar com um companheiro e não queres que as câmaras ouçam sem que tenha a ver com o adversário. São temas delicados, não é tão fácil impor leis. O que tem de imperar são os valores do desporto e da sociedade e dizer não ao racismo”, concluiu.