Futebol Nacional
Caso Durán. "Gostaria que o árbitro tivesse explicado melhor", diz o presidente do Conselho de Arbitragem
Sobre o caso Durán e a expulsão do árbitro Cláudio Pereira, no jogo Benfica frente ao Santa Clara, Luciano Gonçalves justificou que era objetivo “condenar” uma atitude do jogador que “provocou a ira dos adversários”, apesar de ser impercetível.
Em entrevista à RTP Notícias, o presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol admite que Cláudio Pereira se podia ter “explicado melhor e que iria ter o mesmo fim”.
Espera-se que em breve que o Conselho de Disciplina chame “novamente o árbitro”, para o questionar e pedir explicações.
“Como está distante da equipa de arbitragem, quis condenar aquela atitude que provocou toda aquela ira, mas a forma como o escreveu, certamente, não foi a forma mais clara”, continuou. “Gostaria que o árbitro tivesse explicado melhor toda a ação”.
Quanto ao caso que envolve Hélder Malheiro e as fugas de informação, Luciano Gonçalves disse que o referido árbitro “transmitiu ao ex-diretor-técnico Nacional que tinha sabido dessa informação 15 dias antes (…) da realização do jogo”.
“Não é possível de forma nenhuma que ele tenha sabido, ou que alguém tenha sabido, através do Conselho de Arbitragem porque o processo é muito claro”, argumentou. “O processo de nomeações é sempre feito no domingo à noite, após os jogos, consoante os jogos do fim de semana vão decorrendo”.
Para Luciano Gonçalves, é normal a “abertura e partilha de opiniões”. Além de que todos os responsáveis de clubes têm o seu contacto.
O presidente do Conselho de Arbitragem explicou ainda que é normal que “os jogos mais importantes e mais mediáticos” tenham “os árbitros internacionais e não internacionais”.
“É uma questão de matemática fácil de fazer: são nove árbitros internacionais, são dois árbitros dos mais experientes – André Narciso e Hélder Malheiro”.
Espera-se que em breve que o Conselho de Disciplina chame “novamente o árbitro”, para o questionar e pedir explicações.
“Como está distante da equipa de arbitragem, quis condenar aquela atitude que provocou toda aquela ira, mas a forma como o escreveu, certamente, não foi a forma mais clara”, continuou. “Gostaria que o árbitro tivesse explicado melhor toda a ação”.
Quanto ao caso que envolve Hélder Malheiro e as fugas de informação, Luciano Gonçalves disse que o referido árbitro “transmitiu ao ex-diretor-técnico Nacional que tinha sabido dessa informação 15 dias antes (…) da realização do jogo”.
“Não é possível de forma nenhuma que ele tenha sabido, ou que alguém tenha sabido, através do Conselho de Arbitragem porque o processo é muito claro”, argumentou. “O processo de nomeações é sempre feito no domingo à noite, após os jogos, consoante os jogos do fim de semana vão decorrendo”.
Para Luciano Gonçalves, é normal a “abertura e partilha de opiniões”. Além de que todos os responsáveis de clubes têm o seu contacto.
O presidente do Conselho de Arbitragem explicou ainda que é normal que “os jogos mais importantes e mais mediáticos” tenham “os árbitros internacionais e não internacionais”.
“É uma questão de matemática fácil de fazer: são nove árbitros internacionais, são dois árbitros dos mais experientes – André Narciso e Hélder Malheiro”.