Futebol Nacional
César Peixoto despede-se do Gil Vicente com "coração apertado"
O treinador César Peixoto despediu-se hoje do Gil Vicente com uma mensagem emotiva, assumindo que deixa Barcelos de “coração apertado”, após um ciclo de época e meia que culminou com um sexto lugar na I Liga.
Num vídeo divulgado nas redes sociais dos gilistas, o técnico de 46 anos, que vai prosseguir a carreira no Wolverhampton, do segundo escalão inglês, recordou o percurso iniciado em março de 2025, quando assumiu a equipa numa fase delicada da temporada.
“Chegou um momento difícil para mim. É o quebrar de um ciclo que foi muito feliz para mim e de muito crescimento. Acho que eu e a minha equipa técnica conseguimos fazer aqui um trabalho fantástico”, afirmou.
César Peixoto destacou a evolução estrutural do clube desde a sua chegada, apontando a criação de “alicerces para o futuro” e de um “ADN forte” como algumas das principais marcas deixadas em Barcelos.
“Criámos uma equipa forte, criámos, penso eu, um bom ADN de clube forte também, uma estrutura forte, onde nós fizemos este ano uma época fantástica na minha maneira de ver. Não só em termos de resultados e em termos de números, mas também em termos de paixão, de envolvimento e de qualidade de jogo”, referiu.
O treinador conduziu o Gil Vicente ao sexto lugar da I Liga em 2025/26, a melhor classificação de sempre do emblema minhoto no principal escalão do futebol português, depois de ter assegurado a manutenção na época anterior.
Na despedida, o técnico salientou o orgulho pelo crescimento coletivo alcançado no clube e fez questão de repartir os méritos pelos jogadores e restantes elementos da estrutura.
“Sinto-me muito orgulhoso do crescimento que fizemos todos aqui dentro, porque eu sozinho não conseguiria nada. Tive a ajuda de muita gente que está por 'trás das câmaras', principalmente dos jogadores, que vão ser para mim sempre as estrelas deste jogo”, disse.
O antigo internacional português admitiu que esta última passagem por Barcelos teve um significado especial, atendendo à ligação que mantém com o Gil Vicente, clube que representou também como jogador.
“É um adeus, mas com o coração apertado, porque tive três anos cá como jogador, fui capitão, agora mais um ano e meio. São quatro anos e meio de Gil Vicente. Não é um clube indiferente para mim, não pode ser”, confessou.
César Peixoto agradeceu ainda o apoio dos adeptos, da direção e dos jogadores, sublinhando que continuará a acompanhar o percurso dos gilistas mesmo à distância.
“Vou estar sempre a torcer pelo Gil Vicente, sempre a ver todos os jogos. Mesmo estando no estrangeiro, vou ser mais um a torcer para que corra tudo muito bem”, garantiu.
Apesar da componente emocional associada à despedida, o treinador justificou a mudança para Inglaterra com a necessidade de dar um novo passo na carreira.
“Enquanto profissional, eu tenho que dar este passo. Se fosse pelo coração, não o daria, mas enquanto profissional eu tenho que o dar. Sinto que é uma oportunidade importante para mim”, explicou.
O Wolverhampton, que foi despromovido ao ‘Championship’ depois de ter sido último na ‘Premier League’, deverá pagar ao Gil Vicente uma verba próxima de um milhão de euros por contratar Peixoto, que será o quarto treinador luso na história dos 'Wolves", depois de Nuno Espírito Santo, Bruno Lage e Vítor Pereira.
Segundo vários órgãos de comunicação social, Luís Pinto, que orientou o Vitória de Guimarães na última época, deve suceder a César Peixoto no comando técnico dos barcelenses.
“Chegou um momento difícil para mim. É o quebrar de um ciclo que foi muito feliz para mim e de muito crescimento. Acho que eu e a minha equipa técnica conseguimos fazer aqui um trabalho fantástico”, afirmou.
César Peixoto destacou a evolução estrutural do clube desde a sua chegada, apontando a criação de “alicerces para o futuro” e de um “ADN forte” como algumas das principais marcas deixadas em Barcelos.
“Criámos uma equipa forte, criámos, penso eu, um bom ADN de clube forte também, uma estrutura forte, onde nós fizemos este ano uma época fantástica na minha maneira de ver. Não só em termos de resultados e em termos de números, mas também em termos de paixão, de envolvimento e de qualidade de jogo”, referiu.
O treinador conduziu o Gil Vicente ao sexto lugar da I Liga em 2025/26, a melhor classificação de sempre do emblema minhoto no principal escalão do futebol português, depois de ter assegurado a manutenção na época anterior.
Na despedida, o técnico salientou o orgulho pelo crescimento coletivo alcançado no clube e fez questão de repartir os méritos pelos jogadores e restantes elementos da estrutura.
“Sinto-me muito orgulhoso do crescimento que fizemos todos aqui dentro, porque eu sozinho não conseguiria nada. Tive a ajuda de muita gente que está por 'trás das câmaras', principalmente dos jogadores, que vão ser para mim sempre as estrelas deste jogo”, disse.
O antigo internacional português admitiu que esta última passagem por Barcelos teve um significado especial, atendendo à ligação que mantém com o Gil Vicente, clube que representou também como jogador.
“É um adeus, mas com o coração apertado, porque tive três anos cá como jogador, fui capitão, agora mais um ano e meio. São quatro anos e meio de Gil Vicente. Não é um clube indiferente para mim, não pode ser”, confessou.
César Peixoto agradeceu ainda o apoio dos adeptos, da direção e dos jogadores, sublinhando que continuará a acompanhar o percurso dos gilistas mesmo à distância.
“Vou estar sempre a torcer pelo Gil Vicente, sempre a ver todos os jogos. Mesmo estando no estrangeiro, vou ser mais um a torcer para que corra tudo muito bem”, garantiu.
Apesar da componente emocional associada à despedida, o treinador justificou a mudança para Inglaterra com a necessidade de dar um novo passo na carreira.
“Enquanto profissional, eu tenho que dar este passo. Se fosse pelo coração, não o daria, mas enquanto profissional eu tenho que o dar. Sinto que é uma oportunidade importante para mim”, explicou.
O Wolverhampton, que foi despromovido ao ‘Championship’ depois de ter sido último na ‘Premier League’, deverá pagar ao Gil Vicente uma verba próxima de um milhão de euros por contratar Peixoto, que será o quarto treinador luso na história dos 'Wolves", depois de Nuno Espírito Santo, Bruno Lage e Vítor Pereira.
Segundo vários órgãos de comunicação social, Luís Pinto, que orientou o Vitória de Guimarães na última época, deve suceder a César Peixoto no comando técnico dos barcelenses.
(Com Lusa)