Futebol Nacional
Conselho de Disciplina multa Sporting de Braga e Vitória de Guimarães em mais de 39 mil euros
O jogo Sporting de Braga-Vitória de Guimarães, da 23.ª jornada da I Liga de futebol, resultou num total de multas superior a 39.000 euros, aplicadas às duas SAD e a diversos agentes desportivos, indica o mapa de castigos divulgado.
O jogo Sporting de Braga-Vitória de Guimarães, da 23.ª jornada da I Liga de futebol, resultou num total de multas superior a 39.000 euros, aplicadas às duas SAD e a diversos agentes desportivos, indica o mapa de castigos hoje divulgado.
O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) multou a SAD do Sporting de Braga num valor total de 32.895 euros, por três motivos distintos, sendo que a punição de maior valor (14.280) ficou a dever-se ao “arremesso de objetos com reflexo no jogo”, nomeadamente pirotecnia, fez com o jogo estivesse “interrompido, na primeira parte, durante cinco minutos”.
Os bracarenses foram também multados por “arremesso de objetos sem reflexo no jogo”, em 10.200 euros, e por “incumprimento de deveres relativos à realização das entrevistas regulares” (6.375).
Segundo o CD, “a flash interview, iniciou-se 12 minutos após o final da super flash, em virtude da chegada tardia” do treinador dos bracarenses, Carlos Vicens, que também foi multado em 1.275 euros, tal como o direto de comunicação do clube, Alexandre Carvalho (612 euros).
A SAD do Vitória de Guimarães foi punida com um total de 4.408 euros em multas, 2.230 dos quais por “comportamento incorreto do público”, e 1.428 devido ao “atraso no início do jogo” em oito minutos, sem que tenha sido apresentada qualquer justificação.
O encontro, disputado no sábado, terminou com a vitória do Sporting de Braga por 3-2, e ficou marcado pela proibição da Polícia de Segurança Pública (PSP) de adeptos ‘arsenalistas’ exibirem uma tela de promoção ao clube e à cidade, antes do encontro.
Após o jogo, o Sporting de Braga deixou críticas à PSP e, entretanto, reuniu com a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga de clubes, na quarta-feira, para expor a situação.
A PSP informou ter inviabilizado a exibição da tela por questões de segurança dos espetadores, nomeadamente pela natureza inflamável dos materiais, por se encontrarem perto de artefactos pirotécnicos, e também por considerar que as mensagens “não evidenciavam qualquer manifestação clara e inequívoca de apoio à equipa”.
O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) multou a SAD do Sporting de Braga num valor total de 32.895 euros, por três motivos distintos, sendo que a punição de maior valor (14.280) ficou a dever-se ao “arremesso de objetos com reflexo no jogo”, nomeadamente pirotecnia, fez com o jogo estivesse “interrompido, na primeira parte, durante cinco minutos”.
Os bracarenses foram também multados por “arremesso de objetos sem reflexo no jogo”, em 10.200 euros, e por “incumprimento de deveres relativos à realização das entrevistas regulares” (6.375).
Segundo o CD, “a flash interview, iniciou-se 12 minutos após o final da super flash, em virtude da chegada tardia” do treinador dos bracarenses, Carlos Vicens, que também foi multado em 1.275 euros, tal como o direto de comunicação do clube, Alexandre Carvalho (612 euros).
A SAD do Vitória de Guimarães foi punida com um total de 4.408 euros em multas, 2.230 dos quais por “comportamento incorreto do público”, e 1.428 devido ao “atraso no início do jogo” em oito minutos, sem que tenha sido apresentada qualquer justificação.
O encontro, disputado no sábado, terminou com a vitória do Sporting de Braga por 3-2, e ficou marcado pela proibição da Polícia de Segurança Pública (PSP) de adeptos ‘arsenalistas’ exibirem uma tela de promoção ao clube e à cidade, antes do encontro.
Após o jogo, o Sporting de Braga deixou críticas à PSP e, entretanto, reuniu com a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga de clubes, na quarta-feira, para expor a situação.
A PSP informou ter inviabilizado a exibição da tela por questões de segurança dos espetadores, nomeadamente pela natureza inflamável dos materiais, por se encontrarem perto de artefactos pirotécnicos, e também por considerar que as mensagens “não evidenciavam qualquer manifestação clara e inequívoca de apoio à equipa”.