Futebol Nacional
Estrela Amadora - Jogadores querem paralisação da classe...
Os jogadores do Estrela da Amadora defenderam esta quarta-feira uma paralisação geral dos futebolistas profissionais, caso falhem medidas concretas assumidas em conjunto pela classe para evitar situações de salários em atraso semelhantes àquela que vivem no clube.
Em comunicado, os jogadores, que assinalam ter a solidariedade de treinadores e demais funcionários afectos ao futebol profissional do clube, recordam "a gravidade do incumprimento salarial (6 meses, a caminho dos 7), apesar da ajuda do Sindicato dos Jogadores", a qual agradecem.
"Queremos apelar à união de todos os profissionais de futebol no sentido de uma exigência conjunta na adopção de medidas concretas que impeçam a repetição destes problemas na próxima época desportiva" e, "caso essas medidas não sejam aprovadas e implementadas, deve, salvo melhor opinião, ser tomada uma atitude definitiva que passará, obviamente, pela paralisação geral à semelhança do que sucede noutros países", defendem.
No documento, os jogadores recordam que têm sido "confrontados com situações concretas, com realce para os graves problemas pessoais e familiares que se traduzem no não pagamento de encargos inerentes, designadamente, electricidade, escolas dos filhos e prestações bancárias", falando mesmo de uma situação em que um atleta foi obrigado a mudar de casa devido a uma acção de despejo motivada por rendas em atraso.
Falam também daquilo que classificam como "as sucessivas promessas incumpridas pelo Presidente da Direcção" do clube, nomeadamente a resolução até Janeiro do Plano Extrajudicial de Conciliação (PEC), embora já se esteja em Março, e da situação dos salários em atraso até ao jogo do Nacional, tendo já passado duas semanas.
Na sequência desta situação, os atletas decidiram emitir este comunicado com "o desejo de alertar e solicitar a ajuda de quem de direito, por um lado e, por outro, para obstar à repetição destas situações".
Com 18 milhões de euros em dívida, o clube atravessa uma grave crise financeira.
Os futebolistas já avançaram esta época com dois pré-avisos de greve, o primeiro para os jogos com Paços de Ferreira e Sporting, da 10 e 11 jornadas, e para o encontro com o FC Porto, a 17 de Dezembro, mas, apesar de estarem a caminho do sétimo mês sem receber salários, nunca concretizaram as greves.
"Queremos apelar à união de todos os profissionais de futebol no sentido de uma exigência conjunta na adopção de medidas concretas que impeçam a repetição destes problemas na próxima época desportiva" e, "caso essas medidas não sejam aprovadas e implementadas, deve, salvo melhor opinião, ser tomada uma atitude definitiva que passará, obviamente, pela paralisação geral à semelhança do que sucede noutros países", defendem.
No documento, os jogadores recordam que têm sido "confrontados com situações concretas, com realce para os graves problemas pessoais e familiares que se traduzem no não pagamento de encargos inerentes, designadamente, electricidade, escolas dos filhos e prestações bancárias", falando mesmo de uma situação em que um atleta foi obrigado a mudar de casa devido a uma acção de despejo motivada por rendas em atraso.
Falam também daquilo que classificam como "as sucessivas promessas incumpridas pelo Presidente da Direcção" do clube, nomeadamente a resolução até Janeiro do Plano Extrajudicial de Conciliação (PEC), embora já se esteja em Março, e da situação dos salários em atraso até ao jogo do Nacional, tendo já passado duas semanas.
Na sequência desta situação, os atletas decidiram emitir este comunicado com "o desejo de alertar e solicitar a ajuda de quem de direito, por um lado e, por outro, para obstar à repetição destas situações".
Com 18 milhões de euros em dívida, o clube atravessa uma grave crise financeira.
Os futebolistas já avançaram esta época com dois pré-avisos de greve, o primeiro para os jogos com Paços de Ferreira e Sporting, da 10 e 11 jornadas, e para o encontro com o FC Porto, a 17 de Dezembro, mas, apesar de estarem a caminho do sétimo mês sem receber salários, nunca concretizaram as greves.