Futebol Nacional
"Falha de comunicação" permitiu golo irregular no Académica-Benfica, justifica Vítor Pereira
Em confer~encia de imprensa, o presidente da Comissão de Arbitragem (CA) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Vítor Pereira, reconheceu hoje a irregularidade do golo da vitória do Benfica 1-0 na Académica, na 16. jornada, mas defendeu o trio de "juízes".
Houve uma "falha de comunicação" de Emano Santos e o assistente no Académica-Benfica, segundo justificou hoje Vítor Pereira:
"É uma situação fácil para o árbitro assistente. Não tem dúvida que
(Saviola) está em posição irregular. Apercebe-se que a bola bate em alguém, mas não sabe se nele ou outro jogador. O árbitro sabe que bate naquele jogador, mas não sabe se está em fora de jogo".
Segundo Vítor Pereira, o erro foi motivado por uma falha de comunicação:
"É lamentável, pois o golo deveria ter sido invalidado e não foi. O que
aprendemos é que em primeiro lugar a comunicação tem de ser eficaz e em segundo o jogador que está em fora de jogo deve ser sancionado. Toma parte ativa no jogo".
Em causa, está o livre de Cardozo (19 m) que foi desviado pelo braço
de Saviola, em posição de fora de jogo, dupla infração que não foi vislumbrada pelo árbitro Elmano Santos ou o seu auxiliar.
"É uma situação fácil para o árbitro assistente. Não tem dúvida que
(Saviola) está em posição irregular. Apercebe-se que a bola bate em alguém, mas não sabe se nele ou outro jogador. O árbitro sabe que bate naquele jogador, mas não sabe se está em fora de jogo".
Segundo Vítor Pereira, o erro foi motivado por uma falha de comunicação:
"É lamentável, pois o golo deveria ter sido invalidado e não foi. O que
aprendemos é que em primeiro lugar a comunicação tem de ser eficaz e em segundo o jogador que está em fora de jogo deve ser sancionado. Toma parte ativa no jogo".
Em causa, está o livre de Cardozo (19 m) que foi desviado pelo braço
de Saviola, em posição de fora de jogo, dupla infração que não foi vislumbrada pelo árbitro Elmano Santos ou o seu auxiliar.