Futebol Nacional
Liga Europa
FC Porto termina com quase 24 ME em prémios, Braga já passou dos 25,5 ME
O FC Porto receberá 23,612 milhões de euros (ME) pela participação na Liga Europa de futebol em 2025/26, após ser hoje eliminado nos quartos de final, enquanto o Sporting de Braga rumou às ‘meias’ e contabiliza 25,568 ME.
Uma semana depois de terem empatado 1-1 nas receções ao Nottingham Forest, orientado pelo ex-treinador ‘azul e branco’ Vítor Pereira, e ao Betis, respetivamente, os ‘dragões’ perderam fora com os ingleses (1-0) e os ‘arsenalistas’ ganharam com reviravolta no terreno dos espanhóis (4-2).
O FC Porto, vencedor da segunda prova europeia de clubes em 2002/03 e 2010/11, falhou o prémio de 4,2 ME associado à presença nas ‘meias’, ao contrário do Sporting de Braga, que regressa ao lote de semifinalistas pela primeira vez desde 2010/11, tendo perdido com os ‘dragões’ numa final inteiramente portuguesa (1-0), disputada em Dublin, na República da Irlanda.
Os dois clubes ultrapassaram as verbas arrecadadas na época passada, quando, na primeira edição com uma fase de liga de 36 equipas, em vez da fase de grupos disputada por 32, o FC Porto recebeu 16,488 ME, ao ceder diante dos italianos da Roma nos ‘oitavos’, e o Sporting de Braga, afastado no patamar principal, não passou dos 13,437 ME.
A exemplo de 2024/25, os ‘azuis e brancos’ entraram esta temporada diretamente na fase de liga da prova e captaram, desde logo, 4,31 ME, ao passo que os minhotos juntaram a esse valor-base um montante de 350.000 euros decorrentes das rondas preliminares, nas quais ultrapassaram os búlgaros do Levski Sofia, os romenos do Cluj e os gibraltinos do Lincoln Red Imps.
Em termos de valor pilar, que está associado ao volume de mercado do respetivo país e ao coeficiente dos clubes no ranking da UEFA a cinco e 10 anos para as partes europeia e não europeia, o FC Porto arrecadou 9,31 ME, contra 6,797 ME do Sporting de Braga.
Os ‘dragões’ tiveram 6,51 ME do fator europeu, no qual foram sétimos - o montante mínimo de 217.000 euros foi multiplicado por 30 parcelas -, e 2,80 ME do não europeu, ao serem segundos - 80 mil euros por 35.
No caso dos ‘arsenalistas’, 4,557 ME resultaram da parte europeia, face ao 16.º lugar nessa contabilidade, e 2,240 ME da não europeia, ao serem nonos.
Além do prémio inicial e do valor pilar, os dois clubes ganharam dinheiro pelo desempenho a partir da fase de liga, na qual FC Porto e Sporting de Braga terminaram no quinto e sexto lugares, ambos de acesso direto aos ‘oitavos’, com 17 pontos, após cinco vitórias, dois empates e uma derrota.
Cada vitória rendeu 450.000 euros, para um total de 2,25 ME, e uma igualdade deu 150 mil, até aos 300.000, tendo a classificação possibilitado, com o remanescente dos empates, bónus de 2,592 ME aos portuenses - 32 parcelas multiplicadas por 81 mil euros - e de 2,511 ME aos minhotos - 31 por 81 mil.
Como houve 25 igualdades nessa fase, num excedente de 3,75 ME, cada lugar passou a valer 81.000 euros a mais face à posição imediatamente inferior, em detrimento dos 75 mil euros inicialmente tabelados pela UEFA.
FC Porto e Sporting de Braga tiveram ainda 600.000 euros por terminarem no top 8 e 1,75 ME pela entrada automática nos ‘oitavos’, tornando-se os primeiros clubes portugueses a fazê-lo desde a última mudança de formato no patamar principal da Liga Europa, cenário que permitiu evitar o play-off.
Se os ‘azuis e brancos’ bateram por duas vezes os alemães do Estugarda (2-1 fora e 2-0 em casa), os ‘arsenalistas’ começaram por perder diante do Ferencváros (2-0), mas inverteram a eliminatória na receção aos húngaros (4-0), garantindo a bonificação de 2,5 ME inerente à chegada aos ‘quartos’.
FC Porto e Sporting de Braga tiveram destinos diferentes nos 'quartos', com os 23,612 ME de prémios globais dos ‘dragões’ a ficarem atrás dos montantes dos quatro semifinalistas, entre os quais estão, além dos ‘arsenalistas’, com 25,568 ME, os ingleses do Aston Villa (28,003 ME) e do Nottingham Forest (24,086 ME) e os alemães do Friburgo (25,627 ME).
O Betis ficou à frente do FC Porto nessa contabilidade (23,658 ME), mas foi ultrapassado pelo Sporting de Braga, que pode juntar mais sete ME se suplantar o Friburgo e chegar à final, marcada para 20 de maio, no Estádio do Besiktas, em Istambul, na Turquia, e seis ME pela conquista do troféu.
A UEFA destinará ainda quatro ME aos finalistas da Supertaça Europeia, a ser disputada em agosto entre os vencedores da Liga dos Campeões e da Liga Europa, com a equipa triunfante a ter uma verba adicional de um ME.
A Liga Europa distribui prémios totais de 565 ME aos clubes, bem longe dos 2,467 mil ME da Liga dos Campeões, na qual o bicampeão português Sporting foi afastado na véspera pelos ingleses do Arsenal nos ‘quartos’ e fechou com 79,582 ME, mais de três vezes face ao Sporting de Braga, único representante luso ainda em ação esta época nas provas da UEFA.
O FC Porto, vencedor da segunda prova europeia de clubes em 2002/03 e 2010/11, falhou o prémio de 4,2 ME associado à presença nas ‘meias’, ao contrário do Sporting de Braga, que regressa ao lote de semifinalistas pela primeira vez desde 2010/11, tendo perdido com os ‘dragões’ numa final inteiramente portuguesa (1-0), disputada em Dublin, na República da Irlanda.
Os dois clubes ultrapassaram as verbas arrecadadas na época passada, quando, na primeira edição com uma fase de liga de 36 equipas, em vez da fase de grupos disputada por 32, o FC Porto recebeu 16,488 ME, ao ceder diante dos italianos da Roma nos ‘oitavos’, e o Sporting de Braga, afastado no patamar principal, não passou dos 13,437 ME.
A exemplo de 2024/25, os ‘azuis e brancos’ entraram esta temporada diretamente na fase de liga da prova e captaram, desde logo, 4,31 ME, ao passo que os minhotos juntaram a esse valor-base um montante de 350.000 euros decorrentes das rondas preliminares, nas quais ultrapassaram os búlgaros do Levski Sofia, os romenos do Cluj e os gibraltinos do Lincoln Red Imps.
Em termos de valor pilar, que está associado ao volume de mercado do respetivo país e ao coeficiente dos clubes no ranking da UEFA a cinco e 10 anos para as partes europeia e não europeia, o FC Porto arrecadou 9,31 ME, contra 6,797 ME do Sporting de Braga.
Os ‘dragões’ tiveram 6,51 ME do fator europeu, no qual foram sétimos - o montante mínimo de 217.000 euros foi multiplicado por 30 parcelas -, e 2,80 ME do não europeu, ao serem segundos - 80 mil euros por 35.
No caso dos ‘arsenalistas’, 4,557 ME resultaram da parte europeia, face ao 16.º lugar nessa contabilidade, e 2,240 ME da não europeia, ao serem nonos.
Além do prémio inicial e do valor pilar, os dois clubes ganharam dinheiro pelo desempenho a partir da fase de liga, na qual FC Porto e Sporting de Braga terminaram no quinto e sexto lugares, ambos de acesso direto aos ‘oitavos’, com 17 pontos, após cinco vitórias, dois empates e uma derrota.
Cada vitória rendeu 450.000 euros, para um total de 2,25 ME, e uma igualdade deu 150 mil, até aos 300.000, tendo a classificação possibilitado, com o remanescente dos empates, bónus de 2,592 ME aos portuenses - 32 parcelas multiplicadas por 81 mil euros - e de 2,511 ME aos minhotos - 31 por 81 mil.
Como houve 25 igualdades nessa fase, num excedente de 3,75 ME, cada lugar passou a valer 81.000 euros a mais face à posição imediatamente inferior, em detrimento dos 75 mil euros inicialmente tabelados pela UEFA.
FC Porto e Sporting de Braga tiveram ainda 600.000 euros por terminarem no top 8 e 1,75 ME pela entrada automática nos ‘oitavos’, tornando-se os primeiros clubes portugueses a fazê-lo desde a última mudança de formato no patamar principal da Liga Europa, cenário que permitiu evitar o play-off.
Se os ‘azuis e brancos’ bateram por duas vezes os alemães do Estugarda (2-1 fora e 2-0 em casa), os ‘arsenalistas’ começaram por perder diante do Ferencváros (2-0), mas inverteram a eliminatória na receção aos húngaros (4-0), garantindo a bonificação de 2,5 ME inerente à chegada aos ‘quartos’.
FC Porto e Sporting de Braga tiveram destinos diferentes nos 'quartos', com os 23,612 ME de prémios globais dos ‘dragões’ a ficarem atrás dos montantes dos quatro semifinalistas, entre os quais estão, além dos ‘arsenalistas’, com 25,568 ME, os ingleses do Aston Villa (28,003 ME) e do Nottingham Forest (24,086 ME) e os alemães do Friburgo (25,627 ME).
O Betis ficou à frente do FC Porto nessa contabilidade (23,658 ME), mas foi ultrapassado pelo Sporting de Braga, que pode juntar mais sete ME se suplantar o Friburgo e chegar à final, marcada para 20 de maio, no Estádio do Besiktas, em Istambul, na Turquia, e seis ME pela conquista do troféu.
A UEFA destinará ainda quatro ME aos finalistas da Supertaça Europeia, a ser disputada em agosto entre os vencedores da Liga dos Campeões e da Liga Europa, com a equipa triunfante a ter uma verba adicional de um ME.
A Liga Europa distribui prémios totais de 565 ME aos clubes, bem longe dos 2,467 mil ME da Liga dos Campeões, na qual o bicampeão português Sporting foi afastado na véspera pelos ingleses do Arsenal nos ‘quartos’ e fechou com 79,582 ME, mais de três vezes face ao Sporting de Braga, único representante luso ainda em ação esta época nas provas da UEFA.