Futebol Nacional
Feirense confirma rescisão com Mamadi e Hélder Godinho
O presidente do Feirense confirma a rescisão por mútuo acordo com os jogadores Mamadi e Hélder Godinho, mas recusa falar nas razões que conduziram a essa situação.
O líder do Feirense, Rodrigo Nunes, confirma à Antena 1 a rescisão por mútuo acordo com Mamadi e Hélder Godinho, depois de terem sido confrontados com situações que os dirigentes do clube de Santa Maria da Feira consideram graves.
"Para chegarmos a uma rescisão de contrato considerámos os actos graves", afirma o presidente do Feirense, embora recuse detalhar o que está em causa.
"Foi um acordo mútuo. Perante os factos que nós detectámos e confirmámos, e depois de os jogadores terem confessado, não havia mais ambiente [para a continuidade de ambos no clube]", frisa.
Questionado se o motivo que levou à rescisão foi a assinatura de contrato com outro clube da Liga de Honra, Rodrigo Nunes diz apenas: "Sobre isso não queria falar. É um assunto do Feirense, entre o Feirense e os jogadores".
"Sinceramente, posso configurar isto como um caso de polícia, mas isso já não me compete a mim. Quando alguém me abordar no sentido de ter que dizer aquilo que sei, transmiti-lo-ei a quem de direito", acrescenta.
O dirigente não põe de parte a hipótese de dar seguimento ao processo. "Neste momento não penso em participar o caso à polícia. As coisas vão evoluindo e depois poderemos tomar alguma decisão em contrário. Fomos enganados, e ficámos tristes. O futebol é realmente um mundo obscuro", lamenta.
"Para chegarmos a uma rescisão de contrato considerámos os actos graves", afirma o presidente do Feirense, embora recuse detalhar o que está em causa.
"Foi um acordo mútuo. Perante os factos que nós detectámos e confirmámos, e depois de os jogadores terem confessado, não havia mais ambiente [para a continuidade de ambos no clube]", frisa.
Questionado se o motivo que levou à rescisão foi a assinatura de contrato com outro clube da Liga de Honra, Rodrigo Nunes diz apenas: "Sobre isso não queria falar. É um assunto do Feirense, entre o Feirense e os jogadores".
"Sinceramente, posso configurar isto como um caso de polícia, mas isso já não me compete a mim. Quando alguém me abordar no sentido de ter que dizer aquilo que sei, transmiti-lo-ei a quem de direito", acrescenta.
O dirigente não põe de parte a hipótese de dar seguimento ao processo. "Neste momento não penso em participar o caso à polícia. As coisas vão evoluindo e depois poderemos tomar alguma decisão em contrário. Fomos enganados, e ficámos tristes. O futebol é realmente um mundo obscuro", lamenta.