Futebol Nacional
Futebol do V. Guimarães foi entregue a Paulo Pereira
O vice-presidente do Vitória de Guimarães que voltou a deter a pasta do futebol, disse hoje ao sítio oficial do clube que a sua primeira intenção é "devolver a estabilidade necessária" ao Vitória.
"A nossa prioridade é devolver a estabilidade necessária ao clube. Pretendemos ainda atingir os objectivos estipulados no início da época, ou seja, obter a melhor classificação possível para atingir o patamar das competições europeias", disse, lembrando existirem "ainda 30 pontos em disputa".
O dirigente, que reassumiu quinta-feira a chefia do departamento de futebol do clube minhoto, revelou que os responsáveis vitorianos estão "já a pensar na próxima época".
"Mas que ninguém pense que esta já está esquecida. Estes jogadores já demonstraram competência, qualidade e atitude para conseguirem superar todas as adversidades" , disse em entrevista ao sítio oficial do clube na internet.
O dirigente vitoriano explicou ainda porque é que aceitou regressar às funções que já tinha desempenhado, depois de ter admitido que a sua saída se deveu à "muito desgastante e intensa" época passada.
"Não poderia ficar indiferente à chamada do presidente. É a minha predisposição para ajudar o Vitória que me motiva a permanecer no clube. Faço o que sei e o que posso para ajudar", afirmou.
"As expectativas que todos depositávamos neste campeonato não estão a corresponder à realidade", mas, "sem querer arranjar desculpas para alguns insucessos, não nos podemos esquecer da onda gigante de lesões traumáticas e musculares que assolou o plantel ao longo do campeonato. Todos sabemos que isso prejudicou muito a equipa e todo o trabalho do treinador Manuel Cajuda, pois foram raras as vezes em que tivemos o mesmo 'onze' em campo", concluiu.
C/ Lusa
O dirigente, que reassumiu quinta-feira a chefia do departamento de futebol do clube minhoto, revelou que os responsáveis vitorianos estão "já a pensar na próxima época".
"Mas que ninguém pense que esta já está esquecida. Estes jogadores já demonstraram competência, qualidade e atitude para conseguirem superar todas as adversidades" , disse em entrevista ao sítio oficial do clube na internet.
O dirigente vitoriano explicou ainda porque é que aceitou regressar às funções que já tinha desempenhado, depois de ter admitido que a sua saída se deveu à "muito desgastante e intensa" época passada.
"Não poderia ficar indiferente à chamada do presidente. É a minha predisposição para ajudar o Vitória que me motiva a permanecer no clube. Faço o que sei e o que posso para ajudar", afirmou.
"As expectativas que todos depositávamos neste campeonato não estão a corresponder à realidade", mas, "sem querer arranjar desculpas para alguns insucessos, não nos podemos esquecer da onda gigante de lesões traumáticas e musculares que assolou o plantel ao longo do campeonato. Todos sabemos que isso prejudicou muito a equipa e todo o trabalho do treinador Manuel Cajuda, pois foram raras as vezes em que tivemos o mesmo 'onze' em campo", concluiu.
C/ Lusa