Futebol Nacional
Goleada do Marítimo ao Boavista
O Marítimo goleou hoje em casa o Boavista por 4-0, acabando com uma série de quatro derrotas na I Liga de futebol, num jogo em que os "axadrezados" terminaram com oito jogadores.
Um autogolo e duas grandes penalidades ajudaram a fazer a história desta goleada, num jogo em que o árbitro Paulo Baptista distribuiu 12 cartões (nove amarelos e três vermelhos, um deles direto).
Os madeirenses voltaram às vitórias após quatro derrotas consecutivas, ascendendo à nona posição, agora com 15 pontos, enquanto os nortenhos se mantiveram na 13.ª posição, com dez.
O Marítimo foi sempre a melhor equipa, mas nem sempre soube aproveitar as fragilidades defensivas do adversário.
Mesmo assim, os insulares colocaram-se em vantagem logo aos 09 minutos, num lance muito confuso: Rúben Ferreira cobrou um livre na direita e a bola foi de encontro a Idris, que traiu o seu guarda-redes com um toque para dentro da baliza.
Apesar do domínio, e das muitas oportunidades criadas pelo Marítimo, o intervalo chegou com a vantagem mínima dos insulares.
Na segunda parte, o Marítimo intensificou o seu jogo ofensivo e os boavisteiros sentiram muitas dificuldades para travar os avançados adversários.
Os jogadores do Boavista recorreram às faltas e pagaram por isso, sofrendo o segundo e terceiro golos através de duas grandes penalidades. Na primeira, Beckeles cometeu falta sobre Vidales e na segunda Mika travou Maazou à margem da lei.
Bruno Gallo marcou o primeiro, aos 61 minutos, enganando Mika. No segundo, aos 72, Maazou atirou colocado, batendo o suplente Mamadou Ba, que entrara pouco antes para o lugar do expulso Mika.
A jogar com oito unidades a partir dos 70 minutos de jogo, a ordem que Petit passou para dentro do campo foi a de defender para evitar sofrer mais golos.
Em parte, esse papel foi conseguido, não fora o quarto golo do Marítimo, finalizado por Dyego Sousa, na conclusão de um lance de ataque organizado.
Os madeirenses voltaram às vitórias após quatro derrotas consecutivas, ascendendo à nona posição, agora com 15 pontos, enquanto os nortenhos se mantiveram na 13.ª posição, com dez.
O Marítimo foi sempre a melhor equipa, mas nem sempre soube aproveitar as fragilidades defensivas do adversário.
Mesmo assim, os insulares colocaram-se em vantagem logo aos 09 minutos, num lance muito confuso: Rúben Ferreira cobrou um livre na direita e a bola foi de encontro a Idris, que traiu o seu guarda-redes com um toque para dentro da baliza.
Apesar do domínio, e das muitas oportunidades criadas pelo Marítimo, o intervalo chegou com a vantagem mínima dos insulares.
Na segunda parte, o Marítimo intensificou o seu jogo ofensivo e os boavisteiros sentiram muitas dificuldades para travar os avançados adversários.
Os jogadores do Boavista recorreram às faltas e pagaram por isso, sofrendo o segundo e terceiro golos através de duas grandes penalidades. Na primeira, Beckeles cometeu falta sobre Vidales e na segunda Mika travou Maazou à margem da lei.
Bruno Gallo marcou o primeiro, aos 61 minutos, enganando Mika. No segundo, aos 72, Maazou atirou colocado, batendo o suplente Mamadou Ba, que entrara pouco antes para o lugar do expulso Mika.
A jogar com oito unidades a partir dos 70 minutos de jogo, a ordem que Petit passou para dentro do campo foi a de defender para evitar sofrer mais golos.
Em parte, esse papel foi conseguido, não fora o quarto golo do Marítimo, finalizado por Dyego Sousa, na conclusão de um lance de ataque organizado.