Futebol Nacional
José Guilherme Aguiar prevê a "maior crise no futebol português de todos os tempos"
José Guilherme Aguiar, dirigente portista, manifestou a sua discordância sobre o parecer de Freitas do Amaral, adoptado pela Federação Portuguesa de Futebol, no âmbito do "Apito Final"
O jurista José Guilherme Aguiar atribuiu hoje, segunda-feira, à "vaidade incomensurável" de Ricardo Costa, presidente da Comissão Disciplinar (CD) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), as decisões de suspender Pinto da Costa e despromover o Boavista para a Honra.
Em causa está a reunião do Conselho de Justiça (CJ) de 4 de Julho, que decidiu a descida de divisão do Boavista para a Liga de Honra e a suspensão de dois anos a Pinto da Costa, presidente do FC Porto, no âmbito do processo Apito Final.
Nesta reunião, decidida por cinco, de sete, conselheiros, não esteve presente o presidente do CJ da FPF, por considerar que não havia condições para prosseguir a reunião.
Guilherme Aguiar, em declarações à Agência Lusa, afirmou discordar em pleno do parecer de Freitas do Amaral, apelidando-o até de "sentença", e explicou que pode estar prestes a explodir a "maior crise no futebol português de todos os tempos".
"O primeiro responsável é o presidente da CD da LPFP. Esse e a sua vaidade. Mas vamos ver o que acontece. Ele ficou muito bem na fotografia. Embora seja do Norte, não tem clube do Norte. A vaidade dele é incomensurável. Se ele for verdadeiro, é capaz de dizer que é do Benfica. Se for mentiroso, se calhar diz que é da Académica", afirmou.
O jurista, também membro efectivo do Conselho Superior do FC Porto e seu ex-vice-presidente, disse que Freitas do Amaral agiu como se fosse um "juiz" e que acredita "numas pessoas e não em outras".
"Até respeito a decisão de hoje da FPF, mas isso se houvesse algum fundamento legal nesse parecer. Se houvesse uma opinião isenta e bem estruturada".
c/Lusa
Em causa está a reunião do Conselho de Justiça (CJ) de 4 de Julho, que decidiu a descida de divisão do Boavista para a Liga de Honra e a suspensão de dois anos a Pinto da Costa, presidente do FC Porto, no âmbito do processo Apito Final.
Nesta reunião, decidida por cinco, de sete, conselheiros, não esteve presente o presidente do CJ da FPF, por considerar que não havia condições para prosseguir a reunião.
Guilherme Aguiar, em declarações à Agência Lusa, afirmou discordar em pleno do parecer de Freitas do Amaral, apelidando-o até de "sentença", e explicou que pode estar prestes a explodir a "maior crise no futebol português de todos os tempos".
"O primeiro responsável é o presidente da CD da LPFP. Esse e a sua vaidade. Mas vamos ver o que acontece. Ele ficou muito bem na fotografia. Embora seja do Norte, não tem clube do Norte. A vaidade dele é incomensurável. Se ele for verdadeiro, é capaz de dizer que é do Benfica. Se for mentiroso, se calhar diz que é da Académica", afirmou.
O jurista, também membro efectivo do Conselho Superior do FC Porto e seu ex-vice-presidente, disse que Freitas do Amaral agiu como se fosse um "juiz" e que acredita "numas pessoas e não em outras".
"Até respeito a decisão de hoje da FPF, mas isso se houvesse algum fundamento legal nesse parecer. Se houvesse uma opinião isenta e bem estruturada".
c/Lusa