Futebol Nacional
José Mota sabia que liderança do Leixões "não seria eterna"
O treinador do Leixões, José Mota, defendeu esta segunda-feira, após a derrota por 1-0 com o Vitória de Guimarães, que a liderança na Liga de futebol "era uma realidade justa", mas admitiu que "não seria eterna".
"Sabíamos que não íamos ganhar o campeonato, mas fizemos tudo para prolongar o estado de graça. A liderança não era um objectivo para nós, agora o objectivo é a Taça de Portugal e o jogo com o Benfica", afirmou José Mota, após a derrota em Guimarães, na 11 jornada do campeonato.
Para o técnico do Leixões, "o mais justo seria o empate", pois "o Guimarães dominou um bocado mais em termos territoriais, mas não criou perigo" e o golo obtido na parte final (88 minutos, por Fajardo) não permitiu uma reacção.
Para José Mota, o Leixões até podia ter chegado ao golo porque "tive as melhores oportunidades", mas as "equipas que defrontarem o Leixões vão fazê-lo com um acréscimo de vontade e motivação".
"Perdemos este jogo, mas não há problema nenhum",resumiu.
Para o técnico do Leixões, "o mais justo seria o empate", pois "o Guimarães dominou um bocado mais em termos territoriais, mas não criou perigo" e o golo obtido na parte final (88 minutos, por Fajardo) não permitiu uma reacção.
Para José Mota, o Leixões até podia ter chegado ao golo porque "tive as melhores oportunidades", mas as "equipas que defrontarem o Leixões vão fazê-lo com um acréscimo de vontade e motivação".
"Perdemos este jogo, mas não há problema nenhum",resumiu.