Futebol Nacional
Liga de Honra-Subida do Carregado é "um acto de inteira justiça"
O presidente diz que o clube está a viver um "sonho" e, que agora, há que proceder aos necessários ajustamentos a um campeonato profissional
O presidente do Carregado, Ramiro Rodrigues, qualificou hoje de "sonho" a chegada à Liga de Honra de futebol, considerando-a como "um acto de inteira justiça".
"Estamos agora a tentar sentir o sabor desta novidade e a tentar acordar deste sonho, para saber o que temos que fazer perante estas sensações novas", disse à Agência Lusa Ramiro Rodrigues.
"Como tínhamos sido campeões de série e atendendo às desistências e aos problemas de outros clubes, esperávamos ser chamados para integrar a competição", frisou o presidente do Carregado, que venceu a série D da II Divisão de futebol, mas foi afastado no "play-off" pelo CD Fátima.
Antevendo "muitas mexidas no plantel", o dirigente sublinhou que o comando técnico ficará entregue ao "treinador que já estava nomeado", João Sousa.
"Ao nível do plantel poderemos ter de fazer alterações. Este era um clube que estava a preparar uma equipa amadora e obviamente que com esta situação as coisas serão alteradas. Todos os jogadores que puderem vão passar a profissionais, mas é uma situação que depende, sobretudo, deles. Se não for possível, avançamos para outra estação, porque o comboio não pode parar", explicou.
Sem detalhar o orçamento para enfrentar a estreia nas competições profissionais, Ramiro Rodrigues admitiu que as verbas previstas "terão de ser ajustadas a esta nova realidade", acrescentando que, como visitado, "em princípio, o clube jogará no Estádio Municipal do Cartaxo".
C/Lusa
"Estamos agora a tentar sentir o sabor desta novidade e a tentar acordar deste sonho, para saber o que temos que fazer perante estas sensações novas", disse à Agência Lusa Ramiro Rodrigues.
"Como tínhamos sido campeões de série e atendendo às desistências e aos problemas de outros clubes, esperávamos ser chamados para integrar a competição", frisou o presidente do Carregado, que venceu a série D da II Divisão de futebol, mas foi afastado no "play-off" pelo CD Fátima.
Antevendo "muitas mexidas no plantel", o dirigente sublinhou que o comando técnico ficará entregue ao "treinador que já estava nomeado", João Sousa.
"Ao nível do plantel poderemos ter de fazer alterações. Este era um clube que estava a preparar uma equipa amadora e obviamente que com esta situação as coisas serão alteradas. Todos os jogadores que puderem vão passar a profissionais, mas é uma situação que depende, sobretudo, deles. Se não for possível, avançamos para outra estação, porque o comboio não pode parar", explicou.
Sem detalhar o orçamento para enfrentar a estreia nas competições profissionais, Ramiro Rodrigues admitiu que as verbas previstas "terão de ser ajustadas a esta nova realidade", acrescentando que, como visitado, "em princípio, o clube jogará no Estádio Municipal do Cartaxo".
C/Lusa