Futebol Nacional
Nacional contra posição favorável da AFM à revisão estatutária da FPF
O Clube Desportivo Nacional considera que a aplicação da disposição governamental não defende "a legalidade e a própria constituição do país"
O Nacional afirmou hoje, quinta feira, em comunicado publicado no sítio do clube na net, lestranhar e discordar da intenção da Associação de Futebol da Madeira (AFM) em votar a favor da revisão estatutária, na Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), sábado.
O clube madeirense diz estranhar a afirmação do presidente da AFM, Rui Marote, que, em recente entrevista, diz ter tomado a decisão em função "de uma consulta aos seus filiados" e de uma "unanimidade".
O Nacional refere, em comunicado, que a situação é ainda mais estranha porque a revisão estatutária "vai ao encontro do que é pretendido pelo secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, conhecido inimigo do desporto regional e da própria Autonomia da Madeira".
Por isso, o clube conclui que esta proposta de Estatutos "está ferida de inconstitucionalidade, pelo que a sua aprovação acaba por ser um ato de validação de uma ilegalidade", lê-se ainda.
O Nacional, adverte ainda que, "enquanto filiado da Associação de Futebol da Madeira, manifesta-se claramente contra esta posição assumida pelo presidente", considerando que tal não defende "os interesses dos clubes da região e, muito menos, a legalidade e a própria constituição do país".
C/Lusa
O clube madeirense diz estranhar a afirmação do presidente da AFM, Rui Marote, que, em recente entrevista, diz ter tomado a decisão em função "de uma consulta aos seus filiados" e de uma "unanimidade".
O Nacional refere, em comunicado, que a situação é ainda mais estranha porque a revisão estatutária "vai ao encontro do que é pretendido pelo secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, conhecido inimigo do desporto regional e da própria Autonomia da Madeira".
Por isso, o clube conclui que esta proposta de Estatutos "está ferida de inconstitucionalidade, pelo que a sua aprovação acaba por ser um ato de validação de uma ilegalidade", lê-se ainda.
O Nacional, adverte ainda que, "enquanto filiado da Associação de Futebol da Madeira, manifesta-se claramente contra esta posição assumida pelo presidente", considerando que tal não defende "os interesses dos clubes da região e, muito menos, a legalidade e a própria constituição do país".
C/Lusa