Futebol Nacional
"Não há favoritos nesta eliminatória", diz Manuel Machado
O treinador vitoriano, muito crítico do calendário da FPF, pede uma enchente no D.Afonso Henriques, que ajude a bater um "adversário muito difícil" para atingir o grande objectivo, a final
O treinador do Vitória de Guimarães considera que "não há favoritos" na meia final da Taça de Portugal, diante da Académica, cuja primeira "mão" está marcada, para quinta-feira, no Estádio D. Afonso Henriques.
"A Académica é um adversário muito difícil, não há favoritos nesta eliminatória", em que se enfrentam "dois clubes com um grande historial, muito respeitados e com grande ligação às cidades e regiões onde se inserem", afirmou Manuel Machado, esta terça feira, na conferência de imprensa de antevisão da partida.
O jogo de quinta-feira não será o mais importante da época, simplesmente porque faz parte de uma eliminatória a duas "mãos", explicou, mas "é um dos mais importantes", considerando que "tudo é possível de acontecer quando se joga em 180 minutos".
Os adeptos e os responsáveis do clube minhoto, constatou, perspetivam uma grande enchente para o jogo de quinta-feira porque "todos querem estar no Jamor" "vinte e tal anos depois" da última presença na final da Taça.
O técnico criticou ainda o calendário da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que faz com que o desfecho da meia final só seja conhecido a 19 de abril, "mais de 70 dias após o primeiro jogo", lembrou.
"O futebol português debate-se com vários problemas, como as eleições na FPF ou o calendário. Num ciclo de normalidade, uma equipa faz quatro, cinco jogos por mês. De repente, o Vitória fez oito num mês e isso não é muito saudável, nem muito abonatório, para quem traça os calendários", apontou.
"A Académica é um adversário muito difícil, não há favoritos nesta eliminatória", em que se enfrentam "dois clubes com um grande historial, muito respeitados e com grande ligação às cidades e regiões onde se inserem", afirmou Manuel Machado, esta terça feira, na conferência de imprensa de antevisão da partida.
O jogo de quinta-feira não será o mais importante da época, simplesmente porque faz parte de uma eliminatória a duas "mãos", explicou, mas "é um dos mais importantes", considerando que "tudo é possível de acontecer quando se joga em 180 minutos".
Os adeptos e os responsáveis do clube minhoto, constatou, perspetivam uma grande enchente para o jogo de quinta-feira porque "todos querem estar no Jamor" "vinte e tal anos depois" da última presença na final da Taça.
O técnico criticou ainda o calendário da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que faz com que o desfecho da meia final só seja conhecido a 19 de abril, "mais de 70 dias após o primeiro jogo", lembrou.
"O futebol português debate-se com vários problemas, como as eleições na FPF ou o calendário. Num ciclo de normalidade, uma equipa faz quatro, cinco jogos por mês. De repente, o Vitória fez oito num mês e isso não é muito saudável, nem muito abonatório, para quem traça os calendários", apontou.