Pedrinha reparte feito "histórico e inédito" com pacenses e quer final no Jamor

O futebolista Pedrinha, autor do golo que assegurou a presença do Paçosde Ferreira na final da Taça de Portugal, declinou hoje o epíteto deherói e repartiu o feito "inédito e histórico" por todos. 

RTP /
Jogadores foram recebidos como heróis em Paços de Ferreira Foto: LUSA

"É um prémio merecido e acho que, tal como para todos os meus colegas, a presença na final do Jamor é a concretização de um sonho de criança", referiu Pedrinha à chegada ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro. 
 
O Paços de Ferreira vai defrontar o FC Porto na final da Taça de Portugal, em Maio, e Pedrinha partilha da opinião de que, apesar de serem duas equipas do Norte, o palco só poderá ser o Estádio Nacional, em Oeiras.  
 
Pedrinha, que converteu de grande penalidade, já em período de descontos, o 3-2 que derrotou o Nacional e garantiu a presença na final da Taça de Portugal, acrescentou que se sentiu "confiante e com a certeza de marcar".
 
"Todos nós somos responsáveis por este feito histórico para o clube e que deu uma alegria enorme a todos os pacenses", disse Pedrinha, rodeado de várias dezenas de apoiantes do emblema dos "castores". 
 
O jogador considera que "a equipa ainda não está a perceber e entender bem a grandeza do feito alcançado", mas que terá agora a oportunidade, com a cabeça mais fria, "de o desfrutar e viver ao máximo". 
 
Para Pedrinha, o apuramento para a final da Taça de Portugal é traduzido por uma espécie de "dois em um", já que praticamente garante - atendendo à condição de líder do FC Porto - uma vaga na Liga Europa (futuro formato da Taça UEFA) de 2009/10. 
 
O presidente pacense, Fernando Sequeira, alarga o efeito "dois em um" para "três em um", já que, além da final da Taça de Portugal e da presença na Liga Europa, o Paços de Ferreira garante ainda a disputa da Supertaça se o FC Porto for campeão. 
 
O treinador Paulo Sérgio repartiu o êxito "por todos" e destacou o feito de marcar dupla presença na final da Taça de Portugal de futebol, como jogador e agora como treinador, que é "muito raro".

C/LUSA
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