Futebol Nacional
Proença enaltece qualidade da arbitragem nacional
O presidente da Federação Portuguesa de Futebol garante máxima confiança na arbitragem nacional, após o grupo de ‘juízes’ das competições profissionais ter exigido ao dirigente que se retratasse das críticas ao setor.
"A qualidade dos árbitros e da arbitragem portuguesa é inquestionável, é cada vez mais reconhecida pelas mais elevadas instâncias internacionais - como se viu com a recente prestação de João Pinheiro e restante equipa no Mundial2026 - e merece todo o nosso orgulho. O desenvolvimento do plano nacional de arbitragem garantirá, estou certo, que momentos como este se repetirão mais vezes no futuro”, observou Pedro Proença, numa mensagem publicada no sítio oficial da FPF na Internet.
Os árbitros do futebol profissional não iniciaram a primeira ação de reciclagem e avaliação do setor e garantiram que só começariam os trabalhos se o líder da FPF se retratasse publicamente das críticas divulgadas em áudios.
A ação de reciclagem e avaliação da arbitragem começa hoje e prolonga-se até domingo, em Tomar, sendo um encontro de formação obrigatório promovido pelo Conselho de Arbitragem da FPF para testar e atualizar as capacidades físicas, teóricas e técnicas dos agentes do setor.
O evento decorre a uma semana do arranque das I e II Ligas e intercala o primeiro jogo oficial nas provas internas em 2026/27, já que o campeão nacional FC Porto e o Torreense, do segundo escalão e detentor da Taça de Portugal, disputam no sábado a 48.ª edição da Supertaça Cândido de Oliveira, em Coimbra, sob arbitragem de André Narciso, da associação de Setúbal.
“A época começa amanhã [no sábado]. Uma temporada que se quer de exaltação do enorme talento de todos os intérpretes que fazem do nosso futebol uma das maiores marcas de Portugal no mundo”, salientou Pedro Proença, desejando felicidades aos agentes da modalidade para 2026/27.
Os ‘juízes’ do futebol profissional pronunciaram-se três dias depois da divulgação de áudios do presidente da FPF, que criticou a qualidade dos árbitros portugueses, recordou os processos judiciais do Benfica e falou de forma pouco simpática sobre José Fontelas Gomes, vice-líder federativo.
Revelados pelo jornal desportivo Record, os excertos também circularam nas redes sociais e remontam a 2024, quando Pedro Proença comandava a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e preparava a candidatura à presidência da FPF, cujas eleições venceria em fevereiro de 2025, ao derrotar Nuno Lobo, ex-líder da Associação de Futebol de Lisboa, para suceder a Fernando Gomes.
“Com o talento, dedicação e profissionalismo demonstrados pelos árbitros e todos os restantes intérpretes, continuaremos a crescer rumo ao destino que, juntos, idealizámos para o futebol português”, concluiu o presidente da FPF.
Na quarta-feira, Pedro Proença condenou a divulgação “ilegal e imoral” de conversas “privadas, informais, truncadas, meticulosamente selecionadas, distorcidas, incompletas e descontextualizadas”, mantidas em contexto pré-eleitoral com os clubes do futebol profissional e outras partes interessadas da modalidade.
O líder da FPF confirmou ter abordado nessas sessões “diversas matérias relevantes” para o futuro do setor, incluindo a arbitragem e a disciplina, além da equipa que o acompanharia no organismo, caso fosse eleito, e equacionou “acionar todos os meios legais à disposição contra quem contribuiu para a obtenção e posterior divulgação pública” dos áudios.
A arbitragem nacional está a ser investigada pelo Ministério Público (MP), que instaurou um inquérito sobre alegadas interferências no processo de nomeações e eventual divulgação de informação confidencial a terceiros.
Em junho, Duarte Gomes demitiu-se do cargo de diretor técnico nacional de arbitragem da FPF, no qual estava há um ano, tendo o organismo remetido ao MP os factos relatados pelo ex-árbitro internacional, que seria substituído por João Ferreira, antigo vice-presidente do CA.
Após a saída de Duarte Gomes, o Conselho de Justiça da FPF abriu um inquérito ao líder do CA, Luciano Gonçalves, mas o processo foi arquivado por falta de indícios suficientes da prática de infração disciplinar.
Os árbitros do futebol profissional não iniciaram a primeira ação de reciclagem e avaliação do setor e garantiram que só começariam os trabalhos se o líder da FPF se retratasse publicamente das críticas divulgadas em áudios.
A ação de reciclagem e avaliação da arbitragem começa hoje e prolonga-se até domingo, em Tomar, sendo um encontro de formação obrigatório promovido pelo Conselho de Arbitragem da FPF para testar e atualizar as capacidades físicas, teóricas e técnicas dos agentes do setor.
O evento decorre a uma semana do arranque das I e II Ligas e intercala o primeiro jogo oficial nas provas internas em 2026/27, já que o campeão nacional FC Porto e o Torreense, do segundo escalão e detentor da Taça de Portugal, disputam no sábado a 48.ª edição da Supertaça Cândido de Oliveira, em Coimbra, sob arbitragem de André Narciso, da associação de Setúbal.
“A época começa amanhã [no sábado]. Uma temporada que se quer de exaltação do enorme talento de todos os intérpretes que fazem do nosso futebol uma das maiores marcas de Portugal no mundo”, salientou Pedro Proença, desejando felicidades aos agentes da modalidade para 2026/27.
Os ‘juízes’ do futebol profissional pronunciaram-se três dias depois da divulgação de áudios do presidente da FPF, que criticou a qualidade dos árbitros portugueses, recordou os processos judiciais do Benfica e falou de forma pouco simpática sobre José Fontelas Gomes, vice-líder federativo.
Revelados pelo jornal desportivo Record, os excertos também circularam nas redes sociais e remontam a 2024, quando Pedro Proença comandava a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e preparava a candidatura à presidência da FPF, cujas eleições venceria em fevereiro de 2025, ao derrotar Nuno Lobo, ex-líder da Associação de Futebol de Lisboa, para suceder a Fernando Gomes.
“Com o talento, dedicação e profissionalismo demonstrados pelos árbitros e todos os restantes intérpretes, continuaremos a crescer rumo ao destino que, juntos, idealizámos para o futebol português”, concluiu o presidente da FPF.
Na quarta-feira, Pedro Proença condenou a divulgação “ilegal e imoral” de conversas “privadas, informais, truncadas, meticulosamente selecionadas, distorcidas, incompletas e descontextualizadas”, mantidas em contexto pré-eleitoral com os clubes do futebol profissional e outras partes interessadas da modalidade.
O líder da FPF confirmou ter abordado nessas sessões “diversas matérias relevantes” para o futuro do setor, incluindo a arbitragem e a disciplina, além da equipa que o acompanharia no organismo, caso fosse eleito, e equacionou “acionar todos os meios legais à disposição contra quem contribuiu para a obtenção e posterior divulgação pública” dos áudios.
A arbitragem nacional está a ser investigada pelo Ministério Público (MP), que instaurou um inquérito sobre alegadas interferências no processo de nomeações e eventual divulgação de informação confidencial a terceiros.
Em junho, Duarte Gomes demitiu-se do cargo de diretor técnico nacional de arbitragem da FPF, no qual estava há um ano, tendo o organismo remetido ao MP os factos relatados pelo ex-árbitro internacional, que seria substituído por João Ferreira, antigo vice-presidente do CA.
Após a saída de Duarte Gomes, o Conselho de Justiça da FPF abriu um inquérito ao líder do CA, Luciano Gonçalves, mas o processo foi arquivado por falta de indícios suficientes da prática de infração disciplinar.
(Com Lusa)