Futebol Nacional
RTP, SIC, TVI e CMTV contestam "restrição" no acesso às fontes oficiais dos clubes
RTP, SIC, TVI e CMTV emitiram esta quarta-feira um comunicado em que pedem o fim da restrição do acesso dos jornalistas a conteúdos relevantes sobre os clubes de futebol portugueses. Exigem ter acesso às fontes oficiais de informação e aos protagonistas, algo que não pode ser substituído por “momentos de comunicação em espaços de conforto que não cumprem as regras do jornalismo”.
“RTP, SIC, TVI e CMTV exigem ter acesso às fontes oficiais de informação e aos protagonistas. E não aceitam funcionar como amplificador da comunicação disponibilizada pelos canais (televisivos ou electrónicos) oficiais dos clubes ou instituições”, pode ler-se no comunicado assinado pelos diretores Paulo Dentinho (RTP), Ricardo Costa (SIC), Sérgio Figueiredo (TVI) e Octávio Ribeiro (CMTV).
"As entrevistas, conferências de imprensa ou declarações com direito a perguntas não podem ser substituídas por momentos de comunicação em espaços de conforto que não cumprem as regras do jornalismo", alertam os diretores.
Na carta é dado um alerta contra os riscos do caminho e comportamento dos responsáveis dos canais oficiais dos clubes e lembram que a liberdade de acesso e de ação dos órgãos de comunicação a acontecimentos relevantes está consagrada na lei. É pedido que haja respeito pele telespectadores e que o jornalista continue a ser uma garantia de pluralismo em Portugal.
Por último, é reconhecida legitimidade aos canais dos clubes de futebol mas reconhece-se que os mesmos não substituem o “exercício do jornalismo”.
"As entrevistas, conferências de imprensa ou declarações com direito a perguntas não podem ser substituídas por momentos de comunicação em espaços de conforto que não cumprem as regras do jornalismo", alertam os diretores.
Na carta é dado um alerta contra os riscos do caminho e comportamento dos responsáveis dos canais oficiais dos clubes e lembram que a liberdade de acesso e de ação dos órgãos de comunicação a acontecimentos relevantes está consagrada na lei. É pedido que haja respeito pele telespectadores e que o jornalista continue a ser uma garantia de pluralismo em Portugal.
Por último, é reconhecida legitimidade aos canais dos clubes de futebol mas reconhece-se que os mesmos não substituem o “exercício do jornalismo”.