Futebol Nacional
Soares Franco retira candidatura
Para o antigo presidente do Sporting, "não estão reunidas as condições" para a consecução do seu projeto ou "sequer disputar" as eleições
Filipe Soares Franco anunciou, terça-feira, a retirada da sua candidatura à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), em comunicado enviado às redações.
Na sua comunicação, Soares Franco refere ter retirado a candidatura por ter verificado que às eleições de 10 de dezembro concorrem "apenas pessoas e apoios" e não "ideias ou propostas que interessam", como defendia na candidatura que apresentou.
"No passado dia 8 de setembro decidi apresentar a minha candidatura. Animava-me uma forte motivação para desenvolver um novo projeto para o futebol nacional, mais ambicioso, mais abrangente e sustentável", refere Soares Franco no seu comunicado.
"Promover o diálogo entre todos os que servem o futebol nacional, para, em conjunto, construir uma nova forma de estar e gerir o futebol nacional", era uma das suas intenções.
"Hoje, passado um mês, considero que não se encontram reunidas as condições mínimas para desenvolver o meu projeto ou sequer disputar, livremente e construtivamente, a presidência da Federação. Não são ideias ou propostas que interessam, mas apenas pessoas e apoios. É a contabilidade da corrida ao poder, do contar de espingardas, da necessidade quase infantil de não
perder a onda dos mais variados interesses instalados", explica na nota.
Na sua comunicação, Soares Franco refere ter retirado a candidatura por ter verificado que às eleições de 10 de dezembro concorrem "apenas pessoas e apoios" e não "ideias ou propostas que interessam", como defendia na candidatura que apresentou.
"No passado dia 8 de setembro decidi apresentar a minha candidatura. Animava-me uma forte motivação para desenvolver um novo projeto para o futebol nacional, mais ambicioso, mais abrangente e sustentável", refere Soares Franco no seu comunicado.
"Promover o diálogo entre todos os que servem o futebol nacional, para, em conjunto, construir uma nova forma de estar e gerir o futebol nacional", era uma das suas intenções.
"Hoje, passado um mês, considero que não se encontram reunidas as condições mínimas para desenvolver o meu projeto ou sequer disputar, livremente e construtivamente, a presidência da Federação. Não são ideias ou propostas que interessam, mas apenas pessoas e apoios. É a contabilidade da corrida ao poder, do contar de espingardas, da necessidade quase infantil de não
perder a onda dos mais variados interesses instalados", explica na nota.