Futebol Nacional
Sócios do Gondomar aprovam venda de 80% da SAD a empresa de investimentos
Os sócios do Gondomar, do principal escalão da Associação de Futebol do Porto, aprovaram segunda-feira a venda de 80% da SAD a um fundo de investimento gerido pela empresa portuguesa BlueCrow Capital, disse à Lusa o presidente do clube.
Segundo Álvaro Cerqueira, a transação foi aprovada por “esmagadora maioria” entre os cerca de 100 sócios que marcaram presença na reunião magna do clube, uma das mais participadas dos últimos anos.
O dirigente esclareceu que a venda dos 80% da SAD ficou estabelecida por 1,1 milhões de euros, havendo o compromisso, por parte do investidor, de injetar mais quatro milhões na melhoria das infraestruturas do clube e, posteriormente, de reforçar o investimento com uma verba, ainda a definir, na composição da principal equipa de futebol nos próximos anos.
O emblema de Gondomar, distrito do Porto, está afastado dos escalões profissionais do futebol português desde 2009, na sequência do processo ‘Apito Dourado’.
Mas, em 2025, o Supremo Tribunal Administrativo negou provimento ao recurso interposto 11 anos antes pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), numa decisão já transitada em julgado, após o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa ter considerado nulo o acórdão do Conselho de Justiça federativo, que ditou a despromoção do Gondomar por alegada corrupção.
A reintegração do clube na II Liga está agora a ser tratada junto da FPF e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).
Álvaro Cerqueira, líder máximo do emblema nortenho desde 2004, referiu ainda que o Gondomar ficará com 20% da SAD e com a propriedade das suas instalações desportivas, às quais a SAD pagará uma renda pela utilização das mesmas.
“Tínhamos três propostas em cima da mesa, mas esta que escolhemos e apresentámos aos sócios foi aquela que nos dá mais garantias para o desenvolvimento do Gondomar”, afirmou à Lusa.
A empresa BlueCrow Capital, com sede em Lisboa, descreve-se na sua página oficial na internet como gestora de fundos de investimento, nomeadamente capital de risco, mobiliário e imobiliário, servindo investidores institucionais, empresas e clientes privados.
Sobre a decisão dos sócios nesta assembleia geral, o Gondomar, num comunicado nas suas redes sociais, fala em algo de “enorme importância para o futuro do clube”.
“É um momento vivido com sentido de responsabilidade, união e visão, que demonstra de forma clara a confiança dos sócios no caminho que está a ser construído”, pode ler-se.
No mesmo texto, é referido que a venda de 80% da SAD “é um passo muito relevante para reforçar a ambição do Gondomar e para consolidar uma parceria que se acredita ser determinante na evolução do projeto desportivo e institucional, com foco no crescimento sustentado e na valorização das infraestruturas”.
No mesmo comunicado, o Gondomar diz que esta decisão vai permitir “a afirmação do clube rumo a novos patamares, incluindo o objetivo de chegar à II Liga”.
O dirigente esclareceu que a venda dos 80% da SAD ficou estabelecida por 1,1 milhões de euros, havendo o compromisso, por parte do investidor, de injetar mais quatro milhões na melhoria das infraestruturas do clube e, posteriormente, de reforçar o investimento com uma verba, ainda a definir, na composição da principal equipa de futebol nos próximos anos.
O emblema de Gondomar, distrito do Porto, está afastado dos escalões profissionais do futebol português desde 2009, na sequência do processo ‘Apito Dourado’.
Mas, em 2025, o Supremo Tribunal Administrativo negou provimento ao recurso interposto 11 anos antes pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), numa decisão já transitada em julgado, após o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa ter considerado nulo o acórdão do Conselho de Justiça federativo, que ditou a despromoção do Gondomar por alegada corrupção.
A reintegração do clube na II Liga está agora a ser tratada junto da FPF e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).
Álvaro Cerqueira, líder máximo do emblema nortenho desde 2004, referiu ainda que o Gondomar ficará com 20% da SAD e com a propriedade das suas instalações desportivas, às quais a SAD pagará uma renda pela utilização das mesmas.
“Tínhamos três propostas em cima da mesa, mas esta que escolhemos e apresentámos aos sócios foi aquela que nos dá mais garantias para o desenvolvimento do Gondomar”, afirmou à Lusa.
A empresa BlueCrow Capital, com sede em Lisboa, descreve-se na sua página oficial na internet como gestora de fundos de investimento, nomeadamente capital de risco, mobiliário e imobiliário, servindo investidores institucionais, empresas e clientes privados.
Sobre a decisão dos sócios nesta assembleia geral, o Gondomar, num comunicado nas suas redes sociais, fala em algo de “enorme importância para o futuro do clube”.
“É um momento vivido com sentido de responsabilidade, união e visão, que demonstra de forma clara a confiança dos sócios no caminho que está a ser construído”, pode ler-se.
No mesmo texto, é referido que a venda de 80% da SAD “é um passo muito relevante para reforçar a ambição do Gondomar e para consolidar uma parceria que se acredita ser determinante na evolução do projeto desportivo e institucional, com foco no crescimento sustentado e na valorização das infraestruturas”.
No mesmo comunicado, o Gondomar diz que esta decisão vai permitir “a afirmação do clube rumo a novos patamares, incluindo o objetivo de chegar à II Liga”.