Futebol Nacional
Supertaça. Recordista FC Porto e estreante Torreense decidem primeiro troféu de 2026/27
O campeão nacional FC Porto, recordista de conquistas e presenças, e o estreante Torreense, detentor da Taça de Portugal, disputam no sábado a 48.ª edição da Supertaça Cândido de Oliveira, lutando pelo primeiro troféu da temporada futebolística 2026/27.
Com 24 triunfos em 35 participações, os nortenhos tentam reforçar a sua hegemonia na única competição interna da qual são os mais titulados, enquanto o clube do Oeste é o 18.º a disputar a habitual prova de abertura da época, que tem pela quarta vez uma equipa dos escalões secundários.
O FC Porto volta à decisão dois anos depois da vitória sobre o Sporting (4-3, após prolongamento), na qual inverteu três golos de desvantagem, em Aveiro, e manteve o rival no terceiro lugar do palmarés, com nove êxitos, contra 10 do Benfica, vitorioso sobre os ‘leões’ em 2025 (1-0), no Algarve.
FC Porto ou Torreense vão suceder às ‘águias’ no sábado, às 20h15, num encontro arbitrado por André Narciso, da associação de Setúbal, e que faz regressar a Supertaça ao Estádio Cidade de Coimbra 22 anos depois.
Assentes nos princípios de 2024/25, quando reconquistaram o campeonato ao fim de quatro épocas, os ‘dragões’ tiveram pouca atividade no primeiro mês da janela de transferências e contrataram o médio Hwang In-beom (ex-Feyenoord) e o avançado André Silva (ex-Elche), de volta ao clube nove anos depois, vendo sair Thiago Silva e o emprestado Seko Fofana.
André Silva perfila-se como titular na Supertaça, uma vez que Samu ainda recupera de uma rotura ligamentar do joelho direito sofrida em fevereiro e ladeia Cláudio Ramos, Martim Fernandes, Vasco Sousa, João Teixeira, Oskar Pietuszewski e André Miranda no lote de lesionados do FC Porto.
Regressado do Mundial2026, o guarda-redes e capitão Diogo Costa está disponível para jogar, tal como William Gomes, cuja suspensão de duas partidas foi reduzida para metade pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAD).
O treinador italiano Francesco Farioli procura o segundo troféu da carreira em pouco mais de um ano no FC Porto, que acumula mais êxitos na prova (24) do que os outros vencedores juntos (23) - além de Benfica e Sporting, o Boavista dominou três edições e o Vitória de Guimarães leva um triunfo.
Os ‘dragões’ bateram as ‘águias’ por 11 vezes em 13 possíveis e os ‘leões’ numa em cinco, superando ainda Estrela da Amadora, Sporting de Braga, Boavista, seu rival citadino, União de Leiria, Vitória de Setúbal, Paços de Ferreira, Vitória de Guimarães, em duas ocasiões, Académica, Desportivo das Aves e os então recém-despromovidos à II Liga Beira-Mar e Tondela.
Numa competição lançada em 1979 e com duas edições iniciais oficiosas, a supremacia dos ‘grandes’ foi quebrada por Boavista (1979, 1992 e 1997) e Vitória de Guimarães (1988), curiosamente sempre diante do FC Porto, mas prossegue intacta desde que o sistema a duas mãos, com hipótese de finalíssima, deu lugar em 2001 às decisões a um só jogo em campo neutro.
Doze emblemas participaram sem sucesso na Supertaça - o Leixões foi o único da terceira divisão -, tendência que o Torreense vai procurar inverter depois da inédita conquista da Taça de Portugal frente ao Sporting (2-1, após prolongamento), então detentor do troféu, em 24 de maio, em Oeiras.
Além de impedir que a Supertaça fosse disputada entre ‘grandes’ pela 24.ª vez, o clube de Torres Vedras acedeu à fase de liga da Liga Europa e garantiu a estreia nas provas continentais, antes de falhar, 34 anos volvidos, a subida à I Liga, ao perder com o Casa Pia (2-0), em Rio Maior, na segunda mão do play-off.
A caminho da quinta época seguida no escalão secundário, o Torreense já contratou 15 reforços, incluindo o guarda-redes Adriel e o avançado Jorge Aguirre, mas perdeu os influentes Guilherme Liberato e Ismail Seydi, tendo renovado há uma semana com o treinador Luís Tralhão, vencedor de dois troféus com os ‘azuis-grená’, o primeiro pelos sub-23 na Liga Revelação.
O Torreense empatou ou perdeu 14 dos 15 jogos diante do FC Porto, com destaque para a final da Taça de Portugal em 1955/56 (2-0), mas ganhou o último, em 1998/99, quando alinhou fora na quinta eliminatória da mesma prova e surpreendeu no Estádio das Antas (1-0).
O FC Porto pode destacar-se do Benfica no recorde de troféus seniores masculinos no futebol português, se conquistar o 88.º frente ao Torreense, que venceu a II Divisão (1954/55), a Liga 3 (2021/22) e a Taça de Portugal.
O FC Porto volta à decisão dois anos depois da vitória sobre o Sporting (4-3, após prolongamento), na qual inverteu três golos de desvantagem, em Aveiro, e manteve o rival no terceiro lugar do palmarés, com nove êxitos, contra 10 do Benfica, vitorioso sobre os ‘leões’ em 2025 (1-0), no Algarve.
FC Porto ou Torreense vão suceder às ‘águias’ no sábado, às 20h15, num encontro arbitrado por André Narciso, da associação de Setúbal, e que faz regressar a Supertaça ao Estádio Cidade de Coimbra 22 anos depois.
Assentes nos princípios de 2024/25, quando reconquistaram o campeonato ao fim de quatro épocas, os ‘dragões’ tiveram pouca atividade no primeiro mês da janela de transferências e contrataram o médio Hwang In-beom (ex-Feyenoord) e o avançado André Silva (ex-Elche), de volta ao clube nove anos depois, vendo sair Thiago Silva e o emprestado Seko Fofana.
André Silva perfila-se como titular na Supertaça, uma vez que Samu ainda recupera de uma rotura ligamentar do joelho direito sofrida em fevereiro e ladeia Cláudio Ramos, Martim Fernandes, Vasco Sousa, João Teixeira, Oskar Pietuszewski e André Miranda no lote de lesionados do FC Porto.
Regressado do Mundial2026, o guarda-redes e capitão Diogo Costa está disponível para jogar, tal como William Gomes, cuja suspensão de duas partidas foi reduzida para metade pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAD).
O treinador italiano Francesco Farioli procura o segundo troféu da carreira em pouco mais de um ano no FC Porto, que acumula mais êxitos na prova (24) do que os outros vencedores juntos (23) - além de Benfica e Sporting, o Boavista dominou três edições e o Vitória de Guimarães leva um triunfo.
Os ‘dragões’ bateram as ‘águias’ por 11 vezes em 13 possíveis e os ‘leões’ numa em cinco, superando ainda Estrela da Amadora, Sporting de Braga, Boavista, seu rival citadino, União de Leiria, Vitória de Setúbal, Paços de Ferreira, Vitória de Guimarães, em duas ocasiões, Académica, Desportivo das Aves e os então recém-despromovidos à II Liga Beira-Mar e Tondela.
Numa competição lançada em 1979 e com duas edições iniciais oficiosas, a supremacia dos ‘grandes’ foi quebrada por Boavista (1979, 1992 e 1997) e Vitória de Guimarães (1988), curiosamente sempre diante do FC Porto, mas prossegue intacta desde que o sistema a duas mãos, com hipótese de finalíssima, deu lugar em 2001 às decisões a um só jogo em campo neutro.
Doze emblemas participaram sem sucesso na Supertaça - o Leixões foi o único da terceira divisão -, tendência que o Torreense vai procurar inverter depois da inédita conquista da Taça de Portugal frente ao Sporting (2-1, após prolongamento), então detentor do troféu, em 24 de maio, em Oeiras.
Além de impedir que a Supertaça fosse disputada entre ‘grandes’ pela 24.ª vez, o clube de Torres Vedras acedeu à fase de liga da Liga Europa e garantiu a estreia nas provas continentais, antes de falhar, 34 anos volvidos, a subida à I Liga, ao perder com o Casa Pia (2-0), em Rio Maior, na segunda mão do play-off.
A caminho da quinta época seguida no escalão secundário, o Torreense já contratou 15 reforços, incluindo o guarda-redes Adriel e o avançado Jorge Aguirre, mas perdeu os influentes Guilherme Liberato e Ismail Seydi, tendo renovado há uma semana com o treinador Luís Tralhão, vencedor de dois troféus com os ‘azuis-grená’, o primeiro pelos sub-23 na Liga Revelação.
O Torreense empatou ou perdeu 14 dos 15 jogos diante do FC Porto, com destaque para a final da Taça de Portugal em 1955/56 (2-0), mas ganhou o último, em 1998/99, quando alinhou fora na quinta eliminatória da mesma prova e surpreendeu no Estádio das Antas (1-0).
O FC Porto pode destacar-se do Benfica no recorde de troféus seniores masculinos no futebol português, se conquistar o 88.º frente ao Torreense, que venceu a II Divisão (1954/55), a Liga 3 (2021/22) e a Taça de Portugal.