Futebol Nacional
Supertaça regressa a Coimbra
O Estádio Cidade de Coimbra vai acolher pela quinta vez a decisão da Supertaça Cândido de Oliveira, confirmou à Lusa fonte ligada ao processo de decisão do local para a realização da prova da Federação Portuguesa de Futebol.
O recinto construído para o Euro2004, palco dos jogos da Académica, vai opor na 48.ª edição o FC Porto, campeão nacional, recordista de títulos (24) e presenças (34) no jogo decisivo da competição, ao estreante Torreense, detentor da Taça de Portugal.
Coimbra sucede ao Estádio Algarve, que acolheu o dérbi lisboeta da edição de 2024/25, depois das cinco decisões em Aveiro, entre 2020 e 2024, no jogo entre os 'dragões' e os 'azuis-grenás', a ser disputado em 31 de julho ou 1 ou 2 de agosto.
A cidade do Mondego volta a acolher a Supertaça Cândido Oliveira, 22 anos depois de o FC Porto ter batido o Benfica, já no novo recinto conimbricense, com um golo solitário do então reforço 'azul e branco' Ricardo Quaresma, aos 56 minutos, para a conquista da 14.ª Supertaça dos portistas.
Os então campeões europeus, sob o comando de Victor Fernandez, que substituiu Luigi Del Neri no comando técnico do FC Porto, depois de o italiano, que rendera José Mourinho, ter sido demitido antes de começar a temporada, impuseram-se aos 'encarnados', comandados por Giovanni Trapattoni.
Esta foi a única vez que Coimbra acolheu a decisão em jogo único da prova, depois de já ter sido palco das finalíssimas de 1990/91, 1992/93 e 1999/2000, quando era disputada a duas mãos.
As duas primeiras, entre FC Porto e Benfica, foram resolvidas nas grandes penalidades, ambas a favor dos 'dragões'.
Primeiro, os 'azuis e brancos', sob o comando técnico do brasileiro Carlos Alberto Silva, levaram a melhor frente aos 'encarnados' de Tomislav Ivic, na edição de 1990/91, disputada em 09 de setembro de 1992, nos penáltis, por 4-3, graças a uma defesa de Vítor Baía a uma tentativa de conversão de Mostovoi, depois do empate 1-1 no prolongamento.
Já no dia 17 de agosto de 1994, os 'azuis e brancos' ergueram o troféu referente à temporada de 1992/93, já sob a orientação do inglês Bobby Robson, então, depois das igualdades 1-1 no tempo regulamentar e 2-2 no prolongamento, beneficiando de um falhanço do defesa central brasileiro William para o triunfo por 4-3, na 'lotaria', frente às 'águias', comandadas por Artur Jorge.
Na última edição disputada a duas mãos, e depois do empate nas Antas (1-1) e em Alvalade (0-0), a Supertaça de 1999/2000 foi decidida em Coimbra, no fim da época seguinte, em 16 de maio de 2001, antes de o Boavista se sagrar campeão nacional, quando os penáltis também foram decisivos, com Acosta a converter o castigo máximo para a vitória do Sporting e a assegurar o primeiro título como treinador de Manuel Fernandes, com a vitória por 1-0, depois de Schmeichel ter defendido uma cobrança de Deco.
Além de Coimbra, Algarve e Aveiro, a decisão em campo neutro da Supertaça já aconteceu noutros quatro recintos, com Leiria à cabeça, em duas ocasiões, mas também Vila do Conde, Setúbal e Guimarães, com uma cada.
Em 1979, a edição inaugural foi disputada num só jogo, no Estádio das Antas, no Porto, onde o Boavista surpreendeu o campeão FC Porto, recordista de conquistas com 24, mais do que todos os outros vencedores juntos.
O Torreense vai ser o 18.º clube a disputar o troféu, tentando ser o sexto a erguê-lo e juntar-se no historial a Benfica (10), Sporting (nove), Boavista (três) e Vitória de Guimarães (um).
Além das decididas em Coimbra (1990/91 e 1992/93), já disputadas nas temporadas de 1992/93 e 1994/95, a competição contou com outras três finalíssimas, duas em Paris, nas edições de 1993/94 e 1994/95, depois da primeira em 1984/85, a única edição decidida em quatro jogos, já que o desempate também foi a duas mãos, em casa e fora.
Em 30 de janeiro último, no Congresso do Futebol Português, a Federação Portuguesa de Futebol admitiu a possibilidade de alargar a Supertaça Cândido de Oliveira para quatro equipas, com meias-finais e final, a disputar no estrangeiro.
Menos de um mês depois, o presidente da FPF, Pedro Proença, apresentou aos sócios do organismo esta mesma intenção, até 2028.
Coimbra sucede ao Estádio Algarve, que acolheu o dérbi lisboeta da edição de 2024/25, depois das cinco decisões em Aveiro, entre 2020 e 2024, no jogo entre os 'dragões' e os 'azuis-grenás', a ser disputado em 31 de julho ou 1 ou 2 de agosto.
A cidade do Mondego volta a acolher a Supertaça Cândido Oliveira, 22 anos depois de o FC Porto ter batido o Benfica, já no novo recinto conimbricense, com um golo solitário do então reforço 'azul e branco' Ricardo Quaresma, aos 56 minutos, para a conquista da 14.ª Supertaça dos portistas.
Os então campeões europeus, sob o comando de Victor Fernandez, que substituiu Luigi Del Neri no comando técnico do FC Porto, depois de o italiano, que rendera José Mourinho, ter sido demitido antes de começar a temporada, impuseram-se aos 'encarnados', comandados por Giovanni Trapattoni.
Esta foi a única vez que Coimbra acolheu a decisão em jogo único da prova, depois de já ter sido palco das finalíssimas de 1990/91, 1992/93 e 1999/2000, quando era disputada a duas mãos.
As duas primeiras, entre FC Porto e Benfica, foram resolvidas nas grandes penalidades, ambas a favor dos 'dragões'.
Primeiro, os 'azuis e brancos', sob o comando técnico do brasileiro Carlos Alberto Silva, levaram a melhor frente aos 'encarnados' de Tomislav Ivic, na edição de 1990/91, disputada em 09 de setembro de 1992, nos penáltis, por 4-3, graças a uma defesa de Vítor Baía a uma tentativa de conversão de Mostovoi, depois do empate 1-1 no prolongamento.
Já no dia 17 de agosto de 1994, os 'azuis e brancos' ergueram o troféu referente à temporada de 1992/93, já sob a orientação do inglês Bobby Robson, então, depois das igualdades 1-1 no tempo regulamentar e 2-2 no prolongamento, beneficiando de um falhanço do defesa central brasileiro William para o triunfo por 4-3, na 'lotaria', frente às 'águias', comandadas por Artur Jorge.
Na última edição disputada a duas mãos, e depois do empate nas Antas (1-1) e em Alvalade (0-0), a Supertaça de 1999/2000 foi decidida em Coimbra, no fim da época seguinte, em 16 de maio de 2001, antes de o Boavista se sagrar campeão nacional, quando os penáltis também foram decisivos, com Acosta a converter o castigo máximo para a vitória do Sporting e a assegurar o primeiro título como treinador de Manuel Fernandes, com a vitória por 1-0, depois de Schmeichel ter defendido uma cobrança de Deco.
Além de Coimbra, Algarve e Aveiro, a decisão em campo neutro da Supertaça já aconteceu noutros quatro recintos, com Leiria à cabeça, em duas ocasiões, mas também Vila do Conde, Setúbal e Guimarães, com uma cada.
Em 1979, a edição inaugural foi disputada num só jogo, no Estádio das Antas, no Porto, onde o Boavista surpreendeu o campeão FC Porto, recordista de conquistas com 24, mais do que todos os outros vencedores juntos.
O Torreense vai ser o 18.º clube a disputar o troféu, tentando ser o sexto a erguê-lo e juntar-se no historial a Benfica (10), Sporting (nove), Boavista (três) e Vitória de Guimarães (um).
Além das decididas em Coimbra (1990/91 e 1992/93), já disputadas nas temporadas de 1992/93 e 1994/95, a competição contou com outras três finalíssimas, duas em Paris, nas edições de 1993/94 e 1994/95, depois da primeira em 1984/85, a única edição decidida em quatro jogos, já que o desempate também foi a duas mãos, em casa e fora.
Em 30 de janeiro último, no Congresso do Futebol Português, a Federação Portuguesa de Futebol admitiu a possibilidade de alargar a Supertaça Cândido de Oliveira para quatro equipas, com meias-finais e final, a disputar no estrangeiro.
Menos de um mês depois, o presidente da FPF, Pedro Proença, apresentou aos sócios do organismo esta mesma intenção, até 2028.
(Com Lusa)