Futebol Nacional
Taça da Liga
Taça da Liga faz festa minhota no Algarve
Moreirense e Sp. Braga jogam a final da Taça da Liga, em futebol, no próximo domingo, a partir das 20h45, no estádio do Algarve.
O Moreirense pela primeira vez e o Sp. Braga pela segunda estarão presentes no jogo decisivo para a atribuição do troféu da época 2016-17.
Para chegar à decisão final a equipa dos "cónegos" eliminou o Benfica, na meia-final, por 3-1, enquanto os "arsenalistas" derrotaram o V. Setúbal, por 3-0.
Na quinta feira à noite o Moreirense obteve o apuramento inédito para a primeira final da sua história, ao bater o Benfica na segunda meia-final da prova, virando o resultado numa segunda parte memorável.
Após uma primeira parte de domínio encarnado, com golo madrugador de Salvio (seis minutos), a equipa lisboeta reentrou adormecida depois do intervalo e permitiu a reviravolta no marcador, iniciada por Dramé (46) e concluída com 'bis' de Boateng (54 e 71).
NO final do desafio Augusto Inácio, treinador do Moreirense, enaltecia o feito dos seus jogadores e o significado de estar na final: "Os nossos jogadores foram extraordinários, na abnegação, no querer, na determinação e esta festa de ganhar um jogo histórico para o Moreirense, histórico por ter ganhado ao Benfica pela primeira vez, histórico porque era a primeira vez que estava na meia final da Taça da Liga e histórico por atingir a final. O que é certo é que eliminámos o Benfica e o mundo desportivo está todo surpreendido. Estamos lá por merito próprio, trabalhámos muito e merecemos cá estar. Uma final minhota no Algarve, camisolas vermelhas contra verde e brancas. Estamos a viver momentos mágicos e vamos assentar a poeira e verificar o que vai ser melhor. Quem chega à final é para ganhar, não para perder. A história só se vai lembrar dos vencedores, não de quem foi à final, por isso queremos entrar na história".
Percurso dos dois finalistas
O Sp. Braga só entrou na terceira fase da competição, na fase de grupos, e a estreia quase acabou com as aspirações dos minhotos, que perderam em casa por 2-1 com o Rio Ave.
Uma goleada caseira por 4-0 ao Sp. Covilhã junto ao desaire do Rio Ave nos Barreiros, recolocou, porém, o "onze" de Jorge Simão na corrida.
Na última ronda, os bracarenses tinham de bater o Marítimo, que também só se apurava vencendo, e conseguiram-no, aos 90+4 minutos, por Velázquez, numa altura em que os insulares tinham o central Maurício na baliza. Este golo eliminou o Rio Ave.
Quanto aos "outsiders", o Moreirense chegou à meia-final com três triunfos e um empate, num percurso iniciado na segunda fase, com uma vitória caseira por 1-0 sobre o Estoril-Praia, ainda sob o comando de Pepa, agora no Tondela.
Na terceira fase, já com Augusto Inácio à frente da equipa, o conjunto de Moreira de Cónegos venceu o seu único jogo fora, perante o Feirense (2-1), para, após uma recuperação de dois golos (1-3 para 3-3), empatar com o Belenenses.
A vitória nesse jogo teria selado o apuramento, mas ele acabou por aparecer na terceira ronda: bastava empatar frente ao FC Porto, mas a equipa da casa fez melhor, vencendo por 1-0 uns forasteiros que acabaram reduzidos a nove.
Benfica domina a competição
O Benfica apresenta um domínio quase total na história da Taça da Liga em futebol, com sete títulos em nove edições.
O clube da Luz venceu a prova em 2009, 2010, 2011, 2012, 2014, 2015 e 2016, falhando apenas na primeira edição (2008), conquistada pelo V. Setúbal, e na de 2013, que acabou com um triunfo do Sp. Braga frente ao FC Porto, por 1-0.
Para chegar à decisão final a equipa dos "cónegos" eliminou o Benfica, na meia-final, por 3-1, enquanto os "arsenalistas" derrotaram o V. Setúbal, por 3-0.
Na quinta feira à noite o Moreirense obteve o apuramento inédito para a primeira final da sua história, ao bater o Benfica na segunda meia-final da prova, virando o resultado numa segunda parte memorável.
Após uma primeira parte de domínio encarnado, com golo madrugador de Salvio (seis minutos), a equipa lisboeta reentrou adormecida depois do intervalo e permitiu a reviravolta no marcador, iniciada por Dramé (46) e concluída com 'bis' de Boateng (54 e 71).
NO final do desafio Augusto Inácio, treinador do Moreirense, enaltecia o feito dos seus jogadores e o significado de estar na final: "Os nossos jogadores foram extraordinários, na abnegação, no querer, na determinação e esta festa de ganhar um jogo histórico para o Moreirense, histórico por ter ganhado ao Benfica pela primeira vez, histórico porque era a primeira vez que estava na meia final da Taça da Liga e histórico por atingir a final. O que é certo é que eliminámos o Benfica e o mundo desportivo está todo surpreendido. Estamos lá por merito próprio, trabalhámos muito e merecemos cá estar. Uma final minhota no Algarve, camisolas vermelhas contra verde e brancas. Estamos a viver momentos mágicos e vamos assentar a poeira e verificar o que vai ser melhor. Quem chega à final é para ganhar, não para perder. A história só se vai lembrar dos vencedores, não de quem foi à final, por isso queremos entrar na história".
Percurso dos dois finalistas
O Sp. Braga só entrou na terceira fase da competição, na fase de grupos, e a estreia quase acabou com as aspirações dos minhotos, que perderam em casa por 2-1 com o Rio Ave.
Uma goleada caseira por 4-0 ao Sp. Covilhã junto ao desaire do Rio Ave nos Barreiros, recolocou, porém, o "onze" de Jorge Simão na corrida.
Na última ronda, os bracarenses tinham de bater o Marítimo, que também só se apurava vencendo, e conseguiram-no, aos 90+4 minutos, por Velázquez, numa altura em que os insulares tinham o central Maurício na baliza. Este golo eliminou o Rio Ave.
Quanto aos "outsiders", o Moreirense chegou à meia-final com três triunfos e um empate, num percurso iniciado na segunda fase, com uma vitória caseira por 1-0 sobre o Estoril-Praia, ainda sob o comando de Pepa, agora no Tondela.
Na terceira fase, já com Augusto Inácio à frente da equipa, o conjunto de Moreira de Cónegos venceu o seu único jogo fora, perante o Feirense (2-1), para, após uma recuperação de dois golos (1-3 para 3-3), empatar com o Belenenses.
A vitória nesse jogo teria selado o apuramento, mas ele acabou por aparecer na terceira ronda: bastava empatar frente ao FC Porto, mas a equipa da casa fez melhor, vencendo por 1-0 uns forasteiros que acabaram reduzidos a nove.
Benfica domina a competição
O Benfica apresenta um domínio quase total na história da Taça da Liga em futebol, com sete títulos em nove edições.
O clube da Luz venceu a prova em 2009, 2010, 2011, 2012, 2014, 2015 e 2016, falhando apenas na primeira edição (2008), conquistada pelo V. Setúbal, e na de 2013, que acabou com um triunfo do Sp. Braga frente ao FC Porto, por 1-0.