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Taça da Liga
Taça da Liga. “Queremos pegar na emoção do dérbi e jogar com ela” – Luís Pinto
O treinador Luís Pinto afirmou hoje que o Vitória de Guimarães quer “pegar na emoção” associada ao dérbi com o Sporting de Braga e “jogar com ela” na final da Taça da Liga de futebol, sábado, em Leiria.
Pela primeira vez presente na final de uma taça nacional, o técnico, de 36 anos, vincou que a sua equipa deve mostrar “crença como identidade”, tal como nas reviravoltas face a FC Porto (3-1), nos quartos-de-final, e Sporting (2-1), nas meias-finais, mas lembrou que os seus jogadores precisam de apresentar mais do que isso, sem esquecer a ‘atmosfera’ em redor do 161.º dérbi minhoto em provas nacionais.
“Sabemos que este jogo é especial. Não queremos, de todo, retirar o quão de especial este jogo tem. Não nos queremos colocar de parte. Queremos ‘pegar’ na emoção do jogo e jogar com ela. Vamos fazer parte do dérbi mais histórico entre as duas equipas. É o primeiro dérbi entre as duas que vai decidir um troféu. E é o primeiro em campo neutro”, referiu, na conferência de antevisão à final.
Convencido de que o favoritismo é repartido, Luís Pinto salientou que conquistar o terceiro troféu na história dos vimaranenses, após a Supertaça de 1988 e a Taça de Portugal de 2012/13, é “muito importante”, mas que a possibilidade de o fazer diante de um rival pode tornar o sábado “inesquecível”, para o clube e para a cidade de Guimarães.
O técnico dos vitorianos mostrou-se ainda convencido de que os adeptos do clube da ‘cidade berço’ vão estar em maioria nas bancadas do estádio, com lotação para quase 24.000 espetadores, e mostrou-se convencido de que podem ter um papel no sucesso da equipa, com aconteceu na terça-feira, perante os ‘leões’.
“Sentimos muito o apoio dos nossos adeptos na meia-final. Sei que vão marcar presença. (...) Com o Sporting, estivemos a perder até ao final e ouvimo-los por bastante tempo a apoiar. Acredito que o papel deles nos pode ajudar”, vincou.
Luís Pinto enalteceu o “espírito de sacrifício, a intensidade com intencionalidade” e a qualidade defensiva e ofensiva apresentadas perante o Sporting, mas perspetivou um jogo diferente no sábado e avisou os seus pupilos que não se podem manter “presos ao que fizeram na meia-final”.
“Temos de ter capacidade de perceber que vamos ter de correr muito, com bola e sem bola. Temos de saber quais os caminhos a fechar ao Braga e quais os caminhos a explorar”, observou.
O treinador realçou ainda que as equipas estavam num “momento muito diferente” quando empataram (1-1) em 20 de setembro de 2025, para a sexta jornada da I Liga portuguesa, pelo que os analistas da equipa técnica se focaram mais em avaliar os jogos mais recentes do Sporting de Braga.
Com o médio Diogo Sousa recuperado das mazelas apresentadas após a meia-final de terça-feira e o avançado Gustavo Silva na fase final de recuperação de uma lesão, em dúvida para o jogo, Luís Pinto comentou o ‘bis’ de Alioune Ndoye, ponta de lança saído do banco de suplentes diante do Sporting, mas recusou esclarecer se lhe vai dar a titularidade na final.
“Não sou do tempo em que não havia substituições, mas sou do tempo em que havia três substituições. As cinco substituições permitem-nos jogar de forma diferente. Sabemos que quem está no banco vai ser importante para acrescentar. Há momentos em que precisamos desse tipo de jogadores para agitar. Se fizer sentido ser titular, será titular, se fizer sentido ficar no banco para ser uma arma durante o jogo, irá ficar no banco”, projetou.
O Vitória de Guimarães e o Sporting de Braga encontram-se pela primeira vez na final de uma competição nacional, em jogo agendado para sábado, às 20:00, no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, com arbitragem de Hélder Malheiro, da associação de Lisboa.
“Sabemos que este jogo é especial. Não queremos, de todo, retirar o quão de especial este jogo tem. Não nos queremos colocar de parte. Queremos ‘pegar’ na emoção do jogo e jogar com ela. Vamos fazer parte do dérbi mais histórico entre as duas equipas. É o primeiro dérbi entre as duas que vai decidir um troféu. E é o primeiro em campo neutro”, referiu, na conferência de antevisão à final.
Convencido de que o favoritismo é repartido, Luís Pinto salientou que conquistar o terceiro troféu na história dos vimaranenses, após a Supertaça de 1988 e a Taça de Portugal de 2012/13, é “muito importante”, mas que a possibilidade de o fazer diante de um rival pode tornar o sábado “inesquecível”, para o clube e para a cidade de Guimarães.
O técnico dos vitorianos mostrou-se ainda convencido de que os adeptos do clube da ‘cidade berço’ vão estar em maioria nas bancadas do estádio, com lotação para quase 24.000 espetadores, e mostrou-se convencido de que podem ter um papel no sucesso da equipa, com aconteceu na terça-feira, perante os ‘leões’.
“Sentimos muito o apoio dos nossos adeptos na meia-final. Sei que vão marcar presença. (...) Com o Sporting, estivemos a perder até ao final e ouvimo-los por bastante tempo a apoiar. Acredito que o papel deles nos pode ajudar”, vincou.
Luís Pinto enalteceu o “espírito de sacrifício, a intensidade com intencionalidade” e a qualidade defensiva e ofensiva apresentadas perante o Sporting, mas perspetivou um jogo diferente no sábado e avisou os seus pupilos que não se podem manter “presos ao que fizeram na meia-final”.
“Temos de ter capacidade de perceber que vamos ter de correr muito, com bola e sem bola. Temos de saber quais os caminhos a fechar ao Braga e quais os caminhos a explorar”, observou.
O treinador realçou ainda que as equipas estavam num “momento muito diferente” quando empataram (1-1) em 20 de setembro de 2025, para a sexta jornada da I Liga portuguesa, pelo que os analistas da equipa técnica se focaram mais em avaliar os jogos mais recentes do Sporting de Braga.
Com o médio Diogo Sousa recuperado das mazelas apresentadas após a meia-final de terça-feira e o avançado Gustavo Silva na fase final de recuperação de uma lesão, em dúvida para o jogo, Luís Pinto comentou o ‘bis’ de Alioune Ndoye, ponta de lança saído do banco de suplentes diante do Sporting, mas recusou esclarecer se lhe vai dar a titularidade na final.
“Não sou do tempo em que não havia substituições, mas sou do tempo em que havia três substituições. As cinco substituições permitem-nos jogar de forma diferente. Sabemos que quem está no banco vai ser importante para acrescentar. Há momentos em que precisamos desse tipo de jogadores para agitar. Se fizer sentido ser titular, será titular, se fizer sentido ficar no banco para ser uma arma durante o jogo, irá ficar no banco”, projetou.
O Vitória de Guimarães e o Sporting de Braga encontram-se pela primeira vez na final de uma competição nacional, em jogo agendado para sábado, às 20:00, no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, com arbitragem de Hélder Malheiro, da associação de Lisboa.