Futebol Nacional
V. Guimarães «feliz» com entrada directa na «champions»
O presidente do Vitória de Guimarães considerou esta quarta-feira "ser uma pena" a ausência do FC Porto da Liga dos Campeões de futebol na próxima época, mas congratulou-se com os benefícios financeiros e desportivos da entrada directa na competição.
"É pena em termos desportivos, porque Portugal vai ficar a perder com a não participação do FC Porto na Liga dos Campeões", disse Macedo da Silva, no Complexo da Unidade, em Guimarães.
Para o dirigente, porém, "é óbvio que se o Vitória de Guimarães passar para a fase de grupos é uma das equipas beneficiadas em termos financeiros e desportivos", o que não alterará, assegurou, "rigorosamente nada" na preparação da próxima temporada futebolística.
O presidente vitoriano considera ser "evidente que o encaixe financeiro pode ajudar a resolver o passivo do clube", mas adiantou que "já existiam alternativas para o reduzir".
No entanto, Macedo da Silva não quer "embandeirar em arco, até porque o FC Porto vai recorrer da decisão".
A pré-época vimaranense deverá sofrer alguns reajustes uma vez que - e confirmada a decisão da UEFA depois do recurso que os portistas vão apresentar nos próximos dias - o clube minhoto já não fará os jogos da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, a 12 e 26 de Agosto.
Questionado sobre se o dinheiro proveniente da qualificação directa
para a "Champions" poderá permitir ao clube não vender os jogadores mais
cobiçados (os defesas centrais Geromel e Sereno), Macedo da Silva reafirmou a intenção do clube em vender os direitos desportivos sobre alguns atletas.
"Já temos as coisas planeadas e isto não vai alterar nada. Se tivermos que vender, vendemos na mesma", afirmou o líder do Vitória de Guimarães, escusando comentar possíveis contratações de reforços.
"Neste momento não há nada. Há perspectivas e, no momento certo, vamos
anunciá-las. Estamos a trabalhar para formar uma equipa competitiva", disse,
considerando que, mesmo sem a participação na Liga dos Campeões, "o Vitória de Guimarães é hoje um clube apetecível para qualquer jogador" muito devido à "sua massa associativa, única no país".
A entrada directa dos vimaranenses, pela primeira vez na sua história, na Liga "milionária", permitirá um encaixe financeiro nunca inferior a seis milhões de euros, isto quando o passivo do clube ultrapassa os 11 milhões.
Para o dirigente, porém, "é óbvio que se o Vitória de Guimarães passar para a fase de grupos é uma das equipas beneficiadas em termos financeiros e desportivos", o que não alterará, assegurou, "rigorosamente nada" na preparação da próxima temporada futebolística.
O presidente vitoriano considera ser "evidente que o encaixe financeiro pode ajudar a resolver o passivo do clube", mas adiantou que "já existiam alternativas para o reduzir".
No entanto, Macedo da Silva não quer "embandeirar em arco, até porque o FC Porto vai recorrer da decisão".
A pré-época vimaranense deverá sofrer alguns reajustes uma vez que - e confirmada a decisão da UEFA depois do recurso que os portistas vão apresentar nos próximos dias - o clube minhoto já não fará os jogos da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, a 12 e 26 de Agosto.
Questionado sobre se o dinheiro proveniente da qualificação directa
para a "Champions" poderá permitir ao clube não vender os jogadores mais
cobiçados (os defesas centrais Geromel e Sereno), Macedo da Silva reafirmou a intenção do clube em vender os direitos desportivos sobre alguns atletas.
"Já temos as coisas planeadas e isto não vai alterar nada. Se tivermos que vender, vendemos na mesma", afirmou o líder do Vitória de Guimarães, escusando comentar possíveis contratações de reforços.
"Neste momento não há nada. Há perspectivas e, no momento certo, vamos
anunciá-las. Estamos a trabalhar para formar uma equipa competitiva", disse,
considerando que, mesmo sem a participação na Liga dos Campeões, "o Vitória de Guimarães é hoje um clube apetecível para qualquer jogador" muito devido à "sua massa associativa, única no país".
A entrada directa dos vimaranenses, pela primeira vez na sua história, na Liga "milionária", permitirá um encaixe financeiro nunca inferior a seis milhões de euros, isto quando o passivo do clube ultrapassa os 11 milhões.