Futebol Internacional
Espanha
Messi é um jogador livre
O futebolista Lionel Messi terminou o contrato com o FC Barcelona à meia-noite de 30 de junho e é um jogador livre.
O último contrato do avançado argentino com o Barcelona foi assinado a 25 de novembro de 2017 e vigorou até 30 de junho de 2021.
A relação entre as duas partes teve início a 8 de janeiro de 2001, totalizando 7.478 dias.
De acordo com o jornal espanhol "Mundo Deportivo", Messi pretende jogar mais duas épocas em Barcelona antes de rumar à MLS, a principal liga de futebol dos Estados Unidos da América. Existem sinais positivos para se chegar à renovação do contrato mas ainda existem várias questões de natureza económica e fiscal que não foram esclarecidas.
Messi quer Barcelona e a família o PSG
O astro argentino ainda não renovou com os "blaugrana", mas também ainda não assinou por outro clube. O "Le Parisien" refere que em causa está a opinião da família.
O jornal francês escreve que Lionel Messi estaria disposto a renovar contrato com o Barcelona, mas que o pai e a restante família preferem que este se mude para o Paris Saint-Germain.
Para renovar contrato com o emblema espanhol, Messi sabe que vai ter de aceitar uma redução salarial, algo que não aconteceria em Paris.
Os detalhes do contrato do jogador
Em fevereiro deste ano, o jornal espanhol “El Mundo” revelou que o contrato é de 555.237.619 de euros em quatro anos. Esta soma inclui salários, direitos de imagem, bónus, subsídios e variáveis.
O contrato, assinado com Bartomeu na presidência do clube catalão, garantiu até 128 milhões de euros por temporada ao craque argentino, entre valores fixos e variáveis, aos quais se acrescentam ainda dois prémios, um de mais de cem milhões de euros por renovar (115.225.000€) e outro por "fidelidade" que ascende aos 77.929.955 de euros.
Alguns dias depois, o mesmo jornal fez mais revelações, desta vez sobre o referido prémio de fidelidade. Os espanhóis esclareceram que o contrato prevê que no dia 15 de junho, duas semanas depois de o contrato de Messi com o Barcelona chegar ao fim, o clube catalão tem de pagar quase 39 milhões de euros ao avançado por ter ficado na equipa até ao dia 1 de fevereiro.
Mesmo que Messi já não pertencesse ao Barcelona nessa altura, o clube teria de lhe pagar esse valor como bónus de compromisso, sendo que uma parte já foi saldada em março do ano passado. Como não há duas sem três, o “El Mundo” fez mais uma revelação sobre o contrato de Messi e, provavelmente, a mais surpreendente.
Na primeira cláusula do contrato o clube exigia ao avançado a realização "dos máximos esforços para se integrar na sociedade catalã, respeitando e assumindo os valores culturais da mesma, comprometendo-se especialmente na aprendizagem da língua catalã, veículo fundamental para esta integração". Ao mesmo tempo, o clube comprometia-se a colocar à disposição do jogador todos os meios para a realização deste desejo.
A relação entre as duas partes teve início a 8 de janeiro de 2001, totalizando 7.478 dias.
De acordo com o jornal espanhol "Mundo Deportivo", Messi pretende jogar mais duas épocas em Barcelona antes de rumar à MLS, a principal liga de futebol dos Estados Unidos da América. Existem sinais positivos para se chegar à renovação do contrato mas ainda existem várias questões de natureza económica e fiscal que não foram esclarecidas.
Messi quer Barcelona e a família o PSG
O astro argentino ainda não renovou com os "blaugrana", mas também ainda não assinou por outro clube. O "Le Parisien" refere que em causa está a opinião da família.
O jornal francês escreve que Lionel Messi estaria disposto a renovar contrato com o Barcelona, mas que o pai e a restante família preferem que este se mude para o Paris Saint-Germain.
Para renovar contrato com o emblema espanhol, Messi sabe que vai ter de aceitar uma redução salarial, algo que não aconteceria em Paris.
Os detalhes do contrato do jogador
Em fevereiro deste ano, o jornal espanhol “El Mundo” revelou que o contrato é de 555.237.619 de euros em quatro anos. Esta soma inclui salários, direitos de imagem, bónus, subsídios e variáveis.
O contrato, assinado com Bartomeu na presidência do clube catalão, garantiu até 128 milhões de euros por temporada ao craque argentino, entre valores fixos e variáveis, aos quais se acrescentam ainda dois prémios, um de mais de cem milhões de euros por renovar (115.225.000€) e outro por "fidelidade" que ascende aos 77.929.955 de euros.
Alguns dias depois, o mesmo jornal fez mais revelações, desta vez sobre o referido prémio de fidelidade. Os espanhóis esclareceram que o contrato prevê que no dia 15 de junho, duas semanas depois de o contrato de Messi com o Barcelona chegar ao fim, o clube catalão tem de pagar quase 39 milhões de euros ao avançado por ter ficado na equipa até ao dia 1 de fevereiro.
Mesmo que Messi já não pertencesse ao Barcelona nessa altura, o clube teria de lhe pagar esse valor como bónus de compromisso, sendo que uma parte já foi saldada em março do ano passado. Como não há duas sem três, o “El Mundo” fez mais uma revelação sobre o contrato de Messi e, provavelmente, a mais surpreendente.
Na primeira cláusula do contrato o clube exigia ao avançado a realização "dos máximos esforços para se integrar na sociedade catalã, respeitando e assumindo os valores culturais da mesma, comprometendo-se especialmente na aprendizagem da língua catalã, veículo fundamental para esta integração". Ao mesmo tempo, o clube comprometia-se a colocar à disposição do jogador todos os meios para a realização deste desejo.
Entre outras exigências, o clube pedia a Messi a adoção "de uma conduta pessoal e um ritmo de vida adequados" e que nunca recorresse ao doping. Também lhe era exigido que não andasse de moto de água e que aceitasse jogar na posição que o treinador determinasse.
Messi aceitou todas as condições mas fez uma exigência: se a Catalunha se tornasse independente e o Barcelona passasse a disputar uma liga só com clubes catalãs, o jogador estaria livre do contrato.