Benfica está disposto a contrariar o PAOK

A equipa do Benfica defronta hoje o PAOK, em jogo a contar para a segunda mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa, marcado para as 20h05 no Estádio da Luz e depois da vitória na Grécia por 1-0 compete à equipa encarnada gerir o jogo sem adormecer para seguir em frente na competição.

RTP /
Jorge Jesus e Luisão comandam uma equipa concentrada e ambiciosa EPA

É certo que o técnico da equipa da Luz voltará a mexer na equipa sem lhe retirar a coesão habitual.
Oblak, Enzo Pérez e Sulejmani são as principais ausências entre os convocados para o encontro desta noite.
Na defesa há a registar o regresso de Garay com Sílvio a ocupar o lugar na lateral-esquerda.
No meio-campo a novidade poderá ser o reaparecimento de Gaitán e o regresso à titularidade mais de 5 meses depois de Salvio.

O defesa Jardel será poupado depois de ter sido suturado na testa e no nariz, após o jogo com o V. Guimarães, com 18 pontos. No banco em vez do brasileiro deverá sentar-se Steven Vitória.

Lista dos 18 convocados:

- Guarda-redes: Artur Moraes e Paulo Lopes.

- Defesas: Maxi Pereira, Luisão, Garay, Siqueira, Steven Vitória e Sílvio.

- Médios: Djuricic, Salvio, Fejsa, André Gomes, Ruben Amorim e Nico
Gaitán.

- Avançados: Cardozo, Markovic, Lima e Rodrigo.

Na antevisão do desafio o treinador Jorge Jesus mostrou-se consciente das dificuldades que a equipa vai encontrar: “O PAOK é uma equipa difícil. Vamos entrar neste segundo jogo numa posição melhor, mas temos de estar ao nível da Grécia para nos apurarmos”.

O defesa Sílvio alinha pela mesma ideia de não entrar no caminho do facilitismo: “Vamos ter pela frente uma grande equipa, já a conhecemos bem. É um conjunto muito forte no contra-golpe, mas com a equipa que temos e a vontade que existe de passar á eliminatória seguinte, certamente que estaremos à altura das responsabilidades”.

A UEFA nomeou o polaco Szymon Marciniak para arbitrar o desafio entre Benfica e PAOK.

O relato do encontro é na Antena 1 com o jornalista Paulo Sérgio, a reportagem do Eduardo Gonçalves e os comentários de José Nunes.

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