Mourinho promete lutar pela conquista da sua primeira Supertaça

O treinador do Chelsea, José Mourinho, prometeu esta terça-feira fazer tudo para vencer a sua primeira Supertaça europeia em futebol, sexta-feira frente ao Bayern de Munique, embora relativizando a importância do troféu.

RTP /
Mourinho UEFA

    "Normalmente, as Supertaças europeias são troféus diferentes, vocês compreendem isso, não é o mesmo que ganhar uma competição onde se realizam bastantes jogos. É uma competição a um só jogo, por isso, em termos futebolísticos, não significa muito, mas é um troféu com prestígio, que cada clube gostaria de acrescentar ao seu palmarés. Por isso temos de tentar ganhá-lo", acentuou o técnico português, em entrevista ao sítio oficial da UEFA na internet.
 
    Mourinho, que já venceu todo o tipo de troféus em Portugal, Espanha e Itália e também na Europa, exceto a Supertaça europeia, admitiu ter ficado impressionado com a capacidade revelada pelo seu adversário de sexta-feira, em Praga, para vencer as três competições em que estava inserido.  
 
    "Com o Bayern, o que me impressionou foi sempre a dificuldade de conquistar a "tripla" de troféus, e apenas grandes equipas, com uma mentalidade forte, qualidades futebolísticas fantásticas -- e não apenas qualidades futebolísticas -- conseguem isso", sustentou.   
 
    Para o treinador português, "manter esse nível e ambição nas três competições foi fantástico, um trabalho notável e inacreditável de Juup Heynckes".
 
 
    "Como é óbvio, fiquei impressionado com a forma como se exibiram ao longo de toda a temporada", sublinhando que "defrontar a melhor equipa do mundo na época anterior, porque foi fantástica nesse período, é um grande desafio", até porque a equipa sabe a que ponto está "frente aos melhores".
 
    No mesmo dia, o Chelsea ficará a conhecer os adversários na fase de grupos da Champions League, e esse é, para Mourinho, "outro desafio de peso, o de garantir o apuramento para a fase a eliminar".  
 
    O técnico português voltou a manifestar-se feliz com o regresso a Londres e ao Chelsea.  
 
    "Estou no clube onde queria estar. Estou no país onde queria estar, por isso penso que isso é um privilégio, pois por vezes preferimos um clube ou país, mas as circunstâncias não permitem ter ambos, por isso após a minha experiência em diferentes países, não podia estar mais feliz", concluiu.
 
     
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