Motores
Ari Vatanen candidato à presidência da FIA
"A minha candidatura assenta em dois pilares: reconciliação e unificaçáo", anuncia o finlandês, de 57 anos, retirado da competição em 1985, com reaparições esporádicas, a última no Dakar 2007, que não terminou
O finlandês Ari Vatanen, antigo campeão do mundo de ralis e ex-deputado europeu, anunciou, esta sexta-feira, que se vai candidatar à presidência da Federação Internacional do Automóvel (FIA), cujas eleições se realizam em Outubro.
"A minha candidatura assenta em dois pilares: reconciliação e unificaçáo", afirmou Vatanen, que justificou a sua decisão com os inúmeros pedidos que recebeu para avançar por parte de muitos membros da FIA, na expectativa de suceder ao inglês Max Mosley, que ocupa o cargo desde 1993.
O actual presidente já fez saber que não está disponível para desempenhar um quinto mandato, depois de ter entrado em conflito com as escuderias de Fórmula 1, que ameaçaram criar uma competição paralela, depois das propostas de alteração aos regulamentos para 2010.
"Não vou atirar pedras a Max, sempre tive boa relação com ele e não me cabe dizer se tem ou não razão", afirmou Vatanen, limitando-se a fazer um apelo no sentido de se encontrar um "meio de entendimento entre todos os parceiros desta indústria em vez de a transformar num campo de batalha".
"A minha candidatura assenta em dois pilares: reconciliação e unificaçáo", afirmou Vatanen, que justificou a sua decisão com os inúmeros pedidos que recebeu para avançar por parte de muitos membros da FIA, na expectativa de suceder ao inglês Max Mosley, que ocupa o cargo desde 1993.
O actual presidente já fez saber que não está disponível para desempenhar um quinto mandato, depois de ter entrado em conflito com as escuderias de Fórmula 1, que ameaçaram criar uma competição paralela, depois das propostas de alteração aos regulamentos para 2010.
"Não vou atirar pedras a Max, sempre tive boa relação com ele e não me cabe dizer se tem ou não razão", afirmou Vatanen, limitando-se a fazer um apelo no sentido de se encontrar um "meio de entendimento entre todos os parceiros desta indústria em vez de a transformar num campo de batalha".