F1 - KERS não é perigoso, segundo director da McLaren

Indy Lall, director de testes da McLaren, compara os riscos de explosão do KERS aos das baterias comuns

RTP /
O MP4-24, naturalmente, já está equipado com o controverso KERS EPA

O director da equipa de testes da McLaren-Mercedes minimizou hoje, quarta-feira, os riscos de explosão relacionados com o KERS, um novo sistema para 2009 que a equipa anglo-alemã de Fórmula 1 já testa desde o ano passado.
 
"Não há perigo de explosão, a não ser devido aos químicos usados na bateria. Não fariam uma coisa perigosa para usar junto ao público", disse Indy Lall, recordando que os químicos utilizados nas baterias dos automóveis do dia-a-dia também podem provocar explosões. 

O KERS, um sistema de recuperação de energia cinética na travagem, que pode acumular entre 400 e 800 volts e depois permite um ganho momentâneo de potência até 80 cavalos, tem estado na ordem do dia nos treinos oficiais de Fórmula 1, que decorrem, até quinta-feira, no Autódromo Internacional do Algarve. 
 
Em causa tem estado o facto de o sistema - a estrear no Mundial de 2009, que começa em 29 de Março na Austrália - ser muito dispendioso e haver dúvidas quanto à sua segurança, principalmente em caso de colisão grave. 
 
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