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Filipe Albuquerque vence 24 Horas de Daytona
O português Filipe Albuquerque (Acura) venceu hoje as 24 Horas de Daytona, primeira prova do campeonato norte-americano de resistência, o IMSA, na estreia pela equipa Wayne Taylor Racing.
O piloto de Coimbra, que teve a seu cargo o derradeiro turno de condução, bateu o japonês Kamui Kobayashi (Cadillac) por 4,704 segundos, e o britânico Harry Tincknell (Mazda) por 6,562 segundos, beneficiando de um furo sofrido pelo Cadillac do holandês Renger van der Zende.
Albuquerque, que dividiu a condução com os norte-americanos Ricky Taylor e Alexander Rossi e o brasileiro Hélio Castroneves, largou da quinta posição, mas chegou à liderança sensivelmente a meio da prova.
A 50 minutos do final desta que é a mais mítica das provas de resistência nos Estados Unidos, um pequeno erro na curva quatro e uma paragem nas boxes fizeram Albuquerque baixar ao terceiro lugar, a quatro segundos da liderança.
A meia hora do final, os adversários também pararam nas boxes e o piloto de Coimbra recuperou o comando, sob a ameaça de Van der Zande, que chegou a estar a 0,4 segundos do Acura do português, que se ia defendendo dos ataques do adversário.
Até que a sete minutos do final, um furo na roda traseira direita fez o holandês cair para a quinta posição final, a 1.07,744 minutos do português e atrás do colombiano Juan Pablo Montoya (Acura), que foi quarto.
Esta foi a segunda vitória à geral do piloto português, que em 2018 tinha vencido juntamente com o portuense João Barbosa, que hoje foi o segundo classificado da classe LMP3, num Ligier.
O piloto portuense, que no ano passado interrompeu a carreira devido a problemas de saúde de um familiar, regressou este ano ao campeonato na nova classe, que se junta às DPi e LMP2, terminando na 19.ª posição da geral, a três voltas do vencedor, Spencer Pigot (Ligier).
Albuquerque já tinha vencido em Daytona, em 2013, na classe GTD. Mas hoje fez "a corrida mais difícil" da sua carreira.
"Ganhámos. Campeões outra vez. Inacreditável. Foi a corrida mais difícil da minha vida. Sempre no limite para compensar o andamento dos nossos adversários e a [ter de] olhar para os espelhos para os bloquear", exultou o piloto de Coimbra, numa mensagem vídeo enviada à Agência Lusa.
"Não foi só nos últimos 20 minutos [que foi difícil], mas nas últimas 12 horas, quando conseguimos meter o carro em primeiro lugar", frisou o piloto de Coimbra.
Após o triunfo, Albuquerque confessou ter sido "um orgulho" ter tido o derradeiro turno de condução, que lhe permitiu ver a bandeirada de xadrez. O melhor arranque possível para o ano em que tem como objetivo sagrar-se campeão norte-americano de resistência.
Albuquerque, que dividiu a condução com os norte-americanos Ricky Taylor e Alexander Rossi e o brasileiro Hélio Castroneves, largou da quinta posição, mas chegou à liderança sensivelmente a meio da prova.
A 50 minutos do final desta que é a mais mítica das provas de resistência nos Estados Unidos, um pequeno erro na curva quatro e uma paragem nas boxes fizeram Albuquerque baixar ao terceiro lugar, a quatro segundos da liderança.
A meia hora do final, os adversários também pararam nas boxes e o piloto de Coimbra recuperou o comando, sob a ameaça de Van der Zande, que chegou a estar a 0,4 segundos do Acura do português, que se ia defendendo dos ataques do adversário.
Até que a sete minutos do final, um furo na roda traseira direita fez o holandês cair para a quinta posição final, a 1.07,744 minutos do português e atrás do colombiano Juan Pablo Montoya (Acura), que foi quarto.
Esta foi a segunda vitória à geral do piloto português, que em 2018 tinha vencido juntamente com o portuense João Barbosa, que hoje foi o segundo classificado da classe LMP3, num Ligier.
O piloto portuense, que no ano passado interrompeu a carreira devido a problemas de saúde de um familiar, regressou este ano ao campeonato na nova classe, que se junta às DPi e LMP2, terminando na 19.ª posição da geral, a três voltas do vencedor, Spencer Pigot (Ligier).
"A corrida mais difícil"
Albuquerque já tinha vencido em Daytona, em 2013, na classe GTD. Mas hoje fez "a corrida mais difícil" da sua carreira.
"Ganhámos. Campeões outra vez. Inacreditável. Foi a corrida mais difícil da minha vida. Sempre no limite para compensar o andamento dos nossos adversários e a [ter de] olhar para os espelhos para os bloquear", exultou o piloto de Coimbra, numa mensagem vídeo enviada à Agência Lusa.
"Não foi só nos últimos 20 minutos [que foi difícil], mas nas últimas 12 horas, quando conseguimos meter o carro em primeiro lugar", frisou o piloto de Coimbra.
Após o triunfo, Albuquerque confessou ter sido "um orgulho" ter tido o derradeiro turno de condução, que lhe permitiu ver a bandeirada de xadrez. O melhor arranque possível para o ano em que tem como objetivo sagrar-se campeão norte-americano de resistência.