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Marco Bezzecchi vence no Qatar e adia título de MotoGP para Portimão
O piloto italiano Marco Bezzecchi (Aprilia) venceu este domingo o Grande Prémio do Qatar de MotoGP, 20.ª ronda da temporada, e adiou a decisão do título para a penúltima jornada, em Portugal, dentro de duas semanas.
Bezzecchi gastou 41.29,173 minutos para cumprir as 22 voltas previstas na única corrida noturna da temporada, batendo o espanhol Marc Márquez (Ducati), líder do campeonato, por 3,083 segundos, com o também espanhol Raul Fernández (Aprilia) a terminar em terceiro, a 3,614.
O piloto catalão precisava de vencer e de beneficiar de uma corrida sem pontos do compatriota Jorge Martín (Aprilia) para assegurar o campeonato em Lusail, mas o madrileno terminou em sétimo, apesar das limitações provocadas pela fratura no pulso direito sofrida na Austrália.
Márquez fica agora a 14 pontos de garantir o título pelos seus próprios resultados, independentemente do que façam os adversários nas duas rondas que faltam.
"Foi um fim de semana importantíssimo", afirmou Márquez, no final, explicando que esperava uma Aprilia muito competitiva.
Depois da queda na sprint de sábado, Bezzecchi respondeu com uma corrida em que liderou desde a partida. Raúl Fernández ultrapassou Márquez nos primeiros metros e acompanhou o italiano, enquanto o espanhol da Ducati teve de lidar com a pressão de Pedro Acosta (KTM).
"Dependo de um milagre", reconheceu Bezzecchi sobre as possibilidades de conquistar o campeonato, embora tenha manifestado satisfação por continuar matematicamente na discussão e vontade de melhorar os resultados nas corridas sprint.
Acosta chegou a passar Márquez, mas o líder do campeonato recuperou a posição e melhorou o ritmo na segunda metade da prova. Na 13.ª volta, estabeleceu um novo recorde de volta em corrida em Lusail, com 1.52,558 minutos, aproximando-se de Fernández.
A ultrapassagem que decidiu o segundo lugar aconteceu a três voltas do fim. Márquez afastou-se do compatriota, mas Bezzecchi já tinha vantagem suficiente para assegurar a vitória.
Fernández explicou que precisou “de gerir o consumo de combustível durante a corrida” e que, nas últimas voltas, procurou “acompanhar Márquez para se defender de Ai Ogura”. "Foi muito difícil", resumiu o espanhol, que também recupera de uma lesão num dedo da mão direita.
O japonês Ogura (Aprilia) terminou em quarto, à frente do italiano Enea Bastianini (KTM) e de Acosta, enquanto Martín foi sétimo, a 14,023 segundos do vencedor, depois do terceiro lugar alcançado na sprint.
"Nas últimas três voltas só queria que acabasse", confessou Martín, que espera chegar a Portugal próximo da plena condição física e lamentou o efeito da qualificação no resultado de domingo.
Apenas 16 pilotos alinharam na corrida, que não contou com Francesco Bagnaia (Ducati), após o acidente de sábado que lhe provocou fraturas num pé, nem com Luca Marini (Honda), além dos quatro representantes da Yamaha, ausentes desta ronda por decisão da marca japonesa relacionada com a segurança na região.
O brasileiro Diogo Moreira (Honda) e o sul-africano Brad Binder (KTM) abandonaram, deixando 14 pilotos na classificação final.
Márquez procura igualar os oito títulos de Giacomo Agostini na categoria principal e ultrapassar os sete de Valentino Rossi. Contando os campeonatos conquistados em 125 cc e Moto2, será o seu 10.º título mundial.
O espanhol lidera com 431 pontos, mais 60 do que Martín, segundo com 371, enquanto Bezzecchi soma 357, a 74 do primeiro lugar, precisamente o número de pontos ainda em disputa.
No Mundial de Construtores, a Ducati lidera, com 569 pontos, mais oito do que a Aprilia, que é segunda.
O Grande Prémio de Portugal, penúltima ronda da temporada, disputa-se no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, com a sprint em 21 de novembro e a corrida principal no dia seguinte, antes do encerramento do campeonato em Valência, uma semana depois.
O piloto catalão precisava de vencer e de beneficiar de uma corrida sem pontos do compatriota Jorge Martín (Aprilia) para assegurar o campeonato em Lusail, mas o madrileno terminou em sétimo, apesar das limitações provocadas pela fratura no pulso direito sofrida na Austrália.
Márquez fica agora a 14 pontos de garantir o título pelos seus próprios resultados, independentemente do que façam os adversários nas duas rondas que faltam.
"Foi um fim de semana importantíssimo", afirmou Márquez, no final, explicando que esperava uma Aprilia muito competitiva.
Depois da queda na sprint de sábado, Bezzecchi respondeu com uma corrida em que liderou desde a partida. Raúl Fernández ultrapassou Márquez nos primeiros metros e acompanhou o italiano, enquanto o espanhol da Ducati teve de lidar com a pressão de Pedro Acosta (KTM).
"Dependo de um milagre", reconheceu Bezzecchi sobre as possibilidades de conquistar o campeonato, embora tenha manifestado satisfação por continuar matematicamente na discussão e vontade de melhorar os resultados nas corridas sprint.
Acosta chegou a passar Márquez, mas o líder do campeonato recuperou a posição e melhorou o ritmo na segunda metade da prova. Na 13.ª volta, estabeleceu um novo recorde de volta em corrida em Lusail, com 1.52,558 minutos, aproximando-se de Fernández.
A ultrapassagem que decidiu o segundo lugar aconteceu a três voltas do fim. Márquez afastou-se do compatriota, mas Bezzecchi já tinha vantagem suficiente para assegurar a vitória.
Fernández explicou que precisou “de gerir o consumo de combustível durante a corrida” e que, nas últimas voltas, procurou “acompanhar Márquez para se defender de Ai Ogura”. "Foi muito difícil", resumiu o espanhol, que também recupera de uma lesão num dedo da mão direita.
O japonês Ogura (Aprilia) terminou em quarto, à frente do italiano Enea Bastianini (KTM) e de Acosta, enquanto Martín foi sétimo, a 14,023 segundos do vencedor, depois do terceiro lugar alcançado na sprint.
"Nas últimas três voltas só queria que acabasse", confessou Martín, que espera chegar a Portugal próximo da plena condição física e lamentou o efeito da qualificação no resultado de domingo.
Apenas 16 pilotos alinharam na corrida, que não contou com Francesco Bagnaia (Ducati), após o acidente de sábado que lhe provocou fraturas num pé, nem com Luca Marini (Honda), além dos quatro representantes da Yamaha, ausentes desta ronda por decisão da marca japonesa relacionada com a segurança na região.
O brasileiro Diogo Moreira (Honda) e o sul-africano Brad Binder (KTM) abandonaram, deixando 14 pilotos na classificação final.
Márquez procura igualar os oito títulos de Giacomo Agostini na categoria principal e ultrapassar os sete de Valentino Rossi. Contando os campeonatos conquistados em 125 cc e Moto2, será o seu 10.º título mundial.
O espanhol lidera com 431 pontos, mais 60 do que Martín, segundo com 371, enquanto Bezzecchi soma 357, a 74 do primeiro lugar, precisamente o número de pontos ainda em disputa.
No Mundial de Construtores, a Ducati lidera, com 569 pontos, mais oito do que a Aprilia, que é segunda.
O Grande Prémio de Portugal, penúltima ronda da temporada, disputa-se no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, com a sprint em 21 de novembro e a corrida principal no dia seguinte, antes do encerramento do campeonato em Valência, uma semana depois.