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Martín vence GP de França, Oliveira desiste
O espanhol Jorge Martín (Ducati) conquistou o Grande Prémio de França de MotoGP, quinta prova do Mundial de motociclismo de velocidade, corrida em que o português da Aprilia Miguel Oliveira abandonou devido a problemas mecânicos na sua moto.
Num pódio só com motos da Ducati, Martín, que já tinha vencido no sábado a corrida sprint, terminou em 41.23,709 minutos, batendo o compatriota Marc Márquez, segundo, a 0,445, e o italiano Francesco Bagnaia, terceiro, a 0,585.
Martín reforçou, assim, a liderança do campeonato, somando agora 129 pontos, contra 91 de Bagnaia e 89 de Márquez e Enea Bastianini (Ducati), enquanto Miguel Oliveira é 14.º, com 23.
Martín reforçou, assim, a liderança do campeonato, somando agora 129 pontos, contra 91 de Bagnaia e 89 de Márquez e Enea Bastianini (Ducati), enquanto Miguel Oliveira é 14.º, com 23.
Miguel Oliveira, que partiu do 12.º lugar, estava a ter “uma boa corrida”, com “um bom ritmo” mas começou a sentir “um problema técnico relacionado com o escape” da Aprilia.
“Continuei com este problema por mais 10 voltas mas, a dada altura, já estava a interferir com o desempenho na forma como a eletrónica geria o travão motor e a entrega de potência”, explicou o piloto natural de Cascais, citado pela assessoria de imprensa da equipa Trackhouse.
Por esse motivo, teve de desistir, “de forma a evitar danos futuros” no motor.
“Nessa altura não sabia o que era mas, pelo som, podia dizer que era algo relacionado com o escape. A equipa ainda está a investigar e, juntos, iremos vez o que é preciso fazer para que volte a acontecer no futuro”, concluiu.
“Continuei com este problema por mais 10 voltas mas, a dada altura, já estava a interferir com o desempenho na forma como a eletrónica geria o travão motor e a entrega de potência”, explicou o piloto natural de Cascais, citado pela assessoria de imprensa da equipa Trackhouse.
Por esse motivo, teve de desistir, “de forma a evitar danos futuros” no motor.
“Nessa altura não sabia o que era mas, pelo som, podia dizer que era algo relacionado com o escape. A equipa ainda está a investigar e, juntos, iremos vez o que é preciso fazer para que volte a acontecer no futuro”, concluiu.
(Com Lusa)