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Miguel Oliveira parte do nono lugar no GP da Áustria
O português Miguel Oliveira (KTM) sairá amanhã da terceira fila da grelha para o Grande Prémio da Áustria de MotoGP, 11.ª prova da temporada, depois de hoje ter feito o nono melhor tempo na qualificação.
Oliveira fez a sua melhor volta já nos últimos segundos da sessão, rodando em 1.23,499 minutos, terminando a 0,856 segundos do mais rápido, o espanhol Jorge Martin (Ducati), que repetiu a ‘pole position’ conquistada há uma semana, precisamente neste circuito Red Bull Ring.
O francês Fábio Quartararo (Yamaha) foi segundo, a 0,034 segundos, enquanto o italiano Francesco Bagnaia (Ducati) foi terceiro, a 0,420 segundos.
O português ainda teve de passar pela primeira fase da qualificação, a Q1, onde conseguiu o apuramento para a fase seguinte, a Q2, graças ao segundo melhor registo, com 1.23,365 minutos, que até foi melhor do que o tempo realizado na Q2 e que lhe poderia ter valido o sétimo lugar.
O francês Fábio Quartararo (Yamaha) foi segundo, a 0,034 segundos, enquanto o italiano Francesco Bagnaia (Ducati) foi terceiro, a 0,420 segundos.
O português ainda teve de passar pela primeira fase da qualificação, a Q1, onde conseguiu o apuramento para a fase seguinte, a Q2, graças ao segundo melhor registo, com 1.23,365 minutos, que até foi melhor do que o tempo realizado na Q2 e que lhe poderia ter valido o sétimo lugar.
“Foi uma qualificação difícil. Na Q2 [segunda fase da qualificação] não consegui tirar o melhor partido dos pneus”, explicou o piloto de Almada, admitindo ter sentido algumas limitações pelas dores na mão direita devido à queda sofrida há uma semana, nos treinos livres do GP da Estíria.
“A minha mão piorou de ontem [sexta-feira] para hoje e tive de tomar analgésicos para esta tarde. Espero que em Silverstone [GP da Grã Bretanha] o problema já esteja definitivamente resolvido”, disse o piloto luso.
Ainda assim, Oliveira explicou que as dificuldades sentidas hoje “não foram pela mão”.
“Estamos num circuito em que se trava muito e acelera muito. Temos de fazer isso num espaço de tempo mais curto do que fazemos atualmente”, frisou.
Miguel Oliveira disse ainda que no traçado de Spielberg a técnica “na escolha de trajetórias não faz tanta diferença como noutros circuitos”, pelo que é a correta afinação da mota que ajuda a baixar os tempos.
“Nesta categoria estão todos muito próximos”, anotou, considerando que a corrida “será desafiante e difícil”.
“O ritmo de corrida não é dos melhores, mas acreditamos que dará para um lugar no top-10”, concluiu Miguel Oliveira.
“A minha mão piorou de ontem [sexta-feira] para hoje e tive de tomar analgésicos para esta tarde. Espero que em Silverstone [GP da Grã Bretanha] o problema já esteja definitivamente resolvido”, disse o piloto luso.
Ainda assim, Oliveira explicou que as dificuldades sentidas hoje “não foram pela mão”.
“Estamos num circuito em que se trava muito e acelera muito. Temos de fazer isso num espaço de tempo mais curto do que fazemos atualmente”, frisou.
Miguel Oliveira disse ainda que no traçado de Spielberg a técnica “na escolha de trajetórias não faz tanta diferença como noutros circuitos”, pelo que é a correta afinação da mota que ajuda a baixar os tempos.
“Nesta categoria estão todos muito próximos”, anotou, considerando que a corrida “será desafiante e difícil”.
“O ritmo de corrida não é dos melhores, mas acreditamos que dará para um lugar no top-10”, concluiu Miguel Oliveira.
Miguel Oliveira chega a esta 11.ª jornada do campeonato na sétima posição, com 85 pontos.
(Com Lusa)