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Oliveira cai no dia da consagração de Quartararo
A queda do italiano Francesco Bagnaia (Ducati), a cinco voltas do final do Grande Prémio da Emilia Romagna, deu o título de MotoGP do Campeonato do Mundo de velocidade em motociclismo ao francês Fabio Quartararo (Yamaha), que hoje terminou no quarto lugar.
O português Miguel Oliveira (KTM) abandonou devido também a uma queda, sofrida praticamente ao mesmo tempo em que Bagnaia acabava com as suas (poucas) aspirações ao título.
O italiano ‘perdeu a frente’ da sua mota na curva 15 do circuito de Misano, em São Marino, entregando o comando da prova que liderava desde o arranque ao espanhol Marc Márquez (Honda), que acabaria por vencer, ao bater o compatriota e companheiro de equipa, Pol Espargaró (Honda) por 4,859 segundos, e o italiano Enea Bastianini (Ducati), que foi terceiro, por 12,013 segundos.
O quarto lugar de Quartararo, a 12,775 segundos, foi o suficiente para o piloto da Yamaha se tornar no primeiro francês campeão na classe rainha do Mundial de velocidade (500 cc e, desde 2002, MotoGP).
Aos 22 anos, Quartararo, nascido em Nice e que corre desde os quatro anos, sucede ao espanhol Joan Mir (Suzuki). O último campeão não espanhol tinha sido o australiano Casey Stoner (Honda), há precisamente 10 anos.
O título pareceu, durante quase toda a prova, uma questão adiada para o GP do Algarve, em 07 de novembro.
Quartararo largou da 15.ª posição, a sua pior qualificação desde que chegou ao MotoGP, em 2019, precisamente, na prova em que precisava de vencer para ser campeão sem fazer mais contas.
Para piorar o cenário, o italiano Francesco Bagnaia, partindo da ‘pole position’, liderava com à-vontade, apesar da sombra ameaçadora do espanhol Marc Márquez (Honda) ‘colada’ a si.
Ao contrário do que aconteceu nos treinos, o dia da corrida amanheceu sem chuva. Foi quanto bastou para que o gaulês recuperasse a confiança, sem qualquer tipo de poção mágica, encetando uma recuperação que esbarrou no português Miguel Oliveira, a cinco voltas do final.
Nessa altura, Miguel Oliveira, que seguia na quarta posição, caiu após ‘perder a frente’ da sua KTM. Seguiu-se Bagnaia, na curva 15, para desespero dos homens da Ducati e do próprio português, que via a hipótese de regressar ao pódio esfumar-se.
Marc Márquez venceu pela segunda vez consecutiva, depois da vitória na ronda anterior nos Estados Unidos, terceira da temporada (já tinha ganho na Alemanha, batendo Miguel Oliveira, que foi segundo), e parece estar cada vez mais perto da forma que lhe permitiu conquistar seis títulos mundiais de MotoGP (2013, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2019).
Seis anos depois, a Yamaha voltou a conquistar um título de pilotos, pondo fim a uma travessia no deserto que custou o lugar ao espanhol Maverick Viñales no final deste verão.
O italiano Valentino Rossi (Yamaha) despediu-se do seu público com um 10.º lugar.
Miguel Oliveira chega à 17.ª e penúltima ronda da temporada no 10.º lugar, com 92 pontos enquanto Fábio Quartararo leva 65 de vantagem para o segundo classificado, ‘Pecco’ Bagnaia, quando estão apenas 50 em jogo.
O italiano ‘perdeu a frente’ da sua mota na curva 15 do circuito de Misano, em São Marino, entregando o comando da prova que liderava desde o arranque ao espanhol Marc Márquez (Honda), que acabaria por vencer, ao bater o compatriota e companheiro de equipa, Pol Espargaró (Honda) por 4,859 segundos, e o italiano Enea Bastianini (Ducati), que foi terceiro, por 12,013 segundos.
O quarto lugar de Quartararo, a 12,775 segundos, foi o suficiente para o piloto da Yamaha se tornar no primeiro francês campeão na classe rainha do Mundial de velocidade (500 cc e, desde 2002, MotoGP).
Aos 22 anos, Quartararo, nascido em Nice e que corre desde os quatro anos, sucede ao espanhol Joan Mir (Suzuki). O último campeão não espanhol tinha sido o australiano Casey Stoner (Honda), há precisamente 10 anos.
O título pareceu, durante quase toda a prova, uma questão adiada para o GP do Algarve, em 07 de novembro.
Quartararo largou da 15.ª posição, a sua pior qualificação desde que chegou ao MotoGP, em 2019, precisamente, na prova em que precisava de vencer para ser campeão sem fazer mais contas.
Para piorar o cenário, o italiano Francesco Bagnaia, partindo da ‘pole position’, liderava com à-vontade, apesar da sombra ameaçadora do espanhol Marc Márquez (Honda) ‘colada’ a si.
Ao contrário do que aconteceu nos treinos, o dia da corrida amanheceu sem chuva. Foi quanto bastou para que o gaulês recuperasse a confiança, sem qualquer tipo de poção mágica, encetando uma recuperação que esbarrou no português Miguel Oliveira, a cinco voltas do final.
Nessa altura, Miguel Oliveira, que seguia na quarta posição, caiu após ‘perder a frente’ da sua KTM. Seguiu-se Bagnaia, na curva 15, para desespero dos homens da Ducati e do próprio português, que via a hipótese de regressar ao pódio esfumar-se.
Marc Márquez venceu pela segunda vez consecutiva, depois da vitória na ronda anterior nos Estados Unidos, terceira da temporada (já tinha ganho na Alemanha, batendo Miguel Oliveira, que foi segundo), e parece estar cada vez mais perto da forma que lhe permitiu conquistar seis títulos mundiais de MotoGP (2013, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2019).
Seis anos depois, a Yamaha voltou a conquistar um título de pilotos, pondo fim a uma travessia no deserto que custou o lugar ao espanhol Maverick Viñales no final deste verão.
O italiano Valentino Rossi (Yamaha) despediu-se do seu público com um 10.º lugar.
Miguel Oliveira chega à 17.ª e penúltima ronda da temporada no 10.º lugar, com 92 pontos enquanto Fábio Quartararo leva 65 de vantagem para o segundo classificado, ‘Pecco’ Bagnaia, quando estão apenas 50 em jogo.