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Rali de Portugal - Bernardo Sousa quer pontuar, apesar das "expectativas limitadas"
O piloto português Bernardo Sousa quer terminar o Rali de Portugal nos lugares pontuáveis para o campeonato de Produção, apesar de reconhecer que a mudança de equipa "limitou as expectativas" para a quarta prova do Mundial.
Em entrevista à Agência Lusa, Bernardo Sousa não escondeu a satisfação pelos bons resultados obtidos por Armindo Araújo na Noruega e no Chipre e apontou o piloto francês Sébastien Loeb, pentacampeão do Mundo, como "grande favorito" à vitória na prova portuguesa.
"Os objectivos passam por tentar terminar nos pontos. Gostaria de fazer melhor por ser o rali da casa, mas, porque temos estado parados e falhámos a que seria a nossa segunda prova do campeonato, isso reduziu-nos bastante as expectativas", justificou Bernardo Sousa.
O piloto lamentou que a mudança de equipa e a troca do Rali de Chipre pelo da Austrália o obrigue a disputar a prova portuguesa, entre 02 e 05 de Abril, no Algarve, "com muito menos ritmo do que os adversários", o que "limita obviamente as expectativas".
Apesar das contrariedades, o conhecimento dos troços algarvios "pode fazer alguma diferença", assim como o apoio do público: "É sempre bom correr em casa. Sentimos mais confiança e mais apoio. Mas é também uma fonte de pressão e temos que lidar com isso o melhor possível".
Ao volante do Fiat Punto S2000, Bernardo Sousa quer aproveitar o Rali de Portugal para relançar a participação no Mundial de Produção, depois da desistência na Noruega e da ausência no Chipre, na perspectiva de terminar a época entre os 10 primeiros classificados da categoria.
"O objectivo para este ano passava por terminar todas as provas, pontuar e terminar o ano no 'top-10'. Seria muito bom, visto que é o meu segundo ano no campeonato do Mundo e o terceiro nos ralis", observou.
Obrigado a assistir ao Rali de Chipre pela televisão, Bernardo Sousa não escondeu a satisfação pelo segundo lugar obtido na classificação da Produção por Armindo Araújo, "amigo dentro e fora da competição, mas rival como todos os outros".
"Foi um rali em que demonstrou as suas capacidades e que, infelizmente, não ganhou, mas terminou em segundo lugar e trouxe para casa oito pontos. Voltou a mostrar que os portugueses conseguem fazer bons resultados", assinalou.
Para Bernardo Sousa, a prova portuguesa tem um favorito incontestado: "Isso é bem claro. É o Loeb, que desde o início da época não passa cartão a ninguém. É um adversário que está realmente acima dos outros".
"É o grande favorito, apesar de achar que o Mikko Hirvonen, o Jari-Matti Latvala e também o Petter Solberg, apesar de ter um carro bastante inferior, poderão dar-lhe algumas dores de cabeça", defendeu.
Bernardo Sousa não gosta de entrar em comparações, mas, "pelos resultados, não há duvidas que ele Sébastien Loeb é o melhor piloto de todos os tempos".
"Mas os tempos são diferentes. É como comparar o Ayrton Senna com o Lewis Hamilton", observou.
Aos 21 anos, Bernardo Sousa é um dos mais jovens pilotos no Mundial e se inicialmente a convivência com alguns dos ídolos era "um pouco estranha", rapidamente ultrapassou a timidez.
"A partir de certa altura torna-se normal. Deixa de haver aquele espanto e admiração que tínhamos por eles, porque começamos a trabalhar no mesmo mundo e a andar nas mesmas andanças", explicou.
c/Lusa
"Os objectivos passam por tentar terminar nos pontos. Gostaria de fazer melhor por ser o rali da casa, mas, porque temos estado parados e falhámos a que seria a nossa segunda prova do campeonato, isso reduziu-nos bastante as expectativas", justificou Bernardo Sousa.
O piloto lamentou que a mudança de equipa e a troca do Rali de Chipre pelo da Austrália o obrigue a disputar a prova portuguesa, entre 02 e 05 de Abril, no Algarve, "com muito menos ritmo do que os adversários", o que "limita obviamente as expectativas".
Apesar das contrariedades, o conhecimento dos troços algarvios "pode fazer alguma diferença", assim como o apoio do público: "É sempre bom correr em casa. Sentimos mais confiança e mais apoio. Mas é também uma fonte de pressão e temos que lidar com isso o melhor possível".
Ao volante do Fiat Punto S2000, Bernardo Sousa quer aproveitar o Rali de Portugal para relançar a participação no Mundial de Produção, depois da desistência na Noruega e da ausência no Chipre, na perspectiva de terminar a época entre os 10 primeiros classificados da categoria.
"O objectivo para este ano passava por terminar todas as provas, pontuar e terminar o ano no 'top-10'. Seria muito bom, visto que é o meu segundo ano no campeonato do Mundo e o terceiro nos ralis", observou.
Obrigado a assistir ao Rali de Chipre pela televisão, Bernardo Sousa não escondeu a satisfação pelo segundo lugar obtido na classificação da Produção por Armindo Araújo, "amigo dentro e fora da competição, mas rival como todos os outros".
"Foi um rali em que demonstrou as suas capacidades e que, infelizmente, não ganhou, mas terminou em segundo lugar e trouxe para casa oito pontos. Voltou a mostrar que os portugueses conseguem fazer bons resultados", assinalou.
Para Bernardo Sousa, a prova portuguesa tem um favorito incontestado: "Isso é bem claro. É o Loeb, que desde o início da época não passa cartão a ninguém. É um adversário que está realmente acima dos outros".
"É o grande favorito, apesar de achar que o Mikko Hirvonen, o Jari-Matti Latvala e também o Petter Solberg, apesar de ter um carro bastante inferior, poderão dar-lhe algumas dores de cabeça", defendeu.
Bernardo Sousa não gosta de entrar em comparações, mas, "pelos resultados, não há duvidas que ele Sébastien Loeb é o melhor piloto de todos os tempos".
"Mas os tempos são diferentes. É como comparar o Ayrton Senna com o Lewis Hamilton", observou.
Aos 21 anos, Bernardo Sousa é um dos mais jovens pilotos no Mundial e se inicialmente a convivência com alguns dos ídolos era "um pouco estranha", rapidamente ultrapassou a timidez.
"A partir de certa altura torna-se normal. Deixa de haver aquele espanto e admiração que tínhamos por eles, porque começamos a trabalhar no mesmo mundo e a andar nas mesmas andanças", explicou.
c/Lusa