Rúben Faria lidera Dakar nas motas

O piloto algarvio beneficiou da penalização aplicada ao seu chefe de fila, o francês Cyril Desprès, que mudou de motor durante a etapa

RTP /
Ruben Faria a acelerar para a liderança dppi

Rúben Faria, em KTM, foi quarto e Desprès o vencedor da nona etapa do Dakar, a mais longa da edição de 2013, entre San Miguel de Tucumán, com 593 Km ao cronómetro.

O quinto mais rápido foi Helder Rodrigues, em Honda, o que lhe valeu trepar do 14.º lugar para sétimo da geral.

Paulo Gonçalves, em Husqvarna, foi o terceiro dos portugueses, com o 15.º tempo, subindo de 24.º para 19.º, na tabela provisória, depois de penalizado com 15 minutos.

Também em Husqvarna, Pedro Bianchi Prata, que partiu em 92.º da geral, foi penalizado em 1h30m, sendo-lhe atribuido o 16.º tempo, subindo a 80.º.

O estreante Mário Patrão, em Suzuki, foi 70.º e mais um dos muitos penalizados da tirada, tendo caído de 39.º para o 41.º na geral, graças a uma hora de penalização.

"Foi uma jornada muito difícil, 851 Km é muito", declarou Faria, cutado na página do rali. "Nem sei quantas curvas fiz hoje. Havia muita poeira, rolei ao meu ritmo para não correr riscos", prosseguiu, acrecebntando que "queria muito chegar ao fim desta especial"

"Tenho os pés bem assentes: estou cá para ajudar o Cyril a ganhar o seu quinto Dakar e é o que vou fazer", completou.

 
Para Helder Rodrigues, "hoje foi uma etapa difícil, ainda que sem muita navegação".

"Foi longa, dura para os pneus e para o piloto. Fiz um bom trabalho, sem correr demasiados riscos porque era perigoso. Estou satisfeito. O Dakar ainda é muito longo, tudo é possível, por isso vou atacar até ao fim para tentar aproximar-me do pódio", assegurou


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