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Sébastien Ogier entra a vencer no Rali da Acrópole
O francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris), nove vezes campeão do mundo de ralis, foi o mais rápido na superespecial de abertura do Rali da Acrópole, na Grécia, oitava etapa do Mundial.
Ogier cumpriu os 1,86 quilómetros da superespecial em 1.38,2 minutos, batendo o japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris) por um segundo, com o belga Thierry Neuville (Hyundai i20), em terceiro, a 1,1 segundos.
Katsuta, colega de equipa de Ogier, superou o britânico Elfyn Evans (Toyota Yaris), líder do campeonato, por quatro décimos de segundo no último duelo da noite, enquanto Ogier derrotou Neuville no confronto direto, que tinha sido o mais rápido no ‘shakedown’.
A especial de abertura, curta e disputada em asfalto, atraiu muito público ao recinto em Atenas, antes de o rali entrar, na sexta-feira, nos troços de terra mais duros e pedregosos que caracterizam a prova grega.
“É bom ver tanta gente aqui a assistir. Obviamente, o verdadeiro rali começa amanhã, mas estar na Grécia já é um prazer. É um rali histórico”, afirmou Ogier.
O piloto francês reconheceu que a prova será exigente.
“Sabemos que nos espera um desafio difícil, mas é assim aqui. Vamos fazer tudo para criar a nossa própria sorte este fim de semana, porque isso vai ter um papel importante no resultado”, acrescentou.
Katsuta, que será o segundo na estrada na etapa de sexta-feira, admitiu que a paciência será essencial quando o rali deixar Atenas e seguir para os troços de montanha.
“Estou sempre pronto. Vai ser um fim de semana desafiante, por isso temos de ser pacientes”, disse o japonês.
Já Neuville mostrou-se satisfeito com o arranque da prova e com as sensações ao volante do Hyundai, numa fase em que o Mundial entra numa sequência de ralis em terra até ao final da época.
“É ótimo começar mais um rali de terra. Tenho boas sensações no carro e estou motivado. Estamos apenas a tentar desfrutar e conduzir ao nosso ritmo. O rali não acaba até à última especial e à última curva”, afirmou o belga, vencedor do Rali de Portugal, em maio.
O finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) foi o quarto mais rápido, a 1,2 segundos de Ogier, com o mesmo tempo do sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris). Pajari chegou a liderar a classificação provisória, depois de bater o primeiro registo de referência do espanhol Dani Sordo (Hyundai i20).
Elfyn Evans terminou a superespecial na sexta posição, a 1,4 segundos da liderança, e já apontou baterias aos troços de terra de sexta-feira, nos quais será o primeiro piloto na estrada por liderar o campeonato.
“Vai ser claramente um fim de semana difícil. Vai ser pedregoso e bastante duro. Será complicado encontrar o equilíbrio entre ser rápido e preservar o carro e os pneus, mas esse será o nome do jogo”, afirmou Evans.
O francês Adrien Fourmaux (Hyundai i20) foi sétimo, depois de bater o irlandês Josh McErlean (Ford Puma) no confronto direto, enquanto Dani Sordo, de regresso ao terceiro Hyundai i20 da equipa, terminou na oitava posição.
Após a superespecial em Atenas, as equipas enfrentam uma ligação noturna de ferry entre Corinto e Itea, antes da primeira etapa em terra, na sexta-feira.
O segundo dia do Rali da Acrópole será o mais longo da prova, com seis especiais e 129,22 quilómetros cronometrados.
Katsuta, colega de equipa de Ogier, superou o britânico Elfyn Evans (Toyota Yaris), líder do campeonato, por quatro décimos de segundo no último duelo da noite, enquanto Ogier derrotou Neuville no confronto direto, que tinha sido o mais rápido no ‘shakedown’.
A especial de abertura, curta e disputada em asfalto, atraiu muito público ao recinto em Atenas, antes de o rali entrar, na sexta-feira, nos troços de terra mais duros e pedregosos que caracterizam a prova grega.
“É bom ver tanta gente aqui a assistir. Obviamente, o verdadeiro rali começa amanhã, mas estar na Grécia já é um prazer. É um rali histórico”, afirmou Ogier.
O piloto francês reconheceu que a prova será exigente.
“Sabemos que nos espera um desafio difícil, mas é assim aqui. Vamos fazer tudo para criar a nossa própria sorte este fim de semana, porque isso vai ter um papel importante no resultado”, acrescentou.
Katsuta, que será o segundo na estrada na etapa de sexta-feira, admitiu que a paciência será essencial quando o rali deixar Atenas e seguir para os troços de montanha.
“Estou sempre pronto. Vai ser um fim de semana desafiante, por isso temos de ser pacientes”, disse o japonês.
Já Neuville mostrou-se satisfeito com o arranque da prova e com as sensações ao volante do Hyundai, numa fase em que o Mundial entra numa sequência de ralis em terra até ao final da época.
“É ótimo começar mais um rali de terra. Tenho boas sensações no carro e estou motivado. Estamos apenas a tentar desfrutar e conduzir ao nosso ritmo. O rali não acaba até à última especial e à última curva”, afirmou o belga, vencedor do Rali de Portugal, em maio.
O finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) foi o quarto mais rápido, a 1,2 segundos de Ogier, com o mesmo tempo do sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris). Pajari chegou a liderar a classificação provisória, depois de bater o primeiro registo de referência do espanhol Dani Sordo (Hyundai i20).
Elfyn Evans terminou a superespecial na sexta posição, a 1,4 segundos da liderança, e já apontou baterias aos troços de terra de sexta-feira, nos quais será o primeiro piloto na estrada por liderar o campeonato.
“Vai ser claramente um fim de semana difícil. Vai ser pedregoso e bastante duro. Será complicado encontrar o equilíbrio entre ser rápido e preservar o carro e os pneus, mas esse será o nome do jogo”, afirmou Evans.
O francês Adrien Fourmaux (Hyundai i20) foi sétimo, depois de bater o irlandês Josh McErlean (Ford Puma) no confronto direto, enquanto Dani Sordo, de regresso ao terceiro Hyundai i20 da equipa, terminou na oitava posição.
Após a superespecial em Atenas, as equipas enfrentam uma ligação noturna de ferry entre Corinto e Itea, antes da primeira etapa em terra, na sexta-feira.
O segundo dia do Rali da Acrópole será o mais longo da prova, com seis especiais e 129,22 quilómetros cronometrados.
(Com Lusa)