Motores
Tiago Monteiro no pódio na segunda corrida de Salzburgring
O piloto português Tiago Monteiro foi este domingo terceiro, no seu quarto pódio da temporada, na segunda corrida de Salzburgring (Áustria) do Campeonato do Mundo de carros de turismo (WTCC) e reforçou a quarta posição no Mundial.
Contra aquilo que o próprio previa, face às dificuldades do traçado, muito rápido e não propício para os Honda, o piloto conseguiu um quinto lugar na primeira corrida e o terceiro na segunda.
Tiago Monteiro chegava ao dia de hoje em lugares difíceis da grelha: na primeira prova, partiu da sétima posição e na segunda, com inversão de
posições, da quarta, o que poderia ser prejudicial no primeiro segmento.
"Na primeira corrida subi de sétimo para quarto logo no início. Perdi depois um lugar para os Citroen, mas não havia como impedir. Depois, foi dar o melhor, andar rápido e não cometer erros", justificou o piloto em relação à recuperação.
Na segunda corrida, Tiago Monteiro voltou a fazer do arranque um ponto
forte e passou para segundo até a prova ser interrompida.
"Quando arrancámos novamente, mantive a posição mas sabia que seria uma questão de tempo até o Citroen nos apanhar. Ainda tentei impedir a ultrapassagem, mas na reta não havia muito que pudesse fazer e não valia a pena correr riscos", acrescentou.
Tiago Monteiro chegava ao dia de hoje em lugares difíceis da grelha: na primeira prova, partiu da sétima posição e na segunda, com inversão de
posições, da quarta, o que poderia ser prejudicial no primeiro segmento.
"Na primeira corrida subi de sétimo para quarto logo no início. Perdi depois um lugar para os Citroen, mas não havia como impedir. Depois, foi dar o melhor, andar rápido e não cometer erros", justificou o piloto em relação à recuperação.
Na segunda corrida, Tiago Monteiro voltou a fazer do arranque um ponto
forte e passou para segundo até a prova ser interrompida.
"Quando arrancámos novamente, mantive a posição mas sabia que seria uma questão de tempo até o Citroen nos apanhar. Ainda tentei impedir a ultrapassagem, mas na reta não havia muito que pudesse fazer e não valia a pena correr riscos", acrescentou.