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Fórmula1
Verstappen primeiro no Japão, Red Bull campeã do Mundo de construtores
A escuderia Red Bull garantiu hoje o sexto título mundial de Fórmula 1 da sua história com o 13.º triunfo do ano para o neerlandês Max Verstappen, no Grande Prémio do Japão, 16.ª corrida da temporada.
Verstappen gastou 1:30.58,421 horas a cumprir as 53 voltas ao traçado de Suzuka, onde foi secundado pelos dois McLaren, do britânico Lando Norris, segundo, a 19,387 segundos, e do australiano Oscar Piastri, terceiro, a 36,494 segundos, que subiu ao pódio pela primeira vez e logo no ano de estreia.
Depois de uma ronda menos conseguida em Singapura, a Red Bull e Max Verstappen voltaram ao ‘guião’ que tem presidido a temporada de Fórmula 1, com um domínio avassalador.
O bicampeão mundial partiu da ‘pole position’, mas reagiu mais tarde do que os dois McLaren e ficou com a liderança em perigo, mas uma defesa musculada na primeira curva, segurando o interior da trajetória, permitiu ao neerlandês continuar em primeiro, lugar que manteve durante praticamente toda a corrida.
O piloto da Red Bull só cedeu o comando durante duas voltas, ao espanhol Carlos Sainz (Ferrari), quando parou nas boxes para trocar de pneus.
Foi esse pormenor que impediu um ‘grande slam’, pois à ‘pole position’ juntou a vitória e a volta mais rápida.
Os dois McLaren parecem, agora, os mais próximos das prestações do Red Bull de Verstappen.
“O Max é o Max. Não estamos perto, mas não estamos assim tão longe. Temos vindo a fazer progressos”, frisou Lando Norris.
O outro Red Bull, conduzido pelo mexicano Sérgio Pérez, parece de outro campeonato e ficou a zeros pela segunda vez esta temporada.
Pérez teve uma prova para esquecer, pois teve de mudar a asa dianteira por duas vezes e ainda somou duas penalizações, acabando por desistir... por duas vezes.
Após o segundo toque, no Haas do dinamarquês de Kevin Magnussen, queixou-se de que o carro tinha ficado com problemas e entrou nas boxes para abandonar.
No entanto, como entretanto tinha sido penalizado com mais cinco segundos por esse segundo toque (a primeira penalização foi por ter ultrapassado durante uma situação de safety car), a equipa fê-lo voltar à pista apenas para cumprir os cinco segundos numa corrida que já estava perdida e evitar levar a penalização para a próxima prova.
Cumprido o requisito, voltou a desistir, agora definitivamente.
A principal animação deu-se pelos lugares abaixo do pódio. Desta vez, o monegasco Charles Leclerc (Ferrari) levou a melhor sobre o companheiro de equipa, deixando o britânico Lewis Hamilton (Mercedes) em quinto e ameaçado pelo Ferrari de Carlos Sainz, que foi sexto.
O britânico George Russell (Mercedes) foi sétimo, na frente do espanhol Fernando Alonso (Aston Martin), que foi oitavo.
Mesmo sem Pérez, os 26 pontos conquistado por Verstappen foram suficientes para a Red Bull assegurar, a seis provas do final do campeonato, o sexto título da sua história.
Tinha vencido quatro com o alemão Sebastian Vettel, entre 2010 e 2013, aos quais juntou o troféu de 2022.
“O Max está num outro nível. O Sérgio partiu as duas asas, sofreu as penalizações, não foi o seu dia”, resumiu o diretor da equipa, o britânico Christian Horner.
De facto, este tem sido o ano de Verstappen, que depois da 13.ª vitória da temporada em 16 corridas disputadas, e 47.ª da carreira, ficou com o terceiro título mundial consecutivo à ‘mão de semear’.
O neerlandês pode ser campeão já na próxima ronda, no Qatar, dentro de duas semanas, pois tem agora 400 pontos e 173 de vantagem sobre Sérgio Pérez, que é o segundo. Lewis Hamilton, com 190, é o terceiro.
“Foi bom vencer, mas o mais importante foi o título de construtores. Tem sido um ano incrível”, resumiu Verstappen.
A Red Bull tem 623 pontos, contra os 305 da Mercedes.
Depois de uma ronda menos conseguida em Singapura, a Red Bull e Max Verstappen voltaram ao ‘guião’ que tem presidido a temporada de Fórmula 1, com um domínio avassalador.
O bicampeão mundial partiu da ‘pole position’, mas reagiu mais tarde do que os dois McLaren e ficou com a liderança em perigo, mas uma defesa musculada na primeira curva, segurando o interior da trajetória, permitiu ao neerlandês continuar em primeiro, lugar que manteve durante praticamente toda a corrida.
O piloto da Red Bull só cedeu o comando durante duas voltas, ao espanhol Carlos Sainz (Ferrari), quando parou nas boxes para trocar de pneus.
Foi esse pormenor que impediu um ‘grande slam’, pois à ‘pole position’ juntou a vitória e a volta mais rápida.
Os dois McLaren parecem, agora, os mais próximos das prestações do Red Bull de Verstappen.
“O Max é o Max. Não estamos perto, mas não estamos assim tão longe. Temos vindo a fazer progressos”, frisou Lando Norris.
O outro Red Bull, conduzido pelo mexicano Sérgio Pérez, parece de outro campeonato e ficou a zeros pela segunda vez esta temporada.
Pérez teve uma prova para esquecer, pois teve de mudar a asa dianteira por duas vezes e ainda somou duas penalizações, acabando por desistir... por duas vezes.
Após o segundo toque, no Haas do dinamarquês de Kevin Magnussen, queixou-se de que o carro tinha ficado com problemas e entrou nas boxes para abandonar.
No entanto, como entretanto tinha sido penalizado com mais cinco segundos por esse segundo toque (a primeira penalização foi por ter ultrapassado durante uma situação de safety car), a equipa fê-lo voltar à pista apenas para cumprir os cinco segundos numa corrida que já estava perdida e evitar levar a penalização para a próxima prova.
Cumprido o requisito, voltou a desistir, agora definitivamente.
A principal animação deu-se pelos lugares abaixo do pódio. Desta vez, o monegasco Charles Leclerc (Ferrari) levou a melhor sobre o companheiro de equipa, deixando o britânico Lewis Hamilton (Mercedes) em quinto e ameaçado pelo Ferrari de Carlos Sainz, que foi sexto.
O britânico George Russell (Mercedes) foi sétimo, na frente do espanhol Fernando Alonso (Aston Martin), que foi oitavo.
Mesmo sem Pérez, os 26 pontos conquistado por Verstappen foram suficientes para a Red Bull assegurar, a seis provas do final do campeonato, o sexto título da sua história.
Tinha vencido quatro com o alemão Sebastian Vettel, entre 2010 e 2013, aos quais juntou o troféu de 2022.
“O Max está num outro nível. O Sérgio partiu as duas asas, sofreu as penalizações, não foi o seu dia”, resumiu o diretor da equipa, o britânico Christian Horner.
De facto, este tem sido o ano de Verstappen, que depois da 13.ª vitória da temporada em 16 corridas disputadas, e 47.ª da carreira, ficou com o terceiro título mundial consecutivo à ‘mão de semear’.
O neerlandês pode ser campeão já na próxima ronda, no Qatar, dentro de duas semanas, pois tem agora 400 pontos e 173 de vantagem sobre Sérgio Pérez, que é o segundo. Lewis Hamilton, com 190, é o terceiro.
“Foi bom vencer, mas o mais importante foi o título de construtores. Tem sido um ano incrível”, resumiu Verstappen.
A Red Bull tem 623 pontos, contra os 305 da Mercedes.