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Miguel Oliveira "satisfeito por conseguir o apuramento direto para a Q2"
O piloto português Miguel Oliveira (Aprilia) mostrou-se "satisfeito" por ter conseguido o apuramento direto para a segunda fase da qualificação (Q2) do Grande Prémio da Indonésia de MotoGP, 15.ª ronda do Mundial.
Oliveira terminou o treino cronometrado de hoje na sétima posição e, assim, garantiu desde já uma das 12 vagas na Q2, a disputar no sábado.
O piloto de 28 anos tinha sido o 19.º na primeira sessão de treinos livres, em que sofreu uma pequena queda sem consequências.
Já no treino cronometrado, que apurou os 10 mais rápidos para a Q2 (as restantes duas vagas serão para os dois melhores da Q1), Oliveira melhorou 2,248 segundos, terminando em sétimo, a pouco mais de 0,7 segundos do mais rápido, o espanhol Aleix Espargaró (Aprilia).
"Foi um bom dia. Na última tentativa com o pneu macio atrás senti-me forte. Houve muitas bandeiras amarelas e estava a ficar um pouco impaciente para conseguir uma volta rápida. Mas, no final, consegui fazer uma volta limpa", explicou o piloto português da RNF Aprilia.
Miguel Oliveira admitiu que não teve "noção se era um resultado suficiente" para garantir o apuramento direto para a Q2, até porque sente que "ainda há trabalho a fazer" na preparação da mota para a corrida sprint de sábado.
"O traçado de Mandalika adequa-se a muitos aspetos da nossa mota e tenho de tirar partido disso. Acredito que posso estar mais próximo dos pilotos de fábrica (da Aprilia, que hoje ficaram com as duas primeiras posições) do que aquilo que estou agora e esse será o objetivo", concluiu.
O piloto de 28 anos tinha sido o 19.º na primeira sessão de treinos livres, em que sofreu uma pequena queda sem consequências.
Já no treino cronometrado, que apurou os 10 mais rápidos para a Q2 (as restantes duas vagas serão para os dois melhores da Q1), Oliveira melhorou 2,248 segundos, terminando em sétimo, a pouco mais de 0,7 segundos do mais rápido, o espanhol Aleix Espargaró (Aprilia).
"Foi um bom dia. Na última tentativa com o pneu macio atrás senti-me forte. Houve muitas bandeiras amarelas e estava a ficar um pouco impaciente para conseguir uma volta rápida. Mas, no final, consegui fazer uma volta limpa", explicou o piloto português da RNF Aprilia.
Miguel Oliveira admitiu que não teve "noção se era um resultado suficiente" para garantir o apuramento direto para a Q2, até porque sente que "ainda há trabalho a fazer" na preparação da mota para a corrida sprint de sábado.
"O traçado de Mandalika adequa-se a muitos aspetos da nossa mota e tenho de tirar partido disso. Acredito que posso estar mais próximo dos pilotos de fábrica (da Aprilia, que hoje ficaram com as duas primeiras posições) do que aquilo que estou agora e esse será o objetivo", concluiu.