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Mundial2026: Pedro Proença aponta Diogo Jota como inspiração para a seleção
A biografia oficial de Diogo Jota, intitulada "Diogo Jota - Nunca mais é muito tempo", foi hoje lançada no Porto, com Pedro Proença a apontar o futebolista como inspiração para a seleção portuguesa no Mundial2026.
A obra, da autoria de José Manuel Delgado, foi apresentada nas instalações da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) no Porto e conta com prefácio do presidente federativo e reúne 90 testemunhos de familiares, amigos e antigos colegas de Diogo Jota e do irmão André, que morreram em julho, num acidente de viação.
Na cerimónia de apresentação, Pedro Proença destacou a importância de Diogo Jota na memória recente da seleção portuguesa e assumiu que o antigo internacional continuará presente no grupo que vai disputar o Campeonato do Mundo.
“Diogo Jota acaba por ser uma referência daquilo que representou para a nossa seleção. Também o André, noutro patamar. Num momento muitíssimo especial, em que dentro da própria seleção acaba por ser evocado como a nossa seleção e mais um”, afirmou o dirigente federativo.
Pedro Proença reforçou ainda que a memória de Diogo Jota acompanhará a seleção portuguesa na participação no Mundial2026, que decorre nos Estados Unidos, Canadá e México entre 11 de junho e 19 de julho.
“O Diogo Jota foi muitíssimo inspirador por aquilo que representava. É trazer com ele a esperança e grande vontade que tinha, fará sempre parte deste grupo. É com essa esperança que vamos para o Mundial, com a vontade de ganhar”, referiu.
José Manuel Delgado classificou como “complexo” o processo de escrita da biografia, sublinhando que a obra apenas foi possível pela disponibilidade e coragem da família e dos amigos de Diogo Jota e de André.
“Foi um processo complexo, que só foi possível devido à coragem da família do Diogo Jota e do André, dos amigos também. A coragem deles permitiu que o livro fosse feito. Sem vontade deles de perpetuarem o nome e a memória do Diogo e do André, não haveria nada para dizer e fazer”, explicou o autor.
O jornalista recordou que a família optou por manter o silêncio perante a generalidade dos meios de comunicação, mas entendeu que uma biografia, feita em parceria com a FPF, seria “um lugar onde se sentiriam seguros e confortáveis” para recordar “o período mais negro” das suas vidas.
Na apresentação da obra, José Manuel Delgado destacou ainda o lado simples e reservado de Diogo Jota, contrariando a ideia de um jogador ligado ao luxo, depois de ter sido conhecida a utilização de um Ferrari e de um Lamborghini em deslocações relacionadas com o casamento.
“O Diogo não ligava a relógios, joias, carros. A Rute tinha um carro, que era bom mas não topo de gama. O Diogo também. Depois tinham uma carrinha, porque tinham três filhos e três cães. Não era um fã de carros”, afirmou.
José Manuel Delgado salientou também a ligação emocional criada entre Diogo Jota e os adeptos do Liverpool, clube que representou, admitindo que só percebeu a dimensão desse carinho depois de passar uma semana na cidade inglesa.
“Só depois de ter estado em Liverpool durante uma semana e ter falado com muita gente é que consegui perceber a onda de amor que se gerou em torno do Diogo. Era um jogador adorado pelos adeptos”, concluiu.
Em 03 de julho, o avançado luso, de 28 anos e que jogava ao serviço dos ingleses do Liverpool, e o irmão André Silva, de 25, que atuava no Penafiel, morreram num acidente de viação na A52, em Cernadilla, Zamora, em Espanha.
Na cerimónia de apresentação, Pedro Proença destacou a importância de Diogo Jota na memória recente da seleção portuguesa e assumiu que o antigo internacional continuará presente no grupo que vai disputar o Campeonato do Mundo.
“Diogo Jota acaba por ser uma referência daquilo que representou para a nossa seleção. Também o André, noutro patamar. Num momento muitíssimo especial, em que dentro da própria seleção acaba por ser evocado como a nossa seleção e mais um”, afirmou o dirigente federativo.
Pedro Proença reforçou ainda que a memória de Diogo Jota acompanhará a seleção portuguesa na participação no Mundial2026, que decorre nos Estados Unidos, Canadá e México entre 11 de junho e 19 de julho.
“O Diogo Jota foi muitíssimo inspirador por aquilo que representava. É trazer com ele a esperança e grande vontade que tinha, fará sempre parte deste grupo. É com essa esperança que vamos para o Mundial, com a vontade de ganhar”, referiu.
José Manuel Delgado classificou como “complexo” o processo de escrita da biografia, sublinhando que a obra apenas foi possível pela disponibilidade e coragem da família e dos amigos de Diogo Jota e de André.
“Foi um processo complexo, que só foi possível devido à coragem da família do Diogo Jota e do André, dos amigos também. A coragem deles permitiu que o livro fosse feito. Sem vontade deles de perpetuarem o nome e a memória do Diogo e do André, não haveria nada para dizer e fazer”, explicou o autor.
O jornalista recordou que a família optou por manter o silêncio perante a generalidade dos meios de comunicação, mas entendeu que uma biografia, feita em parceria com a FPF, seria “um lugar onde se sentiriam seguros e confortáveis” para recordar “o período mais negro” das suas vidas.
Na apresentação da obra, José Manuel Delgado destacou ainda o lado simples e reservado de Diogo Jota, contrariando a ideia de um jogador ligado ao luxo, depois de ter sido conhecida a utilização de um Ferrari e de um Lamborghini em deslocações relacionadas com o casamento.
“O Diogo não ligava a relógios, joias, carros. A Rute tinha um carro, que era bom mas não topo de gama. O Diogo também. Depois tinham uma carrinha, porque tinham três filhos e três cães. Não era um fã de carros”, afirmou.
José Manuel Delgado salientou também a ligação emocional criada entre Diogo Jota e os adeptos do Liverpool, clube que representou, admitindo que só percebeu a dimensão desse carinho depois de passar uma semana na cidade inglesa.
“Só depois de ter estado em Liverpool durante uma semana e ter falado com muita gente é que consegui perceber a onda de amor que se gerou em torno do Diogo. Era um jogador adorado pelos adeptos”, concluiu.
Em 03 de julho, o avançado luso, de 28 anos e que jogava ao serviço dos ingleses do Liverpool, e o irmão André Silva, de 25, que atuava no Penafiel, morreram num acidente de viação na A52, em Cernadilla, Zamora, em Espanha.